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  Sombrio Como a Noite. - Capítulo 06 [+16]

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MensagemAutor
13072013
Mensagem Sombrio Como a Noite. - Capítulo 06 [+16]

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Tema do Desenho / Quadrinho:
Batman.

Gêneros:
Ação, Amizade, Aventura, Romance, Suspense, Tragédia,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 


As Lágrimas da Piadista.

Depois de um mês agindo como Asa Noturna, Ricky se tornou um grande detetive.

Já passava de uma da tarde quando Ricky estava voltando do colégio, ele estava sozinho, não queria ficar nem com seus amigos nem com sua mãe apenas queria caminhar sozinho, enquanto andava ele parou para observar a vitrine da loja de jogos onde seu pai o levava quando ele era menor, ficou observando por alguns segundos e voltou a caminhar, mas do nada uma garota aparece correndo e os dois acabam batendo um no outro e caindo sentados no chão.

—Você está bem? –Ricky perguntou ajudando a garota a se levantar.

—Estou, obrigada. –A garota agradeceu.

Ricky olho bem para ela, ela era um pouco mais baixa que ele, ela estava vestida com um, sobretudo marrom que cobria todo o seu corpo e estava com um chapéu cinza, mas quando Ricky reparou bem nela reparou que sua pele era branca e seus cabelos eram roxos, quando percebeu viu que ela era na verdade a Piadista, a filha do Coringa.

—Pare aí ladra! –Um homem exclamou aparentemente ele estava falando com Piadista já que ela olhou para trás assustada e saiu correndo.

—Garoto segura ela! –O homem ordenou, mas Ricky viu que o que ela havia pegado era uma sacola com suprimentos.

Ricky deixou ela ir e o dono do lugar da onde ela havia roubado aquelas coisas começou a xingá-lo, mas ele nem deu importância pois todo a sua atenção estava na garota. Quando Ricky chegou em casa resolveu ir logo falar com Bruce, que estava com Tim na Batcaverna.

—Oi pessoal. –Ricky disse descendo as escadas. —Tiveram sorte em conseguir alguma coisa daquele cara.

—Ainda não, mas não se preocupe Richard, eu te garanto que vamos prender ele. –Tim disse olhando sobre seu ombro para Ricky.

—Tim você não vai almoçar com a Stephanie hoje. –Bruce disse discretamente querendo que Tim saísse da sala.

—É verdade, se eu me atrasar ela me mata. –Tim disse com um leve sorriso no canto da boca. —A gente se vê a noite.

Tim saiu da Batcaverna para seu almoço com Steph deixando Bruce e Ricky sozinhos, o garoto foi logo falar com Bruce sobre a Piadista.

—Bruce eu vi a filha do Coringa hoje enquanto voltava do colégio. –Ricky disse sem fazer suspense.

—E ela fez algo que pudesse ameaçar o povo de Gotham. –Bruce disse sem dar muita importância.

—Não ela roubou uma mercearia. –Ricky respondeu.

—Então ela é só mais uma criminosa barata. –Bruce disse sem qualquer emoção.

—Eu sempre achei que ser herói era ajudar a todos, incluindo os vilões. –Ricky disse com um ar de reprovação.

—Não me leve a mal Ricky, mas a Piadista nunca quis ser uma criminosa, o Coringa sempre a obrigou ela a fazer tudo por todos esses anos, eu já tentei ajudá-la, mas ela nunca aceitou por causa de sua mãe. –Bruce explicou enquanto analisava os dados do Asa Noturna do mal.

—Mas a mãe dela está morta, não da para saber o que ela pode fazer. –Ricky disse preocupado.

—Siga o conselho de um veterano rapaz. –Bruce disse se levantando e se apoiando em sua bengala. —Não se envolva com criminosas.

Ricky parou para pensar por algum tempo e elaborou uma resposta então.

—Mas você é casado com uma ex-criminosa! –Ricky exclamou.

—Isso é diferente, eu vi bondade na Selena, mas alguém que foi criado pelo Coringa e pela Arlequina não deve ter muita bondade. –Bruce disse com uma expressão séria enquanto subia para a mansão.

—Mas eu não acredito nisso. –Ricky murmurou enquanto fechava seus punhos.

A verdade é que Ricky lembrava que o Coringa, a Arlequina e a Piadista haviam atacado o colégio para encobrir o Exterminador, ou seja, possivelmente ela sabia que tinha matado o seu pai, seu desejo era descobrir quem era essa pessoa e fazer ela pagar, então ele tomou uma decisão, procurar pela garota e perguntar o que ela sabia.
Durante a fria e sombria noite Asa Noturna caminhava pelos prédios vendo a conexão de telefone para tentar encontrar o lugar onde a Piadista estava vendo se ela tinha feito ligações ou mandado mensagens. Tudo que ele havia conseguido no batcomputador apontava para um velho prédio abandonado que estava marcado para ser demolido.

—Bem ela não parece ser mais velha do que eu, então não é fácil conseguir emprego. –Asa Noturna disse disparando seu gancho no topo do prédio para entrar.

Quando Asa Noturna chegou ao telhado seu comunicador começou a tocar, ele atendeu, era Bruce.

—Onde você está? –Bruce perguntou com uma voz agressiva.

—Eu estou... fazendo patrulha. –Ricky respondeu inventando qualquer coisa.

—Não, não está, você está em um prédio abandonado. –Bruce disse em tom de deboche.

—Como você... –Ricky perguntou antes de ser interrompido.

—Todos os uniformes têm um sistema de localização global embutido no computador de pulso. –Bruce explicou com sua costumeira voz fria. —Está tentando falar com a garota não é.

Asa Noturna ficou em silencio por algum tempo, Bruce sabia o que Ricky queria com a Piadista.

—Richard eu sei que quer respostas, mas eu e Tim estamos investigando isso, você tem que se concentrar no outro Asa Noturna no momento. –Bruce disse tentado convencer seu neto. —Olha, existe a possibilidade desse cara ter algum envolvimento na morte do Dick, por isso eu preciso que voc...

Asa Noturna desligou o comunicador e o desconectou para que Bruce não o chamasse mais, então ele foi até a porta que levava até os andares inferiores. Ele desceu quatro andares procurando pela garota, quando parou para recuperar o fôlego o herói pode ouvir um choro baixo, era tão triste e tão pesado que fazia Ricky lembra de chorava pela morte de seu pai, o herói foi até o quarto de onde aquele chora vinha, ele se encostou na parede e olhou furtivamente para dentro do lugar, não havia nada nem uma cama ou outro móvel, as paredes pareciam que iam cair a qualquer momento, enquanto a Piadista estava ajoelhada no chão seu rosto estava inundado em lágrimas, Asa Noturna foi bem devagar até ela, mas quando deu o primeiro passo a madeira rangeu, a garota olhou para trás e quando viu o herói seu coração se encheu de ódio.

—Você! –Ela gritou pegando uma carta de baralho do chão e atirando ela em Asa Noturna.

A carta acertou a bochecha do herói e quando ele colocou sua mão no corte ele viu sangue escorrendo.

—Não bastou matar a minha mãe, agora veio me matar também! –Piadista gritou em um tom de descontrole, ela pegou uma faca que estava escondida em sua bota e partiu para cima de Asa Noturna. —Vai me pagar, vai me pagar!

—Espere, eu não vou te machucar. –Asa Noturna disse desviando dos ataques da garota. —Não fui eu quem matou a sua mãe.

—Mentira! –Piadista gritou acertando um chute em Asa Noturna fazendo o herói bater contra uma parede.

Ela correu na direção dele e o empurrou, o peso dos dois quebrou a parede que já estava aos pedaços, Piadista estava caída em cima de Asa Noturna, mas rapidamente o herói a afasta empurrando a garota.

—Eu só vim conversar, eu não sou aquele cara. –Asa Noturna disse tentando acalmar a Piadista.

—Cala a boca, cala a boca! –Piadista gritou, ela atacou o herói com a faca, mas seus olhos estavam fechados.

Com um movimento rápido, Asa Noturna segurou ela e a desarmou.

—Não fui eu que matei a sua mãe, aquele era outro Asa Noturna, acredite eu estou dizendo a verdade, eu vim aqui porque quero te ajudar. –Asa Noturna explicou enquanto segurava os ombros dela.

Piadista fitou os olhos azuis de Asa Noturna pelos espaços na máscara, então ela viu a sinceridade no olhar dele e começou a chorar, ela o envolveu em um abraço forte, mas frio, na mesma hora Ricky percebeu que só o que ela queria era alguém que a protegesse, ele também viu que se não tivesse Bruce, sua mãe, Tim e Steph, provavelmente estaria do mesmo jeito após a morte de seu pai, então ele resolveu não perguntar nada sobre o envolvimento do Coringa no assassinato do Batman.

—Vai ficar tudo bem, eu estou aqui, vai ficar tudo bem, eu prometo. –Asa Noturna disse abraçando a Piadista e tentando confortá-la.

—Me desculpe, me desculpe, me desculpe. –Piadista ficou repetindo essas palavras como se fossem tudo para ela.

—Tudo bem, vai ficar tudo bem.

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