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 Nem Sempre É Como Queremos - Capítulo 25 - O Filme

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MensagemAutor
01052013
MensagemNem Sempre É Como Queremos - Capítulo 25 - O Filme

Fazia dois dias que Edward tinha ido para Volterra, eu já sentia sua falta.
Anne tomava banho e papai se arrumava pra uma chamada, eu estava sentada no sofá assistindo televisão, até que encontrei uma série legal para mim assistir. Papai desceu as escadas com sua farda da policia.
-Vai trabalhar então papai?- perguntei, pois já eram sete da noite.
-Aconteceu um furto na reserva de sangue do hospital da cidade – ele parecia confuso.
-Um furto? No hospital? – que estranho.
-Sim, parece que roubaram mais da metade da reserva de sangue do hospital.
¨ Sim, parece que roubaram mais da metade da reserva de sangue do hospital.¨
A frase ecoou por minha cabeça, vampiros, só podia ser isso.
Charlie foi para a cozinha e eu voltei a atenção para a televisão. A campainha tocou, dei um salto e fui até a porta. Ao abrir dei de cara com dois olhos azuis sombrios e desafiantes me fitando.
-Boa noite Laiza! – quando fui fechar a porta ouvi uma voz atrás de mim.
-Damon Salvatore? Quanto tempo menino, sinto muito por seu pai. Vejo que não mudou nada!
Espera aí, Charlie conhecia Damon? Olhei de olhos arregalados para papai, mas ele estava indiferente.
-Venha, entre garoto, ou vai ficar aí na porta?
Damon entrou dando seu sorriso convencido, e ao passar por mim deu uma piscada.
-Como vai Charlie?- perguntou ao entrar – Soube que estão tendo problemas com roubo de sangue. Quem estaria roubando sangue? – ele fazia uma cara de cínico.
-Aí é que está a questão, quem..., e para que... Bom, eu já vou indo, mas Laiza te faz sala, filha, ofereça algo á Damon, sinta-se a vontade!
Damon ao ouvir o que Charlie falou sorriu e se jogou no sofá, esticando as pernas por ele, papai já tinha saído quando me virei indignada.
-O que você está fazendo aqui?- perguntei incrédula.
Ele arregalou os olhos pra mim e pestanejou, como ofendido.
-Que ótima pergunta para se fazer as visitas...
-Damon, você não sabe que não é bem vindo aqui?
Eu estava de braços cruzados e de pé, atrás da poltrona na direita da sala.
-Não foi isso que pareceu quando o seu pai me viu!
Revirei os olhos e sentei na poltrona.
-Laiza eu vou... – Anne parou de falar quando estava no fim da escada e viu Damon sentado em nosso sofá. Ela vestia um pijama preto, com um shorts bem curto e a blusa de conjunto realçando a cor de sua pele. Ela corou imediatamente.
-Oi Anne – disse ele apertando os olhos e sorrindo.
-O.. Oi Damon. Eu... é... Laiza, estou indo para meu quarto assistir um filme, eu iria te convidar para assistir também, mas vejo que está com visitas.
-Anne, se me convidarem eu aceito ver um filme com vocês!
Não Anne, diz que não!
-Claro, podemos assistir aqui mesmo, vou pegar os filmes.
-Sim, você não se importa né Laiza?
Fiz biquinho olhando de Damon á Anne, eu deveria acabar com aquela palhaçada agora, mas eu acabei cedendo.
-Não, não me importo Damon – Respondi contra minha vontade, como se minha opinião fosse o impedir de algo.
Anne queria colocar uma comédia romântica.
-Não, nada de romance!
Damon olhou pra mim arqueando uma sobrancelha.
-É nada de romance – concordou sorrindo debochadamente.
-Tudo bem, que tal invocando espíritos? – perguntou analisando a capa de um filme que tinha nas mãos.
-Pode ser – respondi me sentando ao lado de Damon no sofá.
-É, pode ser! – ele estava concordando demais, ali tinha coisa...
Anne colocou o filme e pausou.
-Vou fazer pipoca, alguém mais quer?
-Eu não – tinha até perdido a fome.
-É, eu não!
-Será que dá para você parar de repetir tudo que eu falo?
-É, á para você parar de repetir tudo que eu falo.
Revirei os olhos, ele era pior que uma criança.
-O que você quer aqui Damon?
-Fazer companhia a vocês. Bom, pelo menos dessa vez você está de roupa.
Lembrei-me do acontecido em meu quarto e corei de vergonha e raiva.
-Ah que emocionante, primeiro você quase me mata, e depois vem assistir filme na minha casa, fiquei até emocionada com teu pedido de desculpas...
-Eu já disse que não te atropelei, era para dar um susto no Cullen, mas um idiota errou o Cullen! E foi pra cima de você, quase que dei um fim nele...
-O que? Então não foi você, mas sim você que mandou?
-Sim, não...
-Isso é demais pra mim!
Anne voltou e sentou-se do outro lado de Damon, colocou play no filme e pegou as pipocas no colo.
O filme começou, ao longo do filme meu braço as vezes encostava no braço de Damon, ele não era gelado como Edward, ele tinha certo calor em seu corpo. Certa ele eletricidade percorria em meu corpo me arrepiando toda quando o tocava.
Será que vampiros sentiam isso também?
Tentei prestar atenção no filme para esquecer quem estava do meu lado. O filme começou tranquilamente, mas de repente já veio cenas fortes de mortes de crianças.
Quando percebi já afundava minhas unhas em minhas pernas, ao estremecer vendo aquilo.
Damon me olhava pelo canto do olho, com um sorriso torto.
Eu não conseguia ver Anne, mas sabia que ela não estava mais olhando o filme, do jeito que ela era, nem sabia como ainda estava ali.
Eu não suportava cenas como a que se passava, sangue, crianças no meio. Minhas teorias sobre Anne se comprovaram quando ela levantou-se em um salto.
-Eu vou dormir, não aguento mais... de sono! – Ela sorriu amarelo – Boa noite!
-Boa noite Anne!
E ela subiu para seu quarto.
Minha vontade era de acabar com aquele espetáculo e mandar ele ir embora logo, mas fiquei quieta.
As cenas no filme ficavam cada vez piores.
Descruzei meus braços e novamente encostei em Damon, com aquela eletricidade percorrendo ao longo de meu braço. Mas ao mesmo tempo que aquilo era estranho, era confortável, e eu tinha vontade de encostar nele novamente.
O filme acabou depois de quase um século pelo que pareceu.
Damon levantou e andou até perto da entrada da cozinha e acendeu as luzes da sala.
-Bom, agora posso ir para casa.
-É...Adeus Damon – fui até a porta da casa e a abri.
Damon deu um sorrisinho e ao sair se virou pra mim sorrindo.
-Foi uma noite agradável, sem o Cullen sempre é – Ele revirou os olhos e quando fui o censurar ele sumiu.
Ele não estava de carro e simplesmente sumiu, talvez ele tenha corrido, Edward tinha me falado que vampiros corriam mais rápido que humanos.
Antes de eu fechar a porta Charlie apareceu com sua viatura, entrando na garagem e vindo até mim.
-Como foi sua noite filha?
-Estranha! – respondi e fui para meu quarto tentar dormir.

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