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 Digimon - Um Caos A Ser Controlado - Capítulo 01 [+16]

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MensagemAutor
10072013
MensagemDigimon - Um Caos A Ser Controlado - Capítulo 01 [+16]

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Tema do Anime / Mangá:
Digimon

Gêneros:
Ação, Aventura, Romance,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 


Capítulo 1 – O começo de uma Lenda

Ivan Maddox caminhava pelas ruas da cidade de Aspertia. Estava voltando para casa após ser suspenso por três dias depois de uma briga com um bully. O garoto estava furioso com coordenador já que ele não merecia tal punição. “Regras da escola, Ivan.” O diretor simplesmente disse quando colocou a sentença. Pelo menos, o bully também havia recebido a mesma coisa, o que o acalmou um pouco. De qualquer maneira, ele fez o que achou ser certo no final. O bully estava mandando um de seus amigos a passar o lance. Como ele era teimoso, desafiou o grandão ao xingá-lo. Ivan só teve o tempo de ver o punho do bully já impactado na barriga do pobre garoto que caiu segurando o abdômen em dor. Foi então que Ivan entrou na briga. Pegou o bully de surpresa e lhe inferiu um golpe na área sagrada e completando com uma joelhada na cabeça dele assim que a cabeça se colocou no alcance. Consequentemente, o grandão caiu inconsciente no chão e ficou ali sobre os pés de Ivan. Muitos de seus colegas comemoraram sua astúcia e lhe parabenizaram, afinal aquele cara já era famoso na sala por provocar os alunos incessantemente. Mas, a festa não durou muito com a chegada do coordenador que veio ver o que aconteceu. Depois de umas perguntas, os dois participantes da briga foram levados ao escritório dele, o que levou à situação atual de Ivan.
Enquanto caminhava de volta para casa, Ivan procurou se acalmar ao pensar em seus sonhos. O garoto de 16 anos sempre fazia isso quando tinha tempo de sobra ou quando estava sob estresse. Desde quando era criança, sonhava em ser um treinador Pokémon como muitas crianças também sonhavam. Sair de sua cidade e enfrentar os perigos do mundo junto com um parceiro que estaria sempre ao seu lado desfrutando as mesmas virtudes que ele era algo que havia persistido em sua mente durante anos. Porém, ainda era um sonho que estava longe. Seus pais proibiram-no de alcançá-lo por medo do que pode acontecer com ele e toda vez que Ivan tentava convencê-los, era como querer que as pessoas acreditassem que você viu um ET em uma floresta. A moral deles era incorruptível nesse assunto, pelo menos enquanto Ivan estivesse debaixo do teto deles.
Chegando em casa, o menino foi para seu quarto, guardou seu material escolar em seu armário e foi direto ao banho. Normalmente para qualquer adolescente, era esperado que ouvir seus pais querendo saber o motivo de seu filho ser suspenso após a chamada de um representante da escola. No caso de Ivan, os pais dele passavam a maior parte do tempo fora de casa, trabalhando em outras regiões. Principalmente em Hoenn, onde estava a sede da Silph Co. onde eles trabalhavam. Então, Ivan era a pessoa que tomava conta da casa durante esses dias. Não tinha irmãos ou irmãs para compartilhar as tarefas, por isso fazia tudo sozinho. Pelo menos, era um meio que havia descoberto para se distrair de suas preocupações.
No entanto, naquela manhã de Setembro, o jovem rapaz não tinha ideia de que o destino já tinha outros planos para ele. E não teria como saber que não verá sua casa, seus pais ou até mesmo seu mundo de novo por um bom longo tempo.
As engrenagens que controlavam seu destino começaram a girar com uma pesada guinada.

###

Depois de ter tomado seu banho, Ivan foi para a cozinha preparar seu almoço. Hoje, ele iria cozinhar um de seus pratos favoritos para acalmar seu estresse. Espaguete, ketchup e refrigerante sempre eram o suficiente para fazê-lo feliz e algumas vezes fazê-lo dormir por uma hora.
Sua mente repetidamente tentava lembrar-se da briga que teve na escolar, e sua conversa com o coordenador. Essa era a última coisa que ele queria fazer. Só estava interessado em esquecer tudo que aconteceu e descansar. Mas, enquanto tentava fazer isso, ele acabou ficando descuidado e derramou mais molho do que havia intencionado.
Deixando o assunto de lado, ele colocou a panela no fogão e ligou o fogo. O prato estaria pronto em 15 minutos, então ele decidiu assistir televisão enquanto esperava. Botando no canal da PokéNews, apareceu uma reportagem de uma luta extraordinária, o comentarista exaltava, na Liga de Sinnoh. Era uma luta entre um garoto de 14 anos contra um cara de 30 anos aproximadamente. De acordo com a repórter, o cara tinha dois Pokémon lendários, sendo que um havia sido derrotado na luta, e um deles estava sendo usado no momento. A batalha era entre um Latios e um Pikachu. Ivan estava incrédulo. Já era difícil ver um Lendário nesses dias quanto mais capturar um. Sem sombra de dúvidas que o resto de sua equipe deve ser bem poderoso. Focando sua atenção na TV de novo, o garoto estava com seu último Pokémon na batalha, que era o Pikachu, e o cara ainda tinha mais quatro sobrando. Era evidente quem iria sair vitorioso nessa luta.
Porém, nem mesmo as desvantagens pareciam tirar a determinação do jovem. Ele e o Pikachu prosseguiram. Ambos Pokémon estavam dando duro um no outro enquanto trocavam ataques. Mas, o pequeno Pikachu era o centro da atenção na luta. Nenhum Pikachu normal iria dar tanto problema a um Lendário como Latios. Provavelmente, o treinador era bom. De repente, ele usou uma estratégia ousada. Ordenou o Pikachu a pular nas costas do Latios e atacar com uma série de Thunderbolts. Mas, parecia fazer pouco efeito e o Pikachu acabou caindo como resultado. Chegando no chão, Latios usou Luster Purge. Pikachu contra-atacou com Volt Tackle e Iron Tail, penetrando no meio do ataque de Latios o que causou uma explosão no impacto. No final, ambos desmaiaram e como o garoto tinha perdido seu último Pokémon, o cara ganhou.
Depois de 15 minutos, Ivan voltou para a cozinha e desligou o forno. A comida cheirava bem apesar de ter colocado mais molho do que queria. Pegou um prato e o preencheu com espaguete. Mas quando estava prestes a colocar a o prato na mesa, ele sentiu que havia pisado em alguma coisa. Graças a seus reflexos, não perdeu o equilíbrio e não deixou cair a comida. Assim que colocou o prato na mesa, ele olhou para baixo e viu um objeto estranho no chão.
Era cinza e preto. Ele esperou seu cérebro colocar um nome na coisa, mas nunca chegou. Quanto mais olhava, mais ficava interessado em descobrir o que era. Então, com um simples levantar de ombros como se estivesse se perguntando “O que estou esperando?”, Ivan se ajoelhou e o pegou. Seus dedos o agarraram e sentiu que o objeto era feito de plástico duro.
Tinha um formato estranho, mas com uma aparência de uma Pokédex. Era colorido em cinza na maioria do corpo e, preto no suporte para o punho. No espaço mais largo, havia uma pequena tela com uma moldura circular de ouro e um pouco acima havia o que parecia ser uma lanterna acoplada ao aparelho. Logo abaixo da tela, havia três botões: dois pretos e um pequeno azul claro abaixo dos dois.
Realmente, parecia ser uma Pokédex, mas a tela era pequena demais para ver alguma coisa. A não ser que tivesse um projetor holográfico. Poderia até ser um celular de algum tipo, mas não era de nenhuma marca que Ivan tinha conhecimento prévio. E ele não se lembrava de ter encomendado tal aparelho pela PokéNet e ninguém podia entrar em casa já que ele tinha as chaves. Talvez ele tenha se esquecido de fechar as mini janelas da cozinha.
Bem, o que quer seja, não está funcionando, ele pensou enquanto tentava ligá-lo. Nenhum dos botões parecia estar funcionando e, pelo que podia ver, não parecia ter um lugar para colocar baterias ou recarregar. O que quer que fosse, o objeto que estava segurando parecia ser totalmente inútil, mas ainda era legal, e como parecia ter sido jogado janela a dentro, Ivan decidiu ficar com ele.
Colocando-o no seu bolso, o garoto se virou e foi para a geladeira. Sua boca já estava salivando só de pensar no refrigerante e no ketchup.
Mas antes que pudesse abri-la, Ivan sentiu algo estranho. O mundo ao redor dele começou a perder o foco. Olhando para baixo, ele conseguia ver seu corpo perfeitamente; somente o resto do lugar estava fora de foco, perdendo nitidez para uma luz branca que machucava seus olhos um pouco. Tremendo, o garoto se sentiu pronto para gritar por socorro quando ele repentinamente caiu. Não era o cair de perder o equilíbrio e sim, o tipo em que você cai em um abismo como se alguém tivesse colocado um portal embaixo de seus pés. O mundo ao redor tinha desaparecido na luz branca, deixando o garoto sem chão firme para ficar em pé e nada para agarrar, deixando-o cair em um longo abismo.

###

Em certo ponto durante a noite, Ivan deve ter chutado seu cobertor da cama, porque sentia uma brisa fria acariciando seu corpo. O que era estranho porque ele sempre fechava a janela antes de dormir já que Aspertia, de noite, era irritantemente fria. Mesmo assim, o que era realmente estranho era o fato de seu travesseiro ser duro ao invés de fofo. Mesmo com isso tudo, não quis acordar e deixou as peculiaridades de lado. Mas, até isso estava sendo impossível porque algo ficava tocando seu braço constantemente.  Ele mexeu o braço para fazer com que quem estivesse atrapalhando o sono saísse, mas ainda insistia.
“Acorda…” Foi então que ouviu uma voz. Era quase inaudível, mas conseguiu discernir algumas coisas. Era fêmea e a voz parecia ser bonita e calma. Parecia até que um anjo estava falando com ele.
“Acorda!” Dessa vez, a criatura mexeu-o com mais força o que fez rolar um pouco.
Ivan grunhiu com a agressão. Mesmo que fosse uma garota, ela iria receber uns gritos de volta. “Mas que porr-“
Quando ele olhou para sua atormentadora, a boca dele se recusou a dizer mais. Primeiramente, pensou que era apenas uma garota rude, mas agora questionava se até mesmo seus olhos estivessem funcionando. De pé perto dele, uma raposa; ou o que parecia ser vagamente um Pokémon do tipo raposa. A criatura era de sua altura e tinha longas e poderosas pernas. Seus pelos eram na maioria pretos, com exceção de seu abdômen e tórax, mãos, pés e as pontas das orelhas e da cauda que eram brancos. Tinha também uma cobertura de pelos que cobria o tórax e um pouco também das costas; parecia ser densa e fofa. Ela usava luvas vermelhas que tinham símbolos do Ying Yang logo acima da parte do punho. O que mais o cativou, no entanto, eram seus olhos: dois mármores azuis flutuando em um mar de escuridão. O olhar dela era penetrante e cuidadoso, mas não exatamente rude. Ela parecia ser do tipo Sombrio.
Enquanto a olhava cara a cara, ele viu a mão dela se mexendo na periferia de seu olho. Institivamente, ele se moveu para trás como se um animal sendo abusado com medo de ser atacado. Ao invés de ir até ele, a mão parou a poucos centímetros em uma maneira de como quisesse ajudá-lo a levantar.
A mão tinha apenas três dedos e um polegar sendo todos tinham garras bem afiadas. Ivan hesitou em aceitar a oferta de ajuda dela por medo do que pudesse acontecer assim que estivesse agarrado a ela, mas, se esse Pokémon realmente quisesse machucá-lo, ele não estaria vivo enquanto dormia.
Não vendo outra opção (correr certamente não seria apropriado já que ela poderia alcançá-lo facilmente), Ivan pegou a mão e se levantou. Assim que se estabilizou, a mão dela se desprendeu da dele, mas ainda observava a criatura na sua frente com cuidado. Ele nunca tinha ouvido falar dessa espécie de Pokémon. Será que estava sonhando?
“Finalmente seus sentidos voltaram, hein? Você está bem?” Ela perguntou com aquela calma e bonita voz de antes. Foi então que descobriu uma coisa nela, como se tivesse acordado por um tapa. Pokémon não falavam a linguagem humana, muito menos Português. Então, como esse estava falando tão normalmente.
Não pretendendo deixar a criatura no vácuo, o que certamente iria resultar em deixá-la enraivada. Ivan respondeu. “Ah, sim. Só uma pequena dor de cabeça, nada sério.”
“Ótimo. Então, me responda uma coisa."  Olhando de baixo para cima enquanto circulava o garoto como se estivesse o inspecionando. “Que tipo de Digimon você é exatamente? Eu nunca vi um da sua espécie aqui antes.”
Ivan abriu a boca e tentou falar, produzindo um pequeno grunhido que talvez era palavra “Eu” antes que sua língua parasse, se recusando a dizer mais. Digimon? Era algum nome alternativo para Pokémon nesse lugar? Por falar nisso, onde ele estava afinal? Olhando ao redor, notou que estava em uma floresta.
“Tailmon mordeu sua língua, garoto?” Ela riu, parecendo estar apenas provocando-o. Normalmente, Ivan iria olhar com uma cara irritante, mas no momento estava mais interessado e monde estava. E o que diabos era Tailmon também?
“Ahm… desculpa, mas E-Eu não sei do que você está falando. Eu não sou um Digimon, sou humano.” Disse assim que lembrou que podia falar de novo.
"Humano?" A raposa repetiu com uma sobrancelha levantada. “Já faz anos que humanos colocaram os pés nesse mundo. Como você chegou aqui, garoto?
Apesar de ter 16 anos, Ivan não aguentava ser chamado de criança. Era o mesmo de chamá-lo imaturo, mas não mostrou reação para criatura. “Meu nome é Ivan Maddox e sinceramente não sei como cheguei aqui. A última coisa que me lembro era eu fazendo meu almoço quando acho isso no chão da cozinha.” Colocando as mãos no bolso, retirou o aparelho de plástico e mostrou a ela. “Eu peguei e, de repente, acordo aqui com você de pé perto de mim.”
A raposa se inclinou um pouco a frente para melhor visualizar o aparelho. Olhou-o por um momento como se estivesse debatendo sua certeza do que estava pensando que estava vendo. Quando parecia estar certa sem sombra de dúvidas, sua face mostrava-se surpresa, mas também um pouco entretida.
“Uma raridade, com certeza.” Disse. “Garoto, você tem ideia do que tem em mãos?”
“Não, é isso que quero saber também.” Respondeu.
“Esse aparelho aqui é um Digivice. Isso é apenas dado para crianças especiais que são conhecidas como DigiEscolhidos; meninos e meninas da sua idade que são chamados ao Digi Mundo – é onde você tá agora – para defendê-lo quando uma força poderosa se levantar com a intenção de alterar ou até mesmo destruir esse mundo. Se você está aqui, então quer dizer que alguma coisa de podre vai acontecer logo logo, se não tiver já.”
Em outras palavras para Ivan, você poderia retornar para seu mundo depois de salvar esse.  Que coisa mais sem sentido era essa? Por que eles, os Digimon, não podiam resolver as coisas sozinhos?
“Então, quer dizer que devo sacrificar minha vida para salvar esse mundo?” Ele respondeu completamente cético.
A raposa recuou um pouco com a erupção repentina. Ela pensou em se vingar também com gritos, mas não podia. A situação do garoto era compreensível afinal. “Olhe, sei que isso tudo parece ser insano. Mas, já pensou no que pode acontecer com seu mundo?”
Agora isso atraiu a atenção dele. “Como assim?”
Gostando ou não, sua chegada aqui diz que nossos mundos estão conectados e se não fizermos algo para impedir essa força que ameaça esse mundo, há uma boa chance de não só parar aqui. Seu mundo também corre risco.”
Para Ivan, tudo isso parecia insano ou algo tirado de um conto de fadas. Não queria acreditar que, de algum modo, tinha caído em outro mundo; era estúpido até para brincar. Mesmo assim, não podia negar que esse lugar estava longe da casa dele. Alguma coisa estava acontecendo que não era normal, nisso tinha certeza. Mas, se o que ela disse era verdade, não havia outra escolha a não ser participar do plano.
“Se eu fizer isso, você tem certeza que posso voltar para casa?” Ivan perguntou, querendo cortar o tópico anterior. “Se essa coisa, esse Digivice, me trouxe aqui, então ele pode me levar de volta?”
“Bem, eu ouvi falar que os DigiEscolhidos anteriores foram mandados para casa assim que seus trabalhos foram concluídos, então o mesmo deve acontecer com você.” Ela encolheu os ombros.
Com um pequeno suspiro, o garoto olhou para os pés, de repente sentindo cansaço até manter a cabeça levantada. Não tinha ideia do que iria fazer. Estava preso aqui, e a propósito como iria salvar um mundo inteiro sozinho?
“Ei, anime-se, rapaz. Olhe pra mim.” A raposa disse em um tom que parecia ser gentil. Ivan levantou sua cabeça como lhe foi dirigido e encontrou o olhar dela. “Se isso significa algo pra você, vou ajuda-lo em sua jornada.”
Ivan estava surpreso ao ouvir aquilo, para dizer o mínimo. Olhando diretamente para ela, podia notar que estava pensando em alguma coisa atrás daquela expressão pétrea, mas o que era, ele não sabia.
“Por que me ajudaria?” Perguntou já que a “mulher” era uma total estranha, em todos os sentidos.
“Bem, como eu disse, sua presence aqui significa que algo terrível está prestes a acontecer. O que quer que seja, se não for controlado, poderia representar o fim de toda vida nesse mundo, incluindo você e eu. Então, não posso ficar ociosa enquanto meu mundo está em caos. Nós dois juntos podemos resolver isso.” Ela respondeu, parecendo ser honesta em sua afirmação.
“O-Obrigado! Muito obrigado, por tudo! E-Eu nem sei seu nome...”
“BlackRenamon.” Ela disse enquanto estendia a mão para ele. “E parece que seremos parceiros de agora em diante, hein?”
A cena parecia ser um pouco familiar para Ivan. Parecia algo igual a quando um treinador faz amizade com um Pokémon selvagem durante uma jornada. Tinha visto isso em uma reportagem na PokéNews. A única diferença era que a pokébola não estava presente.
O garoto sorriu e agarrou a mão dela. Ambos sentiram ao mesmo tempo: um pequeno pulso de eletricidade cursando o braço de ambos. Ivan e BlackRenamon simultaneamente partiram do aperto, com o garoto deixando cair o Digivice de sua outra mão.
Considerando que a coisa deveria ter caído no mato abaixo assim que foi solta, ela na verdade ficou flutuando no ar. Ficou no mesmo lugar por um tempo, depois subiu até ficar entre Ivan e BlackRenamon e um pouco acima sobre suas cabeças. Uma voz radiou a partir dela; macha mecanizada que lembrou a voz que a Pokédex tinha enquanto descrevia um Pokémon. No entanto, ela tinha uma messagem diferente para dar.
“Digital Device ativado. Começando registro e infusão de Espírito. Por favor, fique onde está. Obrigado.”
Um feixe branco foi disparado da tela do Digivice e quando atingiu o peito de Ivan, podia sentir fisicamente sentí-lo. A experiência não foi dolorosa, mas de repente sentiu como se não estivesse mais sozinho dentro de sua própria pele. Foi então que ele viu. Uma silhueta fraca vindo do Digivice. Foi tão rápido que não teve tempo para descrever o que era. Depois, o feixe se desligou, levando consigo a paralisia.
“Guerreiro Lendário and Domador: Ivan Maddox confirmado.” A máquina falou, para a surpresa do garoto depois saber seu nome.
A mesma exata ação se repetiu com BlackRenamon que sentiu a mesma coisa que Ivan e estava confusa do mesmo jeito. Ela mostrou os dentes para o dispositivo; bem brancos e afiados pelo que podia ver. Depois, como tinha acontecido com ele, a luz sumiu.
“Parceira: BlackRenamon confirmada. Bem-vindo ao DigiMundo.”
O dispositivo flutuou em cima da cabeça de Ivan onde esperou por um momento antes de cair como uma pedra. A última coisa que o garoto queria fazer era tocar no objeto depois daquilo tudo, mas seus reflexos fizeram-no pegar de qualquer jeito.
Quando o Digivice caiu nas mãos dele, primeiramente esperou o choque de novo, exceto que nunca chegou. O dispositivo voltou ao mesmo estado inanimado de antes, no entanto… não era mais o mesmo. Agora carregava uma energia que Ivan não conseguia entender. Não era mais um pedaço inútil de plástico duro, era algo mais, algo maior do que tinha sido, agora tinha terminado a estranha tarefa.
Olhando para a raposa, BlackRenamon, Ivan viu que estava atordoada, realmente chocada com o que transpirou. Queria dizer algo a ela, perguntá-la se tinha alguma ideia do que tinha acontecido e o que isso significava, mas nunca precisou. Segundos depois do evento, entendeu o recado. Era parecido com a captura de Pokémon , só que nesse caso, a união parecia ser algo forçado por algo sobrenatural.
Enquanto estava ocupado em seus pensamentos, Ivan não percebeu BlackRenamon olhando para ele, ainda surpresa. A silhueta que tinha visto indo na direção do garoto, o Digivice dizendo que ele era um Guerreiro Lendário... Ela agora não tinha mais dúvidas que esse garoto era a chave para decidir o futuro de seu mundo.



Última edição por Nightingale93 em Ter 23 Jul 2013 - 19:15, editado 3 vez(es)
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Digimon - Um Caos A Ser Controlado - Capítulo 01 [+16] :: Comentários

Ivan tem mesmo atitude e coragem!

Ei, gostei bastante da sua escrita, consegui acompanhar mentalmente tudo que você descreveu. Meus parabéns. Continue postando! Estarei acompanhando à medida que me for possível.

Até mais!
Desculpa a demora, Cris. Agradeço muito o uso de seu tempo para ler essa história!

Bem, tô tentando colocar Ivan algo diferente do clichê de só crianças no desenho (com exceção do Data Squad), dando uma visão mais adolescente dos personagens.

Valeu pelo elogio. Na verdade, isso foi anos de treino em redações escolares e também escrevendo pequenas estórias em Inglês no caderno. Por isso, às vezes cometo alguns erros que não vejo na hora de revisar.

Mais uma vez, obrigado por usar seu tempo nessa estória. E continue ligado!
Capítulo muito bom, com bastante grau linguístico.
 

Digimon - Um Caos A Ser Controlado - Capítulo 01 [+16]

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