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 Instituto GoreCapítulo 33 - Campo de batalha

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31032013
MensagemInstituto GoreCapítulo 33 - Campo de batalha

Emilly estava sentada na muretinha do jardim da casa de Rômulo, olhando o vento batendo nas flores do cercado ao seu lado.

Tinha ido até a casa dele como tinham combinado. Não iria fazer isso, mas antes que pudesse perceber estava seguindo na direção dessa casa.

Era estranha e ridícula a ideia de seu pai, fazendo parecer que ela realmente dependesse dele. Se tem uma coisa que ela conseguia ter certeza que queria alcançar, uma única meta, que percebeu nesses dias conturbados e nebulosos que viveu, era independência.

Não depender de ninguém e ainda assim poder fazer e ter o que quisesse. Será que isso algum dia será possível? Conhecia pessoas independentes. Talvez não completamente. Talvez essa parte seja um pouco limitada.

Mas lutaria para tirar o máximo de independência de seus dias que a vida a permitisse.

Nem que para isso tivesse que concordar com seu pai por enquanto.

Sabia porque ele dizia o que dizia sobre Rômulo. Querendo ou não ela estava namorando Rômulo de Campos Sardanha. Ele era filho do dono do maior banco do país. Para o seu pai isso era realmente uma maravilha.

Ela poderia usar isso para favorece-la, obviamente. Mas realmente não tinha vontade. Aí está a questão de independência. É você poder ir atrás do que você quer, da forma como você quer ou se sente melhor.

Bom, por enquanto ela não tinha essa regalia. Talvez por enquanto deveria usar seu relacionamento para favorecer sua família como todos dizem ser o melhor.

Então não podia perdê-lo, de qualquer forma não queria perdê-lo. Estava fazendo milhares de coisas que qualquer pessoa já teria desistido dela, mas Rômulo não. Ele era realmente persistente. Talvez ele só gostasse dela mesmo de verdade.

Então ficando com ele seria bom por vários motivos de uma única vez. Ficar com ele era o melhor.

Emilly só teria que parar com as técnicas de afastamente e começar com umas de aproximação. O problema é que ela nunca soube se estava preparada para um relacionamento mais profundo. Não sabe se está preparada a isso com ele. Nem quanto a sentimento, nem quanto a intimidade.

Fechou os lábios em uma linha rígida, enquanto dizia a si mesma que não tinha essa possibilidade de ficar fazendo drama sobre coisas tão banais. Iria fazer o que precisava... Porque nesse momento ela precisava.

Estava esperando o Rômulo chegar, pois sabia que ele só teria uma aula de Jump Contact a tarde e logo depois viria para casa.

Quando ele chegou, passou correndo para subir as escadas indo para o nártex da casa, mas logo voltou dando passos para trás e olhando para o lado para confirmar o que seus olhos tinham visto.

Viu Emilly sentada em uma mureta perto de um canteiro de flores do jardim de frente da casa. Ele realmente não poderia esperar por isso, mas ficou muito feliz por ter acontecido.

– Nossa, não esperava você por aqui hoje. Você não falou mais nada...

– Não devia ter vindo? Porque está tudo bem, eu posso ir embora.

– Não, claro que não. Por que você não entrou? Leandro abriria a porta para você.

– Preferi esperar aqui.

– Desculpe te fazer esperar. Se eu soubesse tinha vindo mais cedo.

– Vamos entrar. – Ela disse subindo as escadas brancas em direção a casa.

Leandro gostava muito de Emilly e serviu para eles em uma grande sala de estar gelada, alguns biscoitos caseiros e suco. Ele também ligou a larreira deixando um ambiente muito aconchegante e dourado.

Emilly olhou ao redor, fazia tempo que ela não entrava na casa de Rômulo. Não tão dentro, normalmente só ia até o hall de entrada.

– É muito bonito aqui.

– Você acha? Acho um pouco chato e deprimente. Às vezes.

Ela riu e se sentou perto da larreira, quando teve uma ideia e perguntou animada:

– Tem machimelos? E gravetos?

Ele não esperava por isso e riu meio desconcertado.

– É talvez. Vou ver com o Leandro.

Então em pouco tempo eles estavam esquentando machimelos na larreira e rindo enquanto se queimavam tentando comer. Ou enquanto queimavam os pobres machimelos.

Emilly pegou um pedaço e foi colocar na boca de Rômulo que reclamou por estar quente demais, então ela o beijou para passar a dor, foi aí que começou um rumo não muito confortável para eles.

Os dois se deixaram envolver no beijo por um longo tempo, até que ele começou a descer a mão por suas costas, meio indeciso se iria mesmo levantar sua blusa.

Ela não fez nada por um momento, só permanecia o beijando, quando percebeu que a situação estava meio tensa para ambos, indecisos se dariam um passo a mais, porque ali naquele momento, aquilo iria acontecer.

Ele só não queria fazê-la se distanciar dele de novo, mesmo que isso significasse esperar por mais tempo ela querer ir mais além com ele.

Então a garota que tomou a iniciativa e puxou blusa do uniforme do Instituto que ele estava usando, para cima. Ele a ajudou, facilitando para sua blusa sair e aí já sem medo, explorava a bariga dela com suas mãos também levantando sua blusa, se aproximando de seus seis, até que ele ia levanta-la para tira-la. Emilly estava indo o ajudar a tirar agora sua baby-look do uniforme, quando alguém acendeu a luz da sala.

Os dois que estavam sentados no tapete fofo do chão, pararam o que estavam fazendo. Rômulo começou a querer olhar em direção a porta. Porém Emilly o vendo afobado começou a achar engraçado e puxou seu rosto para continuar beijando-o.

– Espera um pouco... Alguém chegou.

– E qual o problema? – Ela perguntava divertida ainda o beijando, não podendo deixar de rir em perceber a confusão no garoto em decidir se iria só aproveitar os seus beijos ou se preocupar com quem tinha entrado.

Ele a beijou uma última vez e colocou sua blusa se levantando, no momento em que sua mãe e um cara alto e oriental, bem sério, apareceram na porta da sala que os garotos estavam.

– Rômulo! Posso saber o que você estava fazendo? Na minha sala?

Ele riu retirando seu olhar irritado, que tinha lançado para sua mãe chegando acompanha daquele idiota que ela dizia que iria trazer.

Estava irritado não somente por eles terem aparecido agora, mas estava realmente irritado com sua mãe já há um tempo, pois simplesmente não gostava nenhum pouco das últimas atitudes e decisões que ela vinha tomando.

– Nada que você nunca tenha feito. – Respondeu irônico.

Emilly continuava sentada, agora com a blusa já no lugar, se divertindo um pouco com a situação.

– Olha, mas que atrevido esse garoto! Você tem que aprender que não deve falar assim com sua mãe. – O severo Choi brigou defendendo Maísa. – Você não tem respeito pelos mais velhos? Posso ver por essa sua atitude. – Disse apontando para o tapete. – Que você não tem respeito por nada.

Rômulo respirou tentando se controlar. Não iria brigar com esse cara, não agora.

Emilly se sentiu ofendida também, mas só levantou a sobrancelha surpreendida de como esse cara falava com Rômulo. Iria ficar com raiva se o garoto não tivesse roubado toda a raiva do mundo, já para si.

– Senhora Maísa, se quer respeito, passe a se dar ao respeito. A primeira coisa que você faz quando chega em casa é gritar comigo, deixar um estranho fazer seu trabalho de mãe e não sei se você percebeu, mas você nem ao menos cumprimentou a Emilly.

Maísa pareceu assustada ao vê-lo falando assim, não gostava que seu filho a chamasse de senhora, Rômulo fazia isso quando estava irritado com ela. Talvez ela não fosse a melhor mãe do mundo, mas estava realmente tentando.

Procurou tempos pelo melhor marido que pudesse arrumar e demorou porque não estava pensando só nela, queria um pai de verdade para Rômulo, alguém que se preocupasse, não alguém que só lhe desse um cartão novo para cobrir qualquer erro.

Havia tentando apresentar Choi para ele várias vezes, mas Rômulo sempre dera um jeito de fugir dos encontros que ela programava.

Então percebendo que era Emilly sentada no carpete comendo machimelos, sorriu para ela e acenou. Achava Emilly uma boa companhia para Rômulo, porque sabia o quanto seu filho gostava dela.

Emilly fez o mesmo acenando para Maísa, com seu sorriso divertido pela situação. Nunca tinha visto alguém falar com Rômulo como esse cara “japa” havia falado, como se Rômulo fosse uma criança.

Ela levantou quando seu namorado lhe estendeu a mão com intuito de sairem dali.

Então Choi ainda meio raivoso continuou:

– Não achem que isso irá acontecer nessa casa de novo.

O que esse cara estava falando? Ele estava pensando que está casa era dele ou o quê?

– Fique calmo Choi. Tenho certeza que os dois não estavam fazendo nada de mais... – Maísa então tentou acalma-lo.

– Nada de mais... Eu vi muito bem o que eles estavam fazendo. Além do mais eu tenho uma filha adolescente que frequenta essa casa, não quero que ela fique presenciando cenas desse tipo. Pode deixar, seu filho vai aprender a se comportar também. Vou coloca-lo nos eixos...

Ele ainda falava quando Rômulo e Emilly se afastavam.

– Ah. É Choi, não é? – Rômulo então se virou perguntando, quando não aguentou mais se segurar. – Por falar nisso, cadê sua filha? Talvez você devesse se preocupar em saber, já que você mal chegou e já a deixou sozinha em uma cidade estranha, ela pode simplesmente ter conhecido algumas meninas na escola que lhe apresentaram alguns meninos e que podem estar fazendo tudo isso e muito mais que você está imaginando aí. Tome cuidado, pai exemplar...

Maísa sentia sua cabeça doer. Ela parecia ter transformado sua casa em um campo de batalha sem saber. Sentia-se perdida e completamente desrealizada.

Rômulo chegou no hall acompanhado de Emilly e se despediu dela se desculpando pelo escanda-lo do seu “pai” postiço provisório.

– Eu não sabia que ela fosse chegar tão cedo. Achei que ainda tinha mais um dia de paz.

– Está tudo bem. – Ela disse dando de ombros. – Foi divertido.

– Vamos fazer isso mais vezes. – Rômulo falou e ela riu dele falando isso. Então ele percebeu o quanto pervertido aquilo podia ter soado. Tentou corrigir. – Eu quero dizer... Você vir aqui. Você sabe que pode vir quando quiser...

– É sei. A gente se vê. – Acenou e saiu abrindo a porta principal.

– Amanhã. – Ele completou.

Enquanto descia a escada para o jardim Emilly percebia que se sentia aliviada de nada ter acontecido, de verdade ainda se sentia muito insegura, mesmo que não quisesse demonstrar. Rômulo sempre esperava que ela fosse perfeita. Mas como ela poderia ser perfeita em algo que ela nunca fez.

Gostaria que fosse algo sincero entre eles, mas nunca foi, desde o início.

Isso só estragaria toda a imagem que ele tem dela. Talvez mostrasse para ele que essa pessoa que ele gosta tanto, não existe. Não existe mais, ou talvez simplesmente, nunca existiu.

Ia pensativa entre as plantas do jardim quando viu uma garota caminhando com um sorriso no rosto olhando para o alto das árvores. Era uma oriental com longos cabelos pretos e um sorriso inocente e muito bonito.

Emilly sabia quem era só de seus olhos passarem por ela. E logo pensou que não parecia a pessoa que estaria fazendo vocês sabem o que, com alguém na escola a essa hora.

Quando a menina passou ao lado de Emilly, sorriu e acenou com a cabeça em um cumprimento.

Talvez ela fosse uma boa influência para Rômulo. Ou talvez Choi não fosse tão ruim assim.

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