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 A Bruxa Elementar Capítulo 4

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MensagemAutor
20042013
MensagemA Bruxa Elementar Capítulo 4

4 - Segredos e Encontros





Alyssa


Quando o sinal tocou, suspirei aliviada.

A duplicata iria embora e pararia de me encarar.

Só que não foi isso que aconteceu.

Eu estava distraída anotando algumas coisas em meu caderno quando a duplicata se aproximou da mesa.

– Você é nova por aqui, não é?

Estreitei meus olhos levemente.

– Sim, sou... ah, qual seu nome? – perguntei curiosa.

A garota sorriu estranhamente.

– Sou Elena Gilbert. – respondeu.

Ela se aproximou um passo da mesa e olhou profundamente em meus olhos.

– Eu queria conversar com você em um lugar mais privado, podemos? – falou, tentando me hipnotizar.

Ela queria se alimentar, isso era óbvio... mas não seria de mim.

– Por que eu iria? Acabei de lhe conhecer... – observei, me fingindo de confusa.

Elena franziu a testa surpresa.

– Você não... – ela deve ter tido algum estalo, pois me olhou como se compreendesse. – Você usa verbena, suponho.

Ergui a sobrancelha.

– Não é só a verbena que impede vampiros de hipnotizarem, sabia? – deixei escapar.

Ela franziu a testa um pouco surpresa, mas logo estreitou os olhos pelo meu tom de voz.

Eu estava cutucando a pessoa errada, ou melhor, a vampira errada, podia sentir o perigo emanando dela, mas desta vez eu não seria coagida como aquele híbrido desgraçado fez. Eu mostraria minhas habilidades belamente guardadas.

Ela olhou-me estranhamente, sabia que eu estava marcada, mas eu não a temia, tinha algo muito errado com ela.

O vampiro que havia sentado ao lado dela na sala hoje pegou seu braço.

– Elena, não. – falou baixinho.

– Stefan, larga meu braço. – falou ela irritada. – Você se aproveita de qualquer brecha para me tocar, não é?

– Elena, não começa...

– Vai mentir para mim agora, Stef? – disse ela provocante.

Ooooooook, hora de parar o blá-blá-blá.

– Ah, eu sei que não deveria me meter, mas já fazendo isso, vocês não deveriam estar indo para as suas próximas aulas? – perguntei.

Elena voltou a se concentrar em mim.

– Me diga Alyssa, o que veio fazer em Mystic Falls? – perguntou ela.

– Não lhe diz o devido respeito. – levantei da cadeira. – Agora, se não se importa Stefan, poderia tirar sua amiga de minha frente?

Ela me olhou chocada, mas logo mostrou a assassina que havia dentro de si.

– Você não sabe com quem está mexendo.

Sorri perversamente.

– Tente fazer algo, qualquer coisa, e irá se arrepender. – falei. – Depois não diga que não lhe avisei.

Stefan deu um puxão no braço dela e saíram da sala.

Que maravilha! Meu primeiro dia em um trabalho e já era odiada por uma aluna duplicata e vampira, que demais!

Nessa eu deveria ter me controlado... mas eu não suportava quando um vampiro tentava me hipnotizar, era irritante!

Eu sentia aquela coisa estranha cutucar meu escudo, mas não o ultrapassar, sensação incômoda, acredite.

Passei o resto da manhã e um pedacinho da tarde na escola observando as aulas de Shane. Ele era comunicativo, extrovertido, legal, mas algo nele me fazia ficar desconfortável, do mesmo jeito que Silas me deixava desconfortável, vendo de certo ângulo...

O sinal tocou, tirando-me de meus devaneios.

Enquanto os alunos saíam, eu arrumava minha bolsa e ouvi a voz de Shane perto de mim.

– E então? Gostou do primeiro dia? – perguntou.

Sorri.

– Foi melhor do que eu esperava. – tirando o fato de a duplicata ter me marcado.

Ele sorriu satisfeito.

– Que bom, então nos vemos amanhã?

Assenti.

– É claro.

Nos despedimos e eu saí da sala, me deparando novamente com Matt.

– Será que vamos nos encontrar só assim? – perguntou sorrindo.

– Pelo jeito sim. – respondi, sorrindo também.

– E então, já conhece a cidade? – ele perguntou.

– Ainda não tive a oportunidade. – falei. – Cheguei ontem na cidade.

Ele ficou pensativo até chegarmos à saída da escola.

– Bem, eu trabalho em um estabelecimento na cidade, posso lhe dizer onde fica e você ir lá pra... sei lá... descontrair um pouco... – deixou a frase se dissipar, como se eu não fosse cogitar a possibilidade.

Mas eu gostei.

– Me diga onde fica, apareço hoje à noite. – falei mostrando meu melhor sorriso.

Ele sorriu alegre e me explicou como se chegava lá.

Hoje eu iria conhecer um pouquinho de minha nova cidade, e algo me dizia que seria melhor do que o esperado... ou perigosamente fascinante.


*******************

Coloquei uma calça jeans clara, as mesmas botas country, uma blusa azul marinho, minha jaqueta de couro e meu colar inseparável. Peguei meu celular, minha carteira, dei uma olhada em meu cabelo – que por uma benção dos céus ficou liso e baixinho caído em meus ombros – e desci empolgada até dar de cara com Silas de braços cruzados e cara amarrada em frente à porta.

– Por que você está com essa cara de quem comeu e não gostou? – perguntei enquanto pegava minhas chaves.

Ele olhou-me de cima a baixo.

– Onde pretende ir? – perguntou ignorando a minha pergunta.

– Não te interessa. – falei e passei por ele indo para a porta.

Ele pegou meu braço e me virou.

– Vou perguntar outra vez: onde pretende ir?

Estreitei meus olhos e o olhei mais minuciosamente, ele estava tenso, preocupado com algo – ou no caso comigo –, estranhamente misterioso...

– O que está escondendo de mim? – soltei.

Ele olhou para outro lado.

– Se você esconde as coisas de mim, como eu poderei confiar em você?

Silas fechou os olhos bem apertados, mas não falou nada para se defender.

Comecei a me irritar.

– Saia de minha casa, não apareça mais em minha frente até que você me conte tudo o que guarda a sete chaves em sua mente.

Ele arregalou os olhos.

– Ally, eu estou fazendo isso para o nosso bem! – falou ele, desesperado para que eu entendesse. – Existem muitos vampiros, bruxos e um híbrido em particular que fariam de tudo para tê-la como prisioneira ou que você devesse um favor a eles.

Eu sabia que a maior parte do que ele estava falando era verdade, mas de uma coisa ele sempre esquecia: eu tinha forças e poderes suficientes para cuidar-me sozinha.

Puxei meu braço de sua mão.

– Sei que tem razão, mas tenho habilidades suficientes para me defender sozinha, você mais do que ninguém deveria saber sobre isso.

– Ally, me escute...

– Não Silas, você me escute. – falei irritada. – Eu não sou um objeto para você guardar em um cofre nem mesmo uma pessoa que você tenha o poder de persuadir e manter dentro desta casa, eu irei sair e você não poderá impedir.

Virei as costas e fui até minha garagem, entrei em meu carro, dei a partida e o tirei devagar, pois, se eu arranhasse a pintura, eu mesma me mataria.

Apertei o botão para fechar a garagem e, quando vi Silas encostado na soleira da porta irritado, tive uma bela ideia. Selei a casa e, como somente eu poderia estar dentro, Silas foi jogado em uma das árvores que cercavam a casa.

Eu raramente bancava a má, mas essa Silas mereceu, acabei rindo de minha própria brincadeira.

Dirigi tranquilamente na direção que Matt havia me explicado estranhamente alegre.

Estacionei na frente do estabelecimento, tirei as chaves da ignição e desci, sentindo o aspecto do ambiente. Entrei e olhei em volta, era confortável, por falta de palavra melhor, tudo feito de cores amadeiradas e belamente convidativo.

Acabei localizando Matt atrás do balcão de bebidas e fui até ele.

– Pensei que não viria mais. – observou dando um sorriso de canto.

– Tive um pequeno contratempo, nada demais. – falei simplesmente. – Quero uma cerveja.

– É pra já. – disse e foi buscar.

Eu estava admirado o ambiente quando uma garota entrou, ela era alta, cabelos loiros ondulados, tinha olhos verdes e estava vindo na direção de onde eu me encontrava.

Ela se sentou na hora que Matt estava voltando com minha cerveja.

– Oi Caroline. – ele falou enquanto me entregava a bebida.

Ela deu um suspiro e falou um oi sem muito ânimo.

Matt franziu a testa.

– O que houve? – perguntou. – É a Elena, Matt. – falou com a voz um tanto entristecida. – Ela não é mais a mesma desde que Damon desli... – Ela se interrompeu olhando para mim. – Acho melhor eu falar disso depois.

Damon? Ela conhecia meu salvador? O que ele tinha a ver com Elena?

– Caroline, essa é Alyssa. – disse Matt me apresentando. – Ela é a nova assistente do Shane na escola e é nova na cidade também.

Ela olhou para mim com um sorriso.

– Seja bem vinda a Mystic Falls.

Sorri.

– Obrigada Caroline.

Acabamos conversando muito, Caroline era extremamente legal e um tanto extrovertida, ela era uma pessoa que se tornaria uma ótima amiga, mesmo sendo uma vampira. É, Caroline era uma vampira, aura vermelha pra caramba.

Passamos umas boas duas horas conversando e rindo. Matt tinha dito algo super engraçado e estávamos rindo muito até Caroline olhar para a porta e seu rosto ficar sério. Matt acompanhou a direção do olhar dela e ficou sério também, fiquei curiosa e olhei para trás.

Não foi exatamente uma boa ideia, pois Elena tinha acabado de entrar, com Stefan em seu encalço e logo em seguida um cara alto, de cabelos negros e estilo um pouco bad boy entrou e olhou em volta e seus olhos pararam em mim.

Aqueles olhos... os olhos azuis de meus sonhos! Não podia ser, eu não queria que fosse.

Tirei uma nota de minha carteira e passei para Matt.

– Tenho que ir, a gente se vê. – falei rapidamente. – Tchau Caroline.

Ela me transmitiu um sorriso tenso.

Saí passando rente ao vampiro de olhos azuis – mais um, quantos vampiros existem aqui?!? -, não queria nenhuma oportunidade de falar com ele, queria sair dali e não voltar a vê-lo, mas algo me dizia que não seria assim.


Damon


Eu, Stefan e Elena entramos no Grill e todos ficaram repentinamente quietos. Ok, eu sabia que Elena estava diferente, mas não sabia que estava dando tanto impacto assim.

Dei uma olhada em volta e acabei vendo uma garota de cabelos castanhos e olhos azuis... aqueles olhos, eu já havia os visto, mas onde?

A garota ficou tensa, deu uma nota para Matt e saiu passando rente a mim, o que deu para sentir seu cheiro, que era doce, tentador... diferente.

Não consegui reter o impulso de segui-la e saber quem ela é.

E o que tem de especial em seu sangue.
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