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 Escola de Espiões Capítulo 7 - Terroriste

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31032013
MensagemEscola de Espiões Capítulo 7 - Terroriste

Terroriste



Senhorita Espinosa falava comigo enquanto colocava gelo na minha testa na enfermaria. Sim, eu tinha ido parar lá.

Ela tinha me dado comida. Uma maçã. Mas era bom. Não queria ver carne nem tão cedo.

Ela tinha um nome que parecia mil outras coisas, né. Imagino que deve ter sido difícil na época da escola.

Eu lhe perguntei:

– Mas isso é seu nome ou sobrenome?

– É meu nome.

– Owh. – Eu disse pensativa. - Então você deve compadecer do meu caso.

Ela riu, passando uma pomadinha na minha testa.

É sério, podia ter parecido engraçado, mas no meu supercílio havia feito um corte.

Doeu ao toque dela e eu disse:

– Aqueles bolinhos de carne assassinos... Por que vocês deixam eles fazerem isso?

– Oh não. Ninguém deixa. Mas controlar esses meninos todos é meio impossível.

– Até parece. Um bando de criança imatura e louca...

Ela olhou para mim como se dissesse que meu teto é de vidro. Então me vi obrigada a continuar:

– Eu comparada a eles sou uma santa. A única coisa que eu já fiz de ruim no meu outro colégio foi... Bom, teve aquela vez que eu puxei o cabelo da minha melhor amiga e a gente começou a brigar, mas foi sem querer então não conta. Teve também aquela vez que eu descobri a senha do armário da menina que ficou com meu ex-namorado, assim que acabamos e eu joguei as coisas dela por todo o colégio. Mas isso foi agora no final do ano, eu não ia continuar naquele colégio mesmo, então também não conta...

Ela terminou seu curativo e levantou, arrumando sua bolsinha de primeiro socorros.

Sem me olhar perguntou meio que me recriminando:

– E as coisas antes disso? Você parece só estar me contando fatos recentes.

– Se eles são velhos, eles não vêem ao caso. Eu até já os esqueci. – Dei de ombros, bem inocente. – Mas a verdade é que eu nunca fui muitas vezes chamada para a sala do diretor...

– "Nunca fui muitas vezes" é uma construção meio estranha Angellicky.

– Mas qual o problema de todos eles aqui? O que leva alguém nessa idade a vir para uma escola como essa? Além de uma mãe pirada, que nunca te disse que trabalha para a CIA, te obrigar...

Essa seria uma história triste, eu sei.

– Bom, não temos só alunos financiados por instituições governamentais. Essa é uma escola muito sigilosa, como você vai perceber. É uma boa desculpa ser uma escola de línguas, já que temos gente de todo o mundo que vem para cá, em busca de treinamento para motivos diversos, que não faz parte do nosso serviço perguntar.

– O quê? Você está querendo dizer que vocês podem treinar terroristas? Aquele menino é mesmo um psicopata?

Ela riu.

– Nós tentamos orientar da melhor forma possível. Essas crianças ficam com a gente muito tempo. E quando saem daqui esperamos que saibam definir o que é certo e errado independente da instituição que os financiou.

– E vocês dizem que nem vocês sabem quem os estão financiando?

– Como eu disse, essa é uma escola seleta. Poucos sabem dela. Menos ainda têm condição de pagar por ela. Sabemos que temos alguns filhos da máfia, alguns de famílias independentes que prestam serviços sigilosos para outras organizações, agentes de governos, como o seu caso... E provavelmente várias outras situações que nos é parcialmente desconhecida.

Meu caso? Eu fiquei pensando um pouco e pela minha inédita quietude, eu acho que ela achou que eu estava entrando em pânico.

– Mas não se preocupe Angellicky. Se tivermos treinando terroristas, teremos dez outros alunos bem treinados que poderão agir para impedi-lo. Acredite é melhor que façamos isso aqui onde podemos influencia-los a mudar o pensamento e onde outros poderão conhece-lo, do que que ele seja treinado em uma base secreta em seu país, sem uma real visão do mundo.

Não sabia se ela tinha razão. A verdade é que eu nunca tinha parado para pensar sobre terroristas, espiões e nem nada assim.

Sempre achei esse um assunto muito maçante que parece que só existe na TV. Em filme besta e jornal escandaloso.

– Foi bom conversar com você, Nurse. - Eu disse, me colocando de pé ao descer da cama onde eu estava sentada. - Eu acho que vou vir aqui muitas vezes, então posso te chamar assim? Acho que soa melhor que Espinosa. - Confidenciei baixinho.

– Claro. Volte sempre. – Ahn... Aquilo soou estranho... - Mas não machucada! – Completou.

– Ah bom. - Eu disse rindo e sai da enfermaria.

JWHFhiiii
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