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 Instituto Gore Capítulo 18 - NÃO DEVO DIRIGIR! ... Por que mesmo?

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31032013
MensagemInstituto Gore Capítulo 18 - NÃO DEVO DIRIGIR! ... Por que mesmo?

Isadora dirigiu seu carro só até a esquina da sua casa. Então ligou para seu motorista vir pega-lo e foi andando a pé o resto do caminho.

Não podia entrar na mansão dirigindo, porque tem muitos fofoqueiros por lá, que contariam para sua mãe. Que contaria para seu pai. Que acabaria com sua vida.

Então ela tinha um combinado com o Robson, o motorista, de deixar o carro para fora. Sem perguntar o porquê.

Ele era um cara legal. Não se metia no problema dos outros. Também só ele sabia desse esquema dela. Se sua mãe descobrisse ela já saberia na hora quem contou.

Era bom que os empregados da mansão tivessem medo dela mesmo. Porque só ela ficava em casa na maior parte dos dias.

Seus pais viviam viajando.

Seu pai era um turista por lá. Só ficava em casa quando vinha passear por Corumbá. No restante do ano ficava em Brasília.

Mas Isa até o encontrava bastante, às vezes mais do que ela gostaria. Ele insistia em vê-la pelo menos uma vez por semana. Às vezes ela perdia várias coisas importantes no final de semana por causa dessa insistência dele. Felizmente ela conseguiu deixar esses horários mais flexíveis e mais favoráveis a ela.

Não havia muitas coisas que uma garota não conseguia de um homem, se pedisse com jeitinho, não é? Ela pensava assim.

Pena que essa teoria não funcionasse com o Chace. Ou talvez ele não seja um homem. Que dizer, ele é um garoto ainda. Não conta.

Um garoto que andava muito assanhadinho, com muitas garotas por aí, mas ela não queria pensar sobre isso.

Passou pelo portão, empurrando a enorme cancela de metal logo que a acionaram. A cancela era automática, não se movia com Isadora empurrando. Mas Isa gostava de fingir que ela era forte o suficiente e a abria com suas mãos.

Daquele portão até sua casa, ainda era uma longa caminhada. Não entendia o porquê tinha que ser tão longe.

Pricíla, a mãe de Isadora, dizia que essa era uma casa antiga e tinha que ser mantido os padrões do jeito que eram. Para preservar a história.

Sua mãe gostava dessas coisas. A casa era cheia de móveis velhos.

Antigos, sua mãe diria.

Dando um ar à mansão de século passado.

Mas aos poucos Isadora ia redecorando a casa. Mudava um móvel ou outro. Sua mãe ficava tanto tempo fora que quando voltava nem notava a diferença. Ou tinha vergonha de perguntar se algo mudou, entregando que não conhecia a própria casa.

Talvez não quisesse admitir ser uma mãe ausente.

Isadora não achava que ela fosse. Assim como seu pai. Conversava com eles por mensagens a todo o momento.

Gostava inclusive que eles fossem viajar e deixassem a casa em seus cuidados. Isso a fazia se sentir importante.

Seus pais eram pessoas muito importantes. Seu pai era senador a mais de trinta anos. Muito antes de ela nascer, obviamente.

E sua mãe era presidente da maior empresa de seguros dos país. Isadora achava que os dois combinavam demais um com o outro. Um casal de amantes apaixonados e poderosos. Seus pais eram perfeitos.

Ela tinha orgulho deles.

Seu pai era um pouco mais velho do que sua mãe. Talvez bem mais velho. Mas isso não era nenhum problema, pois sua mãe era uma mulher segura e muito inteligente. Eles eram felizes juntos, isso era o que importava.

Se ela pudesse ser um dia, metade do que seus pais são, tanto em relação à felicidade quanto ao sucesso, já seria muito.

Muito. Muito mesmo. Muito o bastante para ela ter certeza que não conseguiria. Não gostava de pensar sobre isso.

Isso era um pouco angustiante. Apertava sua garganta.

E agora não é momento para sentimentos de angustia.

Porque quando ela estava subindo a escada para a entrada principal, um garoto saía de lá a todo o vapor sem sequer reparar nela para desviar, já que ela vinha andando calmamente, mas também com a cabeça nas nuvens.

Eles se trombaram. Ela quase caiu, mas ele a segurou.

– Você machucou?

– Qual é o seu problema? – Disse ela se chacoalhando para fazê-lo solta-la. – Você não sabe olhar por onde anda, não?

Ele ficou sem graça sem saber o que falar frente à agressividade dela.

Ela olhou para ele melhor e o reconheceu.

– Ah! Você! – Apontou para ele tendo uma mudança de temperamento repentina. – O que você tanto mexia no seu cabelo hoje de manhã? Ele não parece ruim. – Interessou-se Isa pegando no cabelo dele. – Na verdade parece melhor de perto do que parecia pelo vidro do meu...

Ops. Talvez não fosse uma boa ideia falar desse assunto. Muito menos ali.

– Do seu o quê? Você me conhece?

– Não. É só que para um japa, seu cabelo longo e meio ondulado é bem legal. Só isso.

Ao dizer isso o carro vermelho dela acabara de ser estacionado ali do lado da casa.

O garoto olhou para o carro parecendo reconhecer.

– Então é isso. Eu tenho que entrar. Tchau. – Disse ela correndo para a porta.

– Ei, ‘peraí. Eu sei quem é você. Você estava naquele carro hoje de manhã, né?

– Não, claro que não. Alias o que você está fazendo na minha casa, posso saber?

– Essa casa é sua então?

– É. Desde que eu me lembre.

– Eu vim por causa de um emprego... Sabe? Você não parece ter idade para dirigir...

– Eu já disse que eu não estava. Quer dizer, estava naquele carro lá. Mas não dirigindo. Como você bem sabe.

– Não. Você estava dirigindo.

– Não estava não! Repete comigo: “eu-não-dirijo-carros,-porque-eu-não tenho-dezoito-anos”. – Disse ela articulando bem cada palavra querendo que ele repetisse.

– Só-se-você-me-der-um-emprego. – Disse ele imitando ela, abrindo a boca mais do que deveria para falar cada palavra.

– Beleza. Tá contratado. Feliz? Agora tenho que entrar. E vai repetindo esse mantra, para você não fazer coisas erradas por aí.

Ela entrou e ele a seguiu.

– Ei. O que você está fazendo?

– Você me contratou.

– Pois é. Agora você pode ir.

– Ir para onde?

– Sei lá. Você que queria ser contratado, não sou eu que estou precisando de empregados.

Ele só continuou olhando para ela, meio decepcionado, tendo certeza de que ela estava brincando com ele.

– Tá bom. Procura o Narciso para lá. – Apontou para uma porta. – Daí ele vai te dar um uniforme e você pode fazer alguma coisa por aí. A casa é grande. Sempre tem alguma coisa para fazer.

– Eu quero trabalhar na cozinha.

Por quê? Será que tinha alguém lá que ele estava interessado?

– Não. Você é muito abusado. É a minha casa. Você trabalha onde eu quiser. Depois que você colocar seu uniforme você tem que aprender a parar de falar comigo assim, beleza?

– Beleza. – Disse ele para irritar.

– Ótimo.

Ela deu as costas finalmente e subiu as escadas que tinham no meio do hall de entrada.

– Eles não vao querer me contratar. Já me disseram não uma vez. – Ele gritou para ela que já estava lá em cima das escadas.

– Vão sim. Diz que você é meu amigo.

Então ela sumiu da visão.

Desde quando ela iria ter amigos como eu? Quem iria cair nessa? Ele pensou. Mas resolveu tentar mais uma vez.

Pior que ele nem sabia o nome dela. Ele teria que disfarcar muito bem ou ter muita sorte.

Pensando sobre sorte. Talvez ele tivesse acabado de gastar alguns litros da dele naquele simples esbarrão.

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