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  O Retorno do Mago - Capítulo 1: O Crepitar da Fogueira [+13]

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MensagemAutor
24072013
Mensagem O Retorno do Mago - Capítulo 1: O Crepitar da Fogueira [+13]

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Gêneros:
Fantasia, Universo Alternativo, Romance, Ação, Aventura,

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   A carroça sacudiu. A cabeça latejava e doía com uma frequência insuportável.
   Ao abrir os olhos, Baudry Grimbald deu uma piscadela e olhou ao redor – estava no chão de uma carroça, sobre um monte de palha suja e pisoteada. Tudo estava sombrio, quase que num silêncio tristonho de homens frios, que era quebrado por conta dos cascos de cavalo que retumbavam fortes na estrada pavimentada.
   Não lembrava o motivo para estar ali, muito menos porque fora feito prisioneiro: suas mãos estavam atadas com uma corda barata e velha, que com um único toque leve e suave de uma faca iria partir-se no meio. E, ao olhar para o lado negro do crepúsculo, piscou algumas vezes e pôs-se sentado. Ao seu lado estava sentado um homem forte e robusto, de fortes braços e expressão séria, que o olhou com certo desdém.
- Finalmente está consciente de novo. Fiquei pensado se estava morto, mas eu ainda o via respirar como uma princesa adormecida. Estivera desmaiado desde quando foi pego nos Campos Cinzentos. Malditos arlianos!
   E num súbito retorno de informações, quando a dor de cabeça cessou, Baudry lembrou-se do que ocorrera no dia anterior. Atravessava os Campos Cinzentos em direção à Wistan, a casa dos érmicos.Tinha como objetivo encontrar-se com seu irmão, um artesão de fama num vilarejo sem importância e ajudá-lo em seu trabalho; uma vida calma e longe de conflitos. Embora tudo isso tenha, infelizmente, acabado num piscar de olhos. Foi dito como soldado fugitivo de uma batalha que ocorrera no Vale da Folha, dias antes. Talvez porque fosse um pobre érmico viajando pelo Reino de Alestan.
   Mas o que realmente importava era que nunca sequer lutou numa guerra. Não era um soldado, ou um cavaleiro e nem mesmo um ferreiro; era um atendente de hospedaria temporariamente, que finalmente tornaria a ver a família mais próxima em anos. Mas os soldados não lhe deram ouvidos, apenas uma forte pancada na cabeça com o cabo da espada.
- Eu não devia estar aqui. Não sou um soldado – admitiu Baudry ao érmico de cabelos negros ao seu lado. – Sou apenas um atendente de hospedaria; agora não mais, eu acho.
   O homem deu de ombros.
- Eles não se importam. Simplesmente estão prendendo todos os érmicos que cruzam o vale ou os Campos Cinzentos. Pelo visto querem prevenir que nenhum soldado consiga escapar – sorriu. – E, ao menos comigo, isso deu certo. Eu lutei por nosso reino e assumi que guerreei no vale.
   Baudry baixou os olhos, pensativo, quando uma figura encolheu-se no fundo dos bancos da carroça. Escondia-se por baixo de uma capa e mantinha-se silencioso, sem demonstrar interesse na conversa.
- Quem é ele? – perguntou Baudry, sem medo de que ele o escutasse.
- Sinceramente, eu também gostaria de saber – assumiu o érmico, virando-se para o homem. – Como é seu nome, soldado?
   Ele encolheu-se mais ainda sob sua capa, entretanto disse bem baixinho:
- Estmund... Estmund Godart.
   Baudry e o outro fizeram esforços para escutar, mas conseguiram. E, quando trocaram olhares entre si, disse:
- E quanto a você? Como se chama? – ele ergueu a mão ao érmico. – Meu nome é Baudry Grimbald.
   Desfazendo-se do olhar desdenhoso, o homem apertou a mão oferecida.
- Ulric Mão-de-Ferro; não tenho família para servir-me com um segundo nome.
   Baudry abanou a cabeça, fingindo compreender tristemente o que Ulric lhe disse, já que não se importava nem um pouco com ele e seu passado. A morte estava se aproximando, e ambos sabiam disso.
- Sabe para onde estão nos levando? – perguntou, sentando-se no banco. Olhou à frente e viu, para seu desprezo, pelo menos outras duas carroças de prisioneiros conduzidas pelos soldados arlianos e mais um punhado de outros soldados montados em cavalos de raça, armados com arco e flecha ou espadas.
   Ulric pensou por um instante na pergunta e respondeu cabisbaixo:
- Ouvi um murmuro saindo da boca de uns soldados, mais cedo, que disse Dunestan – ele respirou fundo. – Ouvi dizer que lá eles aleijam os prisioneiros ou os deixam sofrer até a morte, na maioria das vezes. E os sortudos são aqueles que simplesmente são enforcados ou decapitados.
   Baudry arrependeu-se de ter feito a pergunta, que nada fez além de deixar-lhe com mais temor. Ouvira em seu passado muitas histórias horrendas sobre Dunestan, de homens que perdiam os braços e pernas e ainda assim continuavam vivos; tinha quase toda certeza de que não eram humanos que realizavam tais aberrações. Fosse um ignis ruivo ou um mortalmente bruto de um geryon, mas um humano? Qualquer homem em plena consciência sabia que nem na pior das hipóteses devia-se cometer uma atrocidade de tão alto grau. Mas esse era somente o pensamento de Baudry, que tentava livrar-se de maneira ou outra da morte. Mas era inevitável. Morreria, e seu irmão continuaria aguardando, ansioso, por sua impossível chegada.
   Orou para que tivesse o direito ao menos de enviar uma última carta. Não queria que seu irmão continuasse a ter falsas esperanças de que um dia ele alcançasse sua casa distante e cheia de calmaria. “Sinto muito, Elmer”, pensou dramaticamente olhando para os campos verdes e ricos em árvores ao seu redor, enquanto a noite aproximava-se, devagar, trazendo consigo um vento gélido e úmido. “Uma bela escuridão” murmurou para si, sorrindo mentalmente enquanto a carroça passava sobre pequeninas valas que lhe irritava.
   E, como um trovão, o soldado cujo conduzia a carroça ergueu o pescoço e gritou o mais alto que conseguira:
- Pararemos por aqui, Roy – ele olhou para o lado, em direção a uma clareira completamente desguarnecida de árvores. – É o melhor lugar que encontramos em muito tempo! – e apontou quando os outros soldados se viraram para vê-lo.
   Roy, aparentemente hesitante em descansar ou dormir no meio da floresta, assentiu devagar e conduziu os cavalos a se virarem. O outro soldado, que se encontrava na carroça do meio, sequer ousou obstinar as ordens do colega. Baudry achou que fosse de uma patente menor, por conta da preocupação visível no rosto pálido.
   Seguiram cuidadosos em direção à clareira mais afundo na floresta de poucas árvores, para que não houvesse o risco das carroças tombarem ou quebrarem.
   A vegetação escassa continha diversas árvores típicas da região sul de Alestan, portanto, naquele lugar, espécies comuns do norte vieram a surgir; nogueiras erguiam-se altas sob seus ramos grossos de folhas verdes e espaçosas, que formavam copas grandiosas e belíssimas a olho nu. Em minoria, alguns carvalhos imensos repousavam ao redor da clareira, com troncos fortes e altos, de cascas cinza e estranhamente lisas. Um lugar agradável e bonito.
   Quando as carroças e os outros soldados chegaram, a noite já havia se estendido por todo o céu, como um imenso cobertor negro repousando sobre o mundo. Sob a escuridão silenciosa, um dos guardas viu-se obrigado a acender uma tocha. O ondular ardente do fogo relaxou os olhos de ambos ali presentes; seria apavorante passar uma noite fria sem ter onde se aquecer.
- Mantenham as carroças distantes umas das outras – ordenou o condutor da carroça de Baudry. – Não vamos perder mais prisioneiros por isso. E vamos começar a arrumar as tendas. Imediatamente!
   E assim foi feito, dando origem a conversas fiadas e risos entre os soldados. Enquanto alguns organizavam as tendas, montando-as com falsa dificuldade para prolongar a conversa, outros juntavam gravetos para aproveitar o fogo da tocha numa fogueira.
   Um dos arqueiros rapidamente pôs-se a vigiar os prisioneiros, para evitar fugas enquanto levantavam acampamento. Mas, ao invés de manter distância, ele aproximou-se de Baudry e entregou-lhe uma bolsa com cinco maçãs e um pão. O érmico agradeceu com uma breve reverência e pegou uma maçã, já que não tinha muito apetite. O resto guardaria para quando Ulric e Estmund acordassem, de manhã. Os dois já dormiam como pedras no monte de palha.
   Mais tarde, após os soldados terminarem de erguer as tendas, os cavalos foram amarrados em árvores e todos se reuniram ao redor da fogueira, cantarolando e bebendo o resto de vinho que aparentemente guardavam há dias. O arqueiro apressou-se a juntar-se aos amigos, mas manteve-se atento a qualquer movimento suspeito.
-Eu realmente não vejo a necessidade de tudo isso, sabe? – disse um dos soldados. – Dessa guerra entre arlianos e érmicos. Fomos irmãos um dia, até finalmente Alberic declarar guerra à Wistan – ele bebericou um gole do vinho. – Eu lutei com amigos, mas do lado contrário. Transformei bons érmicos em prisioneiros contra a minha própria vontade. É horrível! Nossos inimigos são os geryons do oeste, e não os érmicos!
   Roy riu, em tom de deboche.
- Guerra não é para quem tem coração mole, Al. Devo concordar que é ruim, mas no campo de batalha deve-se deixar a amizade e a família de lado e pensar em sobreviver... E em matar. Não importa se quem está lá foi ou é seu amigo. Se estiver entre os inimigos, deve morrer, e pronto.
   Al franziu o cenho e começou a protestar:
- Eu não tenho coração mole. Sei que terei de matar, pois foi isso o que eu fiz! – ele parecia bêbado e zonzo. – Você não sabe de nada, Roy. Nada do meu passado.
- Eu sei que você deve comer alguma coisa e ir dormir – disse Roy, oferecendo-o um pedaço de seu pão.
   Al pareceu se enfurecer, mas conteve-se ao ver a reação de um dos superiores. Não estava tão bêbado a ponto de desafiá-lo:
- Chega – ordenou. – Eu não quero que iniciem uma discussão. Se forem fazer isso, façam bem longe daqui, num bosque esquecido ou nos Campos Cinzentos.
   Roy encolheu os ombros, entendido em não contradizê-lo.
- Sinto muito, senhor Aeluin. Não tive a intenção.
- Eu sei que não teve – o líder virou-se para Al, que permanecia imóvel. – Ele é quem não está de cabeça fria. Vá dormir Al, assim como lhe foi sugerido. A viagem pelo visto lhe cansou e logo voltaremos para a estrada. Alguém tem algo a dizer?
   O soldado resmungou em voz baixa e cambaleou em direção a uma das tendas, carregando um pedaço de pão. E nenhum guarda ousou responder ao líder. A autoridade em sua voz era máxima.
   Sem sucesso, ele decidiu retirar-se, insatisfeito. Após isso ninguém quis mais conversar. Não havia nada a ser dito quando ocorria uma discussão. Aeluin manifestou-se, e isso para eles era mais que um motivo para não tornarem a falar.
   E um silêncio repentino ocupou o ar, levando embora a curta conversa e o ânimo desperto nos homens. Muitos decidiram ficar, para aquecerem-se ao lado da fogueira, já outros foram para dentro ou montaram guarda diante das carroças. Antes pareciam homens felizes e calmos, não com soldados arlianos que cometiam atrocidades em Dunestan. Agora eram os mesmos. Frios e sem expressão, sem família ou amigos – exatamente como Roy dissera. Não deviam necessariamente estar no campo de batalha para que aquilo acontecesse, mas partindo do momento em que atuavam como soldados deviam se esquecer de tudo. O importante agora era sobreviver e continuar. E, no pensamento de Baudry, Aeluin nem nos momentos de distração e diversão era capaz de deixar de lado este instinto. Talvez por isso ele demonstrava-se tão apto a liderar mais que qualquer outro soldado que ali estivesse. Até mesmo Baudry, que pouco sabia daquelas coisas, arrepiou-se ao escutá-lo. Certamente baixaria a cabeça e ficaria quieto caso fosse Roy ou Al.
   Mas mesmo sem a ordem de Aeluin, baixou a cabeça e lentamente tombou em direção à palha suja e pisoteada. Quando caiu, cansado demais para ajeitar-se, permaneceu com os olhos fechados e dormiu sem sonhar. Afinal, também estava cansado demais para isso.
 
 
   Baudry arregalou os olhos, assustado, no meio da noite. Ouvira alguma coisa e, ao se manter atento, foi capaz de escutar o crepitar suave da fogueira que ainda queimava viva e ondulante à frente das tendas. Três soldados deitavam-se ao redor dela, e um deles estava acordado. Ciente de que também ocorrera alguma coisa.
   Quando o prisioneiro sentou-se, o arqueiro até então despercebido imediatamente disse em voz baixa:
- Cuidado, érmico. Se quiser sobreviver, fique quieto e não se mova.
   Baudry entendeu aquilo como um aviso e assentiu com a cabeça. Mas não sabia se ele referia-se a sua flecha ou ao estranho barulho que escutara ao acordar, feito um arbusto sendo remexido. Mas tão rápido quanto seu pensamento obteve uma resposta.
   Um zumbido cortou o ar ao seu lado, e quando se virou para vê-lo, avistou uma flecha cravada na árvore cuja separava as tendas.
- O que é isso? – perguntou-se o guarda ainda acordado ao redor da fogueira, levantando-se e chutando seus amigos para que acordassem. – Vamos, levantem! Levantem todos!
   Sua voz pareceu assumir a autoridade de Aeluin durante um instante, no momento em que a maioria dos homens retirara-se das tendas, incluindo ele. Mas foi tarde. Dos bosques ao redor surgiram vários geryons, com suas peles roxas e seus braços peludos com a mesma resistência que um escudo de pele. Seus olhos tortos transmitiam medo e insegurança a quem os encarava; ao menos fora isso o que Baudry sentira, pois sabia que estavam ali para matar e roubar.
   Os habitantes da floresta ergueram seus machados e um deles gritou alguma coisa, numa língua distinta.
- Não entendemos sua linguagem porca – disse Aeluin empunhando sua espada, ainda com sono. – Mas temos uma em comum, que é a língua do metal. Creio que saiba usá-la tão bem quanto eu, não estou certo?
   Um dos geryons deu um forte soco na cabeça do qual falara e disse num sotaque diferente:
- Desculpe-me a insolência de Mermadak. Ele é muito precipitado. Mas o que vocês, nobres soldados érmicos, fazem no meio da nossa floresta?
- Érmicos? – repetiu Aeluin, rindo. – Não nos compare ao povo sujo de Wistan. Nós somos arlianos, de Alestan, e aqueles são os érmicos – ele apontou para uma das carroças. – E estamos aqui por que não tínhamos onde passar a noite. Não sabíamos que florestas tinham donos. E, pelas minhas informações, quem domina essa região é Lorde Juhel, não vocês.
   O geryon rugiu furioso.
- Meu nome é Melmidoc Gunneuare, e eu sou o senhor do povo da floresta. Eu domino essa região. E por isso eu ordeno que saia daqui, antes que eu lhe corte a cabeça.
   Baudry, pasmo com tudo aquilo, mal percebera que Ulric e Estmund haviam acordado. Ambos também se mantinham atentos à conversa, que brevemente poderia tornar-se uma briga que incluiria até os prisioneiros.
   Aeluin agarrou-se mais ainda ao cabo da espada, prestes a agir, quando um vento forte soprou pelo local. Uma das tendas voou e a fogueira apagou-se, levando embora a única fonte de luz do local.
   Uma friagem aproximou-se devagar, trazendo consigo uma neblina obscura e úmida. Todos ficaram quietos e parados, tentando processar o que realmente acontecera ali. Rapidamente a névoa tornou-se mais espessa e branca, e ficou impossível de enxergar.
   O líder, sem palavras para descrever o que vira, disse:
- O que acham que estão fazendo? Isso é... – ele fora interrompido por uma pequenina faísca que aparecera de repente diante de seus olhos. Quando esticou a mão para tocá-la, o rugir furioso do fogo cobriu umas das tendas e a incendiou, e ela simplesmente desapareceu. O soldado que ainda dormia levantou-se num pulo, com o corpo em chamas, mas sem sucesso em apagá-las.
- Bruxos! – gritou Aeluin, mais assustado do que devia, ao ver o companheiro cair morto sobre a fogueira apagada. – Arqueiros!
   Como um raio, o homem desviou a mira do arco da carroça de Baudry e virou-se para Mermadak, atirando-lhe a flecha. Acertou-o bem no peito, atravessando-o num espichar de sangue.
   E num piscar de olhos, ambas as partes iniciaram uma batalha. Gritos ecoavam pelos bosques e o tilintar das espadas ensurdeciam os homens. Aproveitando o momento, Ulric agarrou Baudry pelo ombro e gritou:
- Se quiser sobreviver, siga-nos! – e subiu no banco e preparou-se para saltar.
  Sem pensar duas vezes, Baudry pulou no banco e imitou o salto de Ulric. Estmund estava na frente, quase apagado em meio à névoa, e olhava repetidas vezes para trás.
  Os érmicos correram lado a lado durante muito tempo, até que os sons de gritos e aço desaparecessem completamente. Haviam conseguido escapar. Não estariam mais mortos depois de um dia, e tudo por conta de um acontecimento misterioso.
   Mas Baudry sabia que não havia sido os geryons os responsáveis por aquilo. Seus olhos estavam admirados e horrorizados ao mesmo tempo, assim como estavam os dos soldados. O fogo levantara-se da fogueira e ocupara lugar na tenda. Era isso o que havia acontecido, e disso Baudry tinha certeza. Mas como acontecera ele não sabia, porém pretendia descobrir.
   Entretanto, por hora, pensaria somente em fugir para bem longe ao lado de Estmund e Ulric, até que estivesse seguro o suficiente para partir sozinho. Depois tornaria a pensar em tudo aquilo, que, bem no fundo, sabia que o era. Magia.


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