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A Devil For Me. - Capítulo Mais um dia de trabalho. [+16] por sakymichaelis Ter 29 Out 2013 - 19:57



Cavaleiros do zodíaco-batalha final - Capítulo Prólogo [+13] por VITOR/OTAKU 305 Sab 26 Out 2013 - 17:51



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  Tiger Fire - Guerreiro de Fogo - Capítulo 01 [+16]

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MensagemAutor
22082013
Mensagem Tiger Fire - Guerreiro de Fogo - Capítulo 01 [+16]

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Gêneros:
Ação, Amizade, Aventura, Comédia, Ecchi, Mistério, Romance, Universo Alternativo,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 


Mesmo com o início daquela manhã se aproximando, nuvens negras davam a impressão de noite ao ambiente. Uma forte chuva começa trazendo relâmpagos que iluminam os céus e trovões que assustavam alguns ouvidos, mas nada disso era um empecilho para que aquela batalha terminasse. Estamos em 1989 no dia 27 de Julho. Um senhor careca, de pele negra e vestimentas militares corria com uma criança de cabelos e olhos azuis em seus braços.

– ME SOLTE! ME SOLTE BAROK! – ordenava a pequena.
Barok – Aqui não é lugar para crianças e pra onde essa sua perna te levaria?
– Temos que fazer alguma coisa! Não podemos deixa-los! – indagava.
Barok – Vamos nos reunir com os outros e aí- Argh!
– Barok! – o grito acompanhava sua queda. – Ai!
Barok – ‘Maldita armadilha.’ Eu estou (retira uma estaca de madeira da panturrilha) bem. Como você está Safira?
Safira – CUIDADO!

Um pequeno exército munido de grandes armas está atrás deles. Um, em particular, carregava uma bazuca vermelha.

Barok – Denairovers!

Todos, exceto o da bazuca, começam a atirar. Barok e Safira se escondem atrás dos restos de uma parede se protegendo dos tiros.

Safira – Esses malditos já nos alcançaram?
Barok – Vou ter uma conversa com seu irmão sobre esse seu linguajar, mocinha! (toca sua ferida e esta se encobre com gelo) Vamos sair daqui! Safira?
Safira – Sa… s-sa…
Barok – O que foi?
Safira – SAI DAÍ!

Ele olha para o lado e o portador da bazuca está ali, mirando neles e o projétil, já lançado, se aproximando cada vez mais. O corpo de Barok fica azul, ele direciona a mão direita para o míssil, as gotas de chuva em seu caminho se congelam, perfuram-no e iniciam sua detonação. Várias agulhas se espalham sem diferenciar seus alvos. Várias acertam e eliminam o pequeno grupo que os perseguiam e muitas são barradas pela parede de gelo que Barok ergueu. Mesmo acreditando ter feito a barreira a tempo, ele se espantou quando viu duas agulhas em sua perna direita.

Barok – ‘Isso não é bom. (puxando as agulhas) Nada bom.’ Acho que ficaremos bem por hora. Você está bem Safi- SAFIRA!

Rápida e desesperadamente segue para ajudar a pequena que acabara de cair e tenta respirar com cinco agulhas em seu pescoço. O céu brilhava mais e mais com os relâmpagos. Não tão longe dali outro impasse se segue com uma troca de golpes. Três pessoas atacavam um homem de vestimentas negras que cobria quase que totalmente seu corpo e rosto. Um homem com partes de seu corpo revestidas com uma armadura vermelha se afasta após se defender de um golpe.

– MALDITO! – parte novamente para o ataque.
– Espere Yroko! – pedia o homem de armadura azul. – Atacar assim não adianta nada!
Yroko – NÃO ATACAR NÃO ADIANTA NADA! (desferindo golpes carregados de fúria no guerreiro negro que são perfeitamente defendidos)
– Tsc! ‘Geixa e Hramesh não estão prontos? Safira e Barok também não estão aqui.’ Jinco! – olhava para um homem coberto por uma armadura feita de rochas.
Jinco – Não se preocupe, Iwkento! (retira um montante de rochas do chão e revela um corpo feminino) Ela está bem!
– Obrigada, Jinco. Vamos lá! – loira de pele branca e vestia uma armadura branca parte para o ataque.
Iwkento – Vamos acabar com isso! (também avança)
Jinco – OK!

Bate o pé no solo, uma montanha se eleva sobre seus pés e os três partem para cima do guerreiro negro. A guerreira branca saca uma espada de sua cintura e desfere golpes que são facilmente desviados. Se esquivando dos golpes dela, de Yroko e de Iwkento o guerreiro negro pula quando Jinco, igual uma pedra enorme, cai sobre eles.

– Chega de brincar. – as primeiras palavras daquele guerreiro - O aquecimento acabou.
Yroko – Não! (tanto seus braços quanto seus cabelos negros pegam fogo) O aquecimento… só está começando!
Iwkento – ‘Yroko seu idiota!’ Todos se afastem!
Yroko – FLAME NO UZUMAKI! (Tornado de Fogo)

Graças ao aviso de Iwkento, todos saíram ilesos daquele turbilhão de chamas que envolveu Yroko e o guerreiro negro. O tornado passa e o golpe serviu, apenas, para que o guerreiro negro erguesse Yroko pelo pescoço

– Eu não disse? O aquecimento acabou. – uma densa aura negra envolve o punho dele – Yami no-
Yroko – E eu não disse que… só está começando? (seus olhos brilham em chamas) AGORA!
– Não! – seu espanto é visto quando Yroko desaparece em chamas e o deixa cara a cara com a guerreira branca.
– HIKARI NO END (Fim da Luz) – ela cria uma luz que ofusca a visão do guerreiro – IWKENTO!
Iwkento – (seu controle sobre a água umedece o solo) JINCO!
Jinco – OK! (enrijece a terra úmida prendendo o guerreiro no chão)
– Droga! O que é isso?! – desesperando-se.
Iwkento – ‘Certo. E agora-‘ Ah?

Raízes brotam do solo e o restante da água se congela prendendo ainda mais o corpo daquele guerreiro. Iwkento olha para trás e sorri ao ver Safira e Barok.

– TODOS JUNTOS! – uma voz feminina ecoava nos céus
Yroko – Vamos bem alto, Jinco!
Jinco – Conte comigo!

Todos se aproximam, Jinco faz a terra abaixar e, como uma cama elástica, os jogam alto o suficiente para se aproximarem das nuvens. Eles estão sobre o guerreiro negro e todos os relâmpagos parecem se juntar sobre eles.

– Vocês acham que isso vai me deter? ACHAM?! – começa a arrebentar as raízes e se soltar.
– TEMPEST PRISION! (Prisão Tempestade) – um tornado envolve o guerreiro negro e toma a forma de um homem impedindo-o de se mover.
– Maldito seja… HRAMESH! – gritava o guerreiro.
Hramesh – NÃO CONSEGUIREI SEGURAR POR MUITO TEMPO! DEPRESSA!
Iwkento – AGORA GEIXA!
Geixa – “… e nem o mais escuro ser resistirá após o glorioso Hareji brilhar!”

Trajando uma armadura dourada e munida de uma lança que parecia estar acumulando o poder dos relâmpagos. A lança desaparece, a energia acumulada entra em seu corpo e este se transforma em um raio. O mesmo acontece com Iwkento e os outros.

– N-não pode ser!
Hramesh – Será que isso é medo em seus olhos? Está vendo o seu fim, monstro?
Geixa – ONAKU HAREJI NO UTA – SEIGI NO KOE! (Canção de Hareji Onaku – Voz da Justiça)

A força que fez foi o suficiente para se soltar e derrubar Hramesh, mas nada mais pode fazer além de olhar quando aquele imenso poder o atingiu em cheio acompanhado de uma gigantesca explosão que atravessou o pé daquele penhasco. Muita fumaça se formou no local o que impossibilitou a visão da extensão daquele golpe.

Geixa – Iwkento! Barok! ‘Foi mais poderoso do que imaginei.’ Safira! ‘Será que eles…’ Y-Yroko!
– Onde esse feitiço estava escondido? – uma voz chama sua atenção.
Geixa – Na… Na…
– Uau! Se não fosse o Jinco aqui não sei o que seria da gente.
Geixa – (enxugando os olhos lacrimejados) Vocês não cairiam só com isso. Nem você Nakixa.
Nakixa – Eu… acho que sim, mas não vou me arriscar!
Geixa – ‘Que bom! Você continua sendo a mesma irmã.’
Nakixa – Jinco. Pode liberar os outros?
Jinco – Agora mesmo. (bate o pé no chão, mas nada acontece) Ué?
Nakixa – O que foi?
Jinco – Não sinto meus poderes.
Geixa – Um efeito colateral do feitiço? Isso não estava descrito naquele livro.
Nakixa – Mas… se você está sem poderes…
Jinco – Não conseguirei retira-los… de baixo da terra.

Após estas palavras de Jinco, as duas se apavoram e começam a cavar freneticamente.

Geixa – Yroko! Nem pense em morrer seu tratante! Você ainda me deve três meses de aluguéis atrasados e um encontro!
Nakixa – ‘Iwkento. (cava) Iwkento. (cava) Iwkento.’ (suas unhas se quebram criando sérias feridas em suas mãos) IWKENTO!!

Uma mão sai das rochas e segura o braço de Nakixa.

– Não precisa se machucar assim. Estão bem.
Nakixa – Hramesh!
Hramesh – (erguendo seu braço direito cápsulas de ar começam a sair do solo)
Barok – Me lembre de nunca mais concordar com isso.
Safira – (balança a cabeça, concordando)
Iwkento – Idem! Ai!
Hramesh – Droga. Não consigo puxar o Yroko.
Geixa – “Não consegue”? Onde ele está?
Hramesh – No fundo dessa cratera. Não está soterrado, mas- EI!
Geixa – (sem esperar mais alertas ela pula naquele buraco)
Hramesh – Por que o amor deixa as pessoas surdas?
Jinco – Irei junto caso precise traze-lo. (e também pula)

Meio cambaleante, Iwkento se aproxima de Nakixa. Pouco a pouco as nuvens davam lugar ao brilho de um novo nascer do Sol.

Iwkento – Nakixa, você está bem?
Nakixa – (não responde)
Iwkento – Bom… (se senta na frente dela) se esse silêncio for um “sim”, poderia me fazer uma massagem quando voltarmos?
Nakixa – (olha para ele e exibe um sorriso) Claro!
Iwkento – O que? Sério?
Nakixa – Claro! (segura o pelo pescoço) Depois que eu te esganar farei o que quiser! Eu aqui preocupada, chorando, desamparada e você querendo uma massagem?!
Iwkento – Por isso eu disse quando voltarmos!
Nakixa – (para de balançar) Conseguimos… não é?
Iwkento – Sim.
Nakixa – O que faríamos… se não desse certo? O que faríamos? O que eu ia fazer?
Iwkento – O plano deu certo. Cada um fez a sua parte e, assim, todos voltaremos.
Nakixa – E se…
Iwkento - Sssshhhh… (coloca um dedo sobre os lábios dela) Já te disseram que você fica mais linda ao nascer do sol?
Nakixa – Essa sua cantada é velha.
Iwkento – Sério? Eu não me lembro de- (é surpreendido por um beijo)
Nakixa – Você as vezes fala demais, sabia?
Iwkento – Vou falar mais. Gostei de como você calou a minha boca. Vamos embora logo, pois temos uma garotinha nos esperando.
Barok – Parece difícil de acreditar, mas parece que funcionou.
Safira – Verd- (leva a mão esquerda na garganta)
Barok – S-Safira! Hramesh, vem aqui depressa!
Hramesh – O que aconteceu?
Nakixa – Safira? (sente uma pressão na testa)
Iwkento – Nakixa? O que foi?
Nakixa – Não! Não! Não! Não pode ser verdade! Não!
Iwkento – (escuta um grito vindo da cratera) JINCO!

Como se atendesse ao chamado, Jinco sai da cratera e paira diante deles.

Jinco – Fu… Fujam. (e cai devido a um corte que recebeu em suas costas)
– Três caíram. Mais cinco e logo… tudo acabará.
Iwkento – Você não morre. Por que não morre?! Por que você simplesmente não morre?! Maldito Venks Dregon!

O pavor que se instalou nos nossos heróis era palpável. Um enorme tigre negro com asas de dragão sai daquela cratera. A última imagem a ser vista é a de seu ataque e alguém entrando em seu caminho para detê-lo.

–------------------------------------------------------------------------------------------------------

Uma importante partida de futebol está sendo travada nos gramados da escola Takeda Misurucky. O placar é de 1 a 1 e faltam menos de 2 minutos para o fim da partida. Estamos em 2005 no dia 1 de Agosto. Com a posse da bola, o capitão do time de azul comandava o jogo.

– Eu não vou perder essa partida! – dizia para si mesmo.
– Toca pra mim! – pedia o colega de time.
– Trava ele Dhaigo! – ordenava o goleiro do time adversário que de pronto foi atendido.
– Toca! – insistia o companheiro.
– Eu sou o capitão desse time! NINGUÉM ME PARA! – passa fácil pelo defensor e chuta.
– Droga! – salta, se estica todo e consegue desviar a bola, fazendo-a bater na trave e voltar nos pés do adversário.
– Droga! É MINHA! Dave?
Dave – ‘É a minha chance’ SEGURA ESSA! (chuta o vento e vai de costas ao chão. Alguém passou feito um raio e tomou a bola dele)
– Esse jogo não acabou Toni! – toca com a esquerda – Pega Jhony!
Toni – Nakashyro? Levanta Dave. AGORA!
Dave – Ai minhas costas…
Jhony – (recebe e toca antes de ficar marcado) Bartez!
Toni – ‘Essa não.’ (começa a voltar) Marquem todos! Não deem espaços!
Bartez – (recebe e vira no outro lado do campo) PEGA WILL! (a bola faz uma curva)
Will – (ajeita no peito e desce um balão no jogador adversário e toca) Vai lá Mikke!
Mikke – Vamos ganhar esse jogo! (dois zagueiros vão pra cima dele, mas são facilmente superados)
Toni – Façam o que puder! Quebrem a perna dele, mas parem ele!
Mikke – (ele corre muito, mas, mesmo assim, está longe do gol) ‘Não vou chegar! Vai daqui mesmo!’ TOMA!! (dá um chute)
– Que chute! – admirava o treinador.
– Droga! – o goleiro adversário se desespera.
Toni – Segura Brian!

A dor que Brian sentiu foi fielmente transmitida em sua voz quando aquele chute fez com que três dos dedos de sua mão esquerda entortassem. O juiz apita: gol, fim de jogo e a vitória por 2 a 1 do time A-2. Os vencedores comemoram enquanto o time A-1 esta preocupado com Brian.

Will – Professor!
Professor – Se afastem! (pega na mão do goleiro) Levem ele para a enfermaria! Ele vai ficar bem. Não precisam se preocupar! Todos pro chuveiro!
Toni – (Pega sua mochila e joga no ombro direito)
Mikke – Toni! (estende a mão) Belo jogo!
Toni – Me poupa, tá legal? Eu devia ter pegado aquele rebote ao invés do inútil do Dave! Nós iríamos vencer esse jogo! (se vira e vai andando)
Mikke – “Idiota!”
Jhony – CARA! QUE CHUTE!
Will – SOMOS OS TITULARES! SOMOS OS TITULARES! GRAÇAS A VOCÊ CAPITÃO!
Mikke – Não! Conseguimos juntos. Eu nunca conseguiria sozin… AH! (os companheiros de time o levantam e o jogam para o alto)
Jogadores – Mikke! Mikke! Mikke!
Professor – (vai pegar a bola e se queima) Ai! Mas o que… (toca na bola) Está… quente? E derretida. Como? (olha para Mikke) O que aconteceu aqui?

Alguns minutos depois, o sinal toca. É hora dos alunos irem para as salas. O assunto mais falado na sala foi o jogo.

– Belo chute, Mikke.
Mikke – Valeu!
Dolores – Muito bem alunos! Todos sentados! Sentados! Isso. Muito obrigada. Da pra ver que todos estão felizes com a vitória do time A-2 da nossa escola. Embora uns se alegram muito, outros vão ter que aturar!
Sala – Risos
Toni – Ninguém merece.
Dolores – Entretanto, vamos deixar as comemorações pra depois e vamos dar inicio a nossa aula, sim? (ela ouve batidas na porta) Um minuto classe. (vai em direção a porta.
Sala – (conversa)
Dolores – Uhum! Uhum! Oh! Claro! Atenção classe! Temos uma nova aluna entre nós! Queira entrar, querida!
– É… que… sou um pouco… tímida…
Toni – Sou um pouco tímida… Fala sério!
Dolores – Toni Kinaca! Mais uma insinuação dessas e será expulso das minhas aulas, entendeu?
Toni – Fazer o que né?
– Eu sabia. Não era pra eu estar aqui! – e se vira pra ir embora.
Dolores – Querida, espere!
Mikke – (se levanta) Hei, garota! (no corredor, ela para) Você ai fora.
Dolores – (olha para Mikke)
Alunos – (todos olham para Mikke)
Mikke – Er… oi!
–… Oi.
Dolores – (um gesto pela boca e pela mão indicando: continue)
Mikke – De… onde você é?
– Do Brasil.
Mikke – E… há quanto tempo você mora aqui?
– 2 dias.
Mikke – Você veio sozinha?
– Não. Vim com minha irmã.
Mikke – Qual foi… o motivo da mudança?
– (encosta na parede e leva uma das mãos a boca para abafar o choro) Problemas…
Mikke – E lá no Brasil, você tinha… amigos?
– (o choro toma conta dela e soluços são ouvidos) Tinha…
Mikke – Eu sei como é… sair do lugar que amamos e entrar em um mundo diferente… Nós sofremos da mesma coisa. Eu também deixei meus amigos em Xangai há 3 anos.
– E você nunca quis voltar pra lá?
Mikke – É claro que quero, mas a passagem é muito cara!
– (meio que um sorriso).
Mikke - Foi muito difícil me adaptar aqui. Achei que seria solitário, mas fiz novos amigos. Amigos que eu posso confiar. Mesmo estando longe de nossas verdadeiras casas, nunca existirão pessoas que nos rejeitem, por que em qualquer canto do mundo sempre haverá… (nesse momento, ela entra na sala)
Dolores – (comemora baixinho)
Alunos – Ela é linda.
Mikke -… Um lugar pra você.
– Obrigada – um sorriso lindo, as bochechas vermelhas e os olhos cheios de lágrimas.
Mikke – Meu nome é Mikke… Mikke Nakashyro.
– Eu sou Lysa Savana.
Mikke – (começa uma salva de palmas e os alunos, exceto Toni, o acompanham) Seja bem vinda!
Dolores – Ok! Ok! Classe! Chega de palmas! Parabéns outra vez Mikke. Você nos surpreendeu hoje. Lysa seja bem vinda. Tem um lugar vago ali perto da Laura, você pode sentar-se ali, sim?
Lysa – Obrigada professora.
Dolores – Será que agora poderemos começar a aula, sim? Muito bem! Hoje teremos aula de Português e nós…

A imagem vai se afastando: mostra a escola, o quarteirão, o bairro, o estado, o país, o planeta, a Lua, até chegar nos confins de Marte. Entrando pelo solo uma grande sala com vários computadores e máquinas humanoides é vista. Todos observando uma enorme tela mostrando imagens da sala de Mikke.

– Nenhum poder constatado, mas tem o mesmo senso de sabedoria. O senhor está realmente certo? – aparentemente o único humano entre as máquinas.
– Não só estou certo dele, como existem também mais três forças reunidas nesse mesmo local. – respondia o outro sem que sua face fosse revelada.
– Quatro? Isso é perfeitamente impossível senhor.
– Prepare tudo e avise-o. Chegou a hora.

E na escola, mais um dia de aula se acaba e todos se despedem. Toni é o primeiro a sair.

Dolores – Muito bem alunos! Um bom final de semana pra todos. Estudem bastante, pois teremos um teste na terça está bem? Até semana que vem!

Todos os alunos saem e Mikke se enrola para guardar seu material. O engraçado é que Lysa também. A mochila dele parece estar mais cheia e ele desfere golpes em um livro que não quer entrar nela.

Mikke – Entra! Vamos! (soco) Entra! (soco) Entra! (soco) Entra! (a mochila cai e as coisas também) Ah! Beleza (abaixa pra pegar)
Lysa – Deixa eu te ajudar. (pegando um livro)
Mikke – Ow… é… obrigado. (abaixa a cabeça e fica vermelho)
Lysa – (olha para ele e dá um sorriso) Que engraçado.
Mikke – O que?
Lysa – É que na frente dos seus amigos… você não ficou vermelho quando falou comigo.
Mikke – Não… é que… (termina de pegar as coisas) eu não esperava…
Lysa – Esperava o que?
Mikke – É que eu não esperava que você fosse tão lin… quero dizer eu não esperava… digo… não é que eu não esperava, mas eu não esperava… quero dizer… é… entendeu?
Lysa – Huum… não entendi. Mas tudo bem. Só queria te agradecer, por isso, obrigada Mikke.
Mikke – É… de… de nada.
Lysa – Bom… até segunda?
Mikke –… Até.
Lysa –… Tchau. (e vai caminhando)
Mikke – Tchau (desapontado). (quando ela virou a porta do corredor) Mas o que eu estou fazendo? (pega as coisas e corre) Lysa! Lysa espera!
Lysa – O que foi?
Mikke – Bom, é que eu estava pensando se você…
Lysa – O que?
Mikke -… é… fiquei pensando se… é que abriu uma sorveteria nova aqui perto e eu pensei se você…
Lysa – Você esta me convidando pra um encontro?
Mikke – Sim! Quero dizer, não. Sim! Não! Sim… ai!
Lysa – Mikke.
Mikke – Sim?
Lysa – Sempre quis experimentar o sorvete daqui. Vamos?
Mikke -… Vamos!

Enquanto isso, numa base militar.

Tenente – O que está acontecendo?
Empregado – Está assim a quase meia hora.
Tenente – O que? (se aproxima, rapidamente, começa uma análise nos computadores e vê que não existe nenhum engano) Não pode ser! Soldado!
Empregado – Sim Tenente!
Tenente – Dê um alerta geral imediatamente.
Empregado – O que? Por quê?
Tenente – Está questionando minha ordem? VÁ AGORA!
Empregado – Agora mesmo, Tenente! (e parte)
Tenente – (sozinha, ela se aproxima do painel, aperta um botão branco e um fone com microfone aparece. Aperta mais dois botões da mesma cor e começa uma ligação)
– Alô?
Tenente – Você sentiu?
– Eu sempre sinto, mas agora está se aproximando.
Tenente – O que irá acontecer?
– Vamos descobrir. (e desliga)
Tenente – Droga!

Saindo da escola, os portões se fecham.

Lysa – Eu também gostaria de conhecer um pouco daqui, pra não me perder.
Mikke – Eu poderia te mostrar-
– Mikke!
Mikke – Lika?
Lysa – Quem é?
Mikke - É minha irmã mais velha. (ela chega) O que faz aqui?
Lika – Mamãe me pediu pra te chamar, agora!
Mikke – Por quê?
Lika – Não faça perguntas, vamos agora! (o agarra pelo braço, mas ele se solta)
Mikke – O que você tem Lika?
Lysa – Algum problema sério?
Lika – Me desculpe, mas não dá pra explicar agora. Vamos Mikke!
Mikke – Vai indo na frente, eu te alcanço.
Lika – Por favor, não demora. (e vai)
Lysa – Ela é sempre assim?
Mikke – Só às vezes.
Lysa – Parece que o sorvete vai ter que esperar, não é?
Mikke – É uma pena (e o céu vai escurecendo) E também parece que vai… (olha para os lados: todas as pessoas estão olhando para o céu) Por que todos olham para o céu? (olha também. De entre as nuvens, vem surgindo uma enorme nave) O QUE É AQUILO?

Nas emissoras de TV, a programação muda.

Repórter – Atenção! Esse é um comunicado urgente da Tenente Geixa Sigren! Todos da cidade de Hong Kong, saiam da cidade imediatamente. Isso não é uma brincadeira! Todos da cidade de Hong Kong, saiam da cidade imediatamente! (e sai do ar)

Na nave…

– Solte os Cyfers.

As pessoas se assustam quando quatro cápsulas descem até o solo, próximo de onde Mikke e Lysa estavam. Elas se abrem e monstros horríveis saem de dentro delas. As pessoas começam a gritar e fugir.

Lysa – O que são essas coisas?
Mikke – Não sei. (um deles olha para Mikke e seus olhos, de pretos, ficam vermelhos) Mas parece que não gostam da gente! (pega Lysa pela mão) Vem comigo!
Lysa – Pra onde?
Mikke – Pra qualquer lugar longe deles! Corre!

Eles conseguem se afastar um pouco.

Lysa - O que… eram… aquelas coisas? Aqueles… monstros?
Mikke – Não sei, mas… também não sei se… quero saber!
Lysa – Espera… eu preciso… descansar… (ela apoia as mãos sobre os joelhos para descansar) Corremos tanto… e você… não tá… nem suado.
Mikke – Eu jogo futebol. Estou acostumado a…
Lysa – CUIDADO!

Ele se vira e vê o terrível monstro atrás dele pronto para dar uma mordida. Mikke afasta Lysa, mas ele é acertado pelas garras da fera e é jogado no meio da rua.

Lysa – MIKKE!

Quando o monstro estava preste a abocanhar Mikke, ele recebe uma pedrada na nuca. Quando se vira recebe outra pedrada na testa.

Lysa – Deixa ele em paz, vai embora!

O monstro se enfurece e se prepara para atacar Lysa.

Mikke – Lysa…
Lysa – (grito de pânico)

Um feixe de luz branco o acerta antes de chegar perto dela. O monstro, simplesmente, desaparece.

Mikke – O… que…
Lysa – Ele… sumiu.

Em um prédio, não muito longe dali, Lika está de joelhos, olhando para Mikke.

Lika – O que Venks Dregon quer com eles?

– Eu não sei, mas seja o que for (olha para a fortaleza) eu irei descobrir.



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