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 Instituto Gore Capítulo 1 - Chace

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31032013
MensagemInstituto Gore Capítulo 1 - Chace

É final de férias e cada um quer fazer uma coisa diferente nessa época.

Muitos têm que colocar em dia o que enrolaram para fazer nos dias de férias que já se passaram, alguns unicamente esperam. Como é o caso da maioria dos estudantes, esperam com aquela ansiedade e antecipação comum, de crescente paulatina, à volta às aulas.

Porém existe uma minoria que não está muito preocupada com isso.

No litoral da costa brasileira. Mais precisamente em uma ilha seleta e exclusiva da elite, próxima a estados nordestinos. Chace olhava souvernirs em uma loja muito iluminada para a noite que só acabara de cair.

A vendedora que o fitava insistentemente desde que ele entrou na loja, conversava com uma outra mulher e pareciam comentar sobre o garoto. Ele percebeu.

– Eu não sei o que eu faço Luiza! Ele está conseguindo patrocínio e vai em busca do navio sem nem ao menos me consultar!

– Eu não acredito que vocês estão atrás desse barco afundando ainda! Com essa síndrome obsessiva de vocês não é difícil imaginar porque o casamento terminou. – Divagou por um momento. – Na verdade ajuda a entender o porquê ele começou... Já que vocês são iguaizinhos.

– Eu sei, Luh. Eu já estava desistindo. Ele que insiste nisso. Você acredita que ele conseguiu almoçar com o senador! Eu aposto que ele ficou tentando fazer a cabeça daquele senhor sobre isso. Ainda parece estar cheio de gracinha com a filha do cara...

– Com a filha do senador?! Às vezes o meu irmão tem uns picos de sorte que é para dar raiva em qualquer um. Mas eu sou sua amiga, garota. E você deveria...

– É! Aquele safado. – Disse interrompendo a vendedora. – E comigo? Só o que eu consegui foi que permanecer nessa ilha acabou com todas as minhas economias, eu nem sei mais o que fazer...

– Eu sei o que você deveria fazer. Você deveria começar olhando para aquele garotinho riquinho ali perto da porta. Ele não tirou os olhos daqui desde que entrou.

– Quem?

Mariana perguntou tentando olhar discretamente para trás. Foi quando ela viu um garoto de aparência jovem, só de shorts, apresentando um corpo definitivamente escultural para qualquer homem de qualquer idade.

Isso a fez se animar de um minuto para o outro. Ela percebeu mesmo que ele estava olhando para as duas e era claro que ele não estava olhando para Luiza em seu cabelo amarrado meio desgrenhado e vestida no uniforme da loja.

Ficou feliz pela sorte de esse cara lindo e interessado ter vindo nesse horário que ela não estava trabalhando. Porque um cara como ele com certeza olhava para ela por estar parecida com uma madame local. Principalmente pelo seu biquíni e saída-de-praia que acabara de comprar, a mais cara que já ousara comprar, que por acaso iria ficar pagando ainda por muito tempo.

Ela parecia nesse momento se contorcer pela animação. Lançou um sorriso convencido para a amiga e indicou que ia se aproximar dele. A amiga também sorriu.

Quando ela se aproximou, o cumprimentou, muito diretamente como se já tivesse certeza de tudo que estava acontecendo por ali e não tivesse tempo para perder. Até porque ele era muito gato, loiro e provavelmente rico.

Mas seu jeito direto só pareceu assustar o garoto, que estava em frente a uma estante de artesanato com um vasinho de barro pintado na mão. Pelo menos era assim até o repentino nervosismo fazê-lo tentar colocar o vaso de volta ao lugar e bater a mão derrubando diversas peças de artesanato, que caíram como peças de dominó.

Ele tentou desesperadamente segurá-las e só fez derrubar as demais. Mariana ficou atônita diante da reação do garoto, qual era o problema dele? Estava tudo caindo e quebrando e eram peças caras. Ela até tentou ajudar, mas quando ela se aproximou para ajudar a segurar o que ia caindo, fez o garoto se afastar e esbarrar de vez na estante que foi ao chão.

Mariana colocou a mão na boca rapidamente para abafar um grito que soltara com o barulho da estante caída. O garoto olhava com pressa da estante para ela e dela para a estante, várias vezes, sem saber o que fazer. Então ele começou a pedir desculpas desesperadamente.

– Mas qual é o seu problema, garoto? – Gritou ela estupefata.

Com o barulho os outros dois clientes que estavam na loja, a vendedora e o gerente correram para o lugar. O gerente saiu de dentro de sua salinha que ficava lá atrás perguntando o que aconteceu.

O garoto tentou explicar, mas ele tremia.

– Eu... Eu... Me desculpem... Ela se aproximou... E eu fiquei...

– Esse garoto, Arnolde! Derrubou toda a prateleira! Você acredita?

– Você fez isso?

O garoto com a voz trêmula tentou explicar de novo.

– Me desculpem... Elas estavam ali olhando para mim... E quando ela se aproximou eu fiquei nervoso... Não sabia o que fazer... Desculpe...

– Aí então você derrubou toda a estante? Agora eu quero saber quem vai pagar todo o prejuízo.

– Senhor, desculpe... Eu posso chamar meu advogado aqui... Se você assistir às câmeras você vai perceber que não foi minha culpa... Desculpe... Me desculpe...

– Pare de se desculpar garoto! É claro que foi sua culpa. – Reclamou Mariana. Ela não tentou explicar mais nada, porque estava óbvio que a culpa era dele.

– ‘Peraí! O que é isso, senhor! Não precisa chamar advogado nenhum aqui. Você me passa um cheque ou cartão e está tudo resolvido...

– Não... Não tem problema. Vou ligar para ele. – Disse pegando o celular, quase o deixando cair também, ainda tremendo em choque. – É coisa de dez minutos. Então ele vai saber explicar para o senhor melhor do que eu o meu problema... É que... Eu me sinto intimidado... E sua vendedora... Eu... Ele sabe explicar melhor... Ele poderá negociar uma indenização com vocês. Celso? – Falou com alguém do outro lado da linha.

Os dois outros clientes que eram um casal ficaram olhando assustados.

– Ei, ei. Espera. Indenização? – A situação parecia ficar pior a cada instante, pensou o gerente. – Mas que história é essa de indenização? Não, não, só me explique melhor o que aconteceu. Não quer tomar um pouco d’água? Deixe seu advogado fora disso.

– Celso fala com ele... – O menino passou o celular para o gerente.

A mulher do casal de clientes que observava tentou opinar:

– Eu vi como essa mulher assustou o pobre garoto. Que horror... Coitado...

– Celso, querido! É só um mal entendido, não precisa se incomodar. Vamos resolver tudo por aqui. Seu cliente está em boas mãos. Sim, sim, fique tranquilo. Eu entendo. Vamos dar um vale para ele voltar aqui outro dia. Essa situação de estresse não irá se repetir por aqui.

O gerente sabia a importância dos clientes que passavam por ali.

– Eu vou poder mesmo voltar aqui outro dia? – Perguntou o garoto trêmulo, porém um pouco mais animado.

– É claro, querido! Fique a vontade. – Disse o gerente entregando o celular de volta para ele e correndo para trás do balcão.

Arnolde escreveu rapidamente um vale desconto de cinquenta por cento para o garoto e outro para o casal.

– Levem isso, como cortesia do estabelecimento. Desculpem pelo incidente, não irá se repetir.

O garoto estava com os olhos marejados, os enxugou e sorriu para o gerente. O casal também sorriu timidamente, pois ainda achava toda aquela situação um desaforo com o pobre garoto.

O homem do casal antes de sair do estabelecimento deu um tapinha de leve nas costas do garoto como se demonstrasse consonância. Chace saiu algum tempo depois deles, pois agradeceu novamente ao gerente e se abaixou para pegar o vaso de barro que tinha caído no chão, uma das poucas coisas que não tinham quebrado e levou com ele.

O gerente não falou nada e esperou o menino sair. Logo que ele saiu, Arnolde virou para a vendedora e para a Mariana e um escândalo se formou dentro da loja.

– Mas posso saber o que você tem na cabeça para arrumar essa confusão com um cliente? Vocês sabem que esse tipo de comportamento é extremamente proibido por aqui! Isso será descontado do salário das duas. Ah se vai!

Mariana tentou contra-argumentar, mas ele não deixou, interrompendo com mais uma enxurrada de xingamentos.

– Eu nem sei o que você está fazendo aqui! Não é seu horário de expediente. Você não compra nada, só perturba nossos verdadeiros clientes!

Ele berrava e Chace podia ouvir seus gritos lá de fora. O garoto sorriu, mas de um jeito diferente de antes quando ele ganhou o vale de desconto. Dessa vez era um sorriso arteiro, malicioso.

Ficou virado por um tempo olhando pelo vidro da loja enquanto o gerente gritava com as mulheres, o que permitiu Luiza a vê-lo sorrindo de maneira medonha. Então uma garota se aproximou dele lá fora, proferiram algumas palavras que se percebiam ser divertidas pelos sorrisos e ele passou o braço ao redor do ombro dela.

Saíram andando. Ele com um leve sorriso atrevido, que Luiza nunca iria esquecer.

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