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 Nem Sempre É Como Queremos - Capítulo 22 - A Humana e o Lobo

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MensagemAutor
28042013
MensagemNem Sempre É Como Queremos - Capítulo 22 - A Humana e o Lobo

Capítul opara a Anne e o nosso Jacob lindo...

P.D.V Anne

Quando cheguei em casa Jacob me acompanhou até o quarto.

–Leva roupa de banho- Hãm?

Ele não estava pensando que eu ia entrar na água né?

Ele percebeu minha surpresa.

–Para irmos à cachoeira oras.

Ele sorriu bobo e me puxou para seus braços quando eu penteava os cabelos.

–Tá bom, mas e se eu cair?- ele revirou os olhos e riu.

–Eu te seguro- dizendo isso ele me apertou em seu abraço de aço. Depois que coloquei um shorts jeans curto e apertado e uma regata preta fomos para La Push.

Jacob morava em uma casa de madeira, vermelha desbotada, perto da floresta, entrando em uma trilha e andando mais alguns minutos chegávamos a praia.

Quando chegamos à casa de Jacke, Billy nos olhava da varanda da casa.

–Oi Billy- ele sorriu um pouco e piscou para Jacob.

–Oi Anne- respondeu Billy- Jacob não me avisou que você vinha, deviam ter trazido Laiza também.

Lembrei que Jacob tinha me contado que o pai, assim como ele não gostava nada nada dos vampiros.

–Ela ficou com ele – respondeu Jacob contrariado, e ao perceber seu tom de voz eu o belisquei.

–Ai Anne – Billy gargalhou e Jacob me puxou para dentro.

–Deixe suas coisas aqui – ele apontou para sua cama de solteiro, que estava toda bagunçada.

Larguei a mochila e olhei ao redor do quarto. Acima da cama encontrava-se uma prateleira cheia de carrinhos e com uma escultura de lobo, entalhada em ferro.

–Gostou? – perguntou ele, analisando a estatueta sorridente.

–É lindo – ele pegou e colocou em minha mão. Percebi que era bem pesado. Quando devolvi a prateleira ele estava com uma caixinha preta nas mãos.

–É para você! – colocou a caixa de veludo na minha mão esquerda.

–Jacke eu...- ele me interrompeu.

–Abre! – quando abri vi uma pulseira de prata com um pingente de lobo, assim como o da escultura, suspirei de alivio e sorri.

É muito lindo, obrigada – o abracei e ele afagou meus cabelos, quando inclinei minha cabeça para olhar em seus olhos ele uniu nossos lábios, reagi agarrando os cabelos de sua nuca, nossos lábios se moviam se moldando um no outro, o beijo ficou intenso e senti um leve calor em meu rosto, ele passou as mãos em minha cintura, puxando-me para ele. Eu senti o sangue cada vez mais forte em meu rosto, logo senti sua língua em meus lábios, abri um pouco os meus lábios, ele retirou após tocar na minha e mordiscou meu lábio inferior. Eu o senti arfar e nos separamos.

–É... eu... hãn, vamos? – falei embaraçada.

–Vamos!

Andamos um pouco pela trilha, Jacke com uma mão em minha cintura, me dando segurança.

Quando saímos em um vazio de árvore, eu analisei a água transparente, mostrando as pedras no fundo do lago, ele aparentava ser fundo até minha cintura. A água desabava de uns vinte metros de altura, de montanhas rochosas, negras e avermelhadas. Sentei em uma pedra, na beira da água, molhando apenas meus pés. Jacob retirou a camiseta branca, mostrando seu tórax definido e seus músculos fortes, ele era muito lindo.

Fiquei analisando seu corpo marrom avermelhado, ele me encarou e eu corei pelo flagra. Ele sorriu de algo e subiu em um pulo em uma pedra a uns três metros do chão, e seguiu para outra um pouco mais alta, e para outra.

–Jacke! – o censurei, ele sorriu e pulou na água.

No momento que ele pulou parecia um animal atacando, mas quando tocou a água em um baque surdo fez com que jorrasse água para todos os lados, me encharcando.

–Jacob Black! – me levantei olhando minha roupa um tanto molhada. Ele saiu da água rindo e veio em minha direção.

–Vem Anne! Entra na água.

–Não, eu não quero entrar, está muito gelada.

Ele me abraçou, seu corpo mesmo molhado, ainda era quente.

–Se você ficar com frio eu te esquento.

–Seu convencido

Coloquei a cabeça em seu peito e fiquei por uns instantes ouvindo a batida de seu coração.

–Vem Anne? – ele se afastou segurando minha mão na sua, me puxando em direção a parte mais funda do rio.

–Não... fiz biquinho e ele riu.

–Você que pediu!

Quando fui perguntar sobre o que ele estava falando ele me pegou em seus braços, me tirando do chão rapidamente, andando para a água fria.

–Jacke! Para, não faz isso...

Eu gritava e ele começou a entrar cada vez mais fundo, e a água estava em sua cintura, então ele mergulhou-me, parte de meu corpo, me inclinando para não molhar minha cabeça. No instante que a água tocou minha pele arrepiei-me toda, mas meu corpo logo se acostumou e a sensação da água em meu corpo tornou-se muito agradável, abri meus olhos, que tinha fechado com medo e sorri para Jacob, este que sorriu lindamente.

Ele me inclinou mais um pouco, me deixando de pé na água, esta que dava na minha cintura. Ele colocou uma mão em minha nuca e acabou com a distância entre nós, tocou carinhosamente seus lábios nos meus, colocando outra mão em minha cintura. Retribui seu beijo de modo mais feroz, algum desejo surgiu em mim, algo que eu não sabia explicar, correntes elétricas pulsavam em meu corpo. Ele se distanciou centímetros de mim, olhei seus olhos semicerrados, ele aproximou-se novamente e encostou rápido e carinhosamente seus lábios nos meus, descendo para meu maxilar, para meu pescoço, fazendo eu me arrepiar inteira, mas agora a sensação era cada vez melhor.

Era nesses momentos que eu percebia o quanto eu gostava de Jacob. Fazia um bom tempo que eu não me relacionava com ninguém, meu ultimo namorado tinha me feito sofrer muito, e depois disso eu tinha mudado, tinha ficado fria e amargurada por isso, mas Jacob me fazia ser doce, carinhosa e sonhadora, ele me dava certo conforto, eu me sentia muito feliz em estar com ele.

Ele se afastou e riu.

–Que foi? – revirei os olhos.

–Nada – respondeu –é que você disse que não queria se molhar, só isso!

E gargalhou mais ainda olhando o estado da minha roupa. Peguei na barra de minha regata e retirei-a lentamente.

Minha pele era extremamente branca, e em contraste com o biquíni preto, ficou mais ainda. Jacob tinha parado de rir e me olhava curioso. Peguei e joguei minha regata na pedra onde estive sentada a minutos atrás, que por sorte chegou até a pedra. Aproximei-me dele, passei os braços por seu pescoço e o beijei.

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