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  Alone in the Dark e A Ilha das Sombras - Capítulo 01 - Uma Chegada Não Muito Agradável [+16]

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MensagemAutor
19052013
Mensagem Alone in the Dark e A Ilha das Sombras - Capítulo 01 - Uma Chegada Não Muito Agradável [+16]






Tema:
Alone in the Dark

Gêneros:
Ação, Aventura, Darkfic, Mistério, Suspense, Terror

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 



Edward Carnby, detetive particular famoso por desvendar mistérios paranormais e de cultos fanáticos de seitas sinistras, um homem que não temia a nada – nesses últimos dias encontrava-se abalado. A morte de seu melhor amigo e parceiro Charles Fiske martelava em sua mente, pulsando e arrebatando seus pensamentos. O que Fiske teria descoberto naquela ilha a ponto de o assassinarem? Essa e outras perguntas Carnby estava prestes a descobrir. Tudo o que ele queria era desvendar esse mistério e não hesitou em aceitar a proposta de seu superior, Frederick Johnson, em investigar a Ilha das Sombras. E agora ele estava a bordo de um hidroavião, esperando para decolar rumo à Ilha das Sombras, junto à etnóloga Aline Cedrac que estava incumbida de conseguir as traduções das tábuas manuscritas Abkanis com o auxílio do professor e historiador Felipe Ramos que ainda não havia chegado. Isso não deixou Carnby muito à vontade, mas as condições impostas por Johnson para que ele pudesse ir à ilha, era levá-los e protegê-los enquanto trabalhavam nas traduções.

O hidroavião era pequeno. Tinha apenas dois bancos de três lugares – um de cada lado –, e logo à frente se podia ver a cabine do piloto. Sentado no banco oposto, de frente a Carnby, encontrava-se a Srta. Cedrac estudando alguns documentos e fotos da Ilha das Sombras. Ela tinha lindos cabelos loiro-escuros abaixo do ombro; olhos verdes que destacavam seu rosto e vestia um casaco cinza e calças jeans.

Carnby era muito observador, falava pouco, reunia incríveis deduções, montava quebra-cabeças, tudo em sua mente – sem perder o foco no que estivesse fazendo. Mas, por incrível que pareça, ele manteve uma conversa agradável com Aline, que falava de suas experiências, mostrando bastante simpatia.

– Me diga, senhorita, o que sabe sobre a Ilha das Sombras?

– Ah, por favor, vamos deixar as formalidades de lado, me chame de Aline.

Carnby concordou com um aceno de cabeça.

– Estive conversando com o professor Ramos por email, ele me mostrou algumas de suas anotações interessantes sobre os índios Abkanis, que viveram naquela ilha há milhares de anos. Esses índios são os mais antigos dos Estados Unidos, você sabia?

– Nunca ouvi falar deles – disse Carnby não mostrando muito interesse no assunto. O que ele queria saber mesmo era sobre as pessoas e os costumes daquele lugar, para que pudesse ter alguma pista para o assassinato de Fiske.

– Certamente que não – a voz era de Felipe que estava entrando no hidroavião –, a maioria das pessoas não conhece essa civilização. Não é um tipo de história que se conta nas escolas. Aline, como vai? – ele fez um movimento com a cabeça em sinal de reverência a Aline, em seguida virou-se para Carnby. – Sr. Carnby, correto? – ele estendeu a mão. – Eu sou Felipe Ramos.

O professor Ramos era magro e de altura mediana; estava usando óculos redondos, uma jaqueta marrom e calças jeans. Era um pouco desengonçado no jeito de andar, talvez por sua grande e pesada mochila.

Carnby apertou a mão do professor.

– Então o senhor é o professor Ramos... Sim, ouvi falar do senhor... Historiador, não? Eu li a respeito de sua descoberta no México, de uma civilização muito mais antiga que os Maias e os Astecas.

– Ah sim, é verdade, mas eu ainda não concluí essa pesquisa – disse o professor sem jeito, recostando a mochila ao lado do banco. – Muitos ainda não acreditam nessa minha teoria. As pessoas e os especialistas dizem que estou querendo me promover com tais especulações, outros dizem que sou louco. Mas sabe, Sr. Carnby, eu vou provar que é verdade, assim que eu conseguir autorização do governo local para concluir as escavações nas encostas do...

– Certo, certo – interrompeu Carnby vendo que o assunto iria durar. – Devemos nos focar na ilha.

– Carnby está certo – concordou Aline. – Devemos aproveitar o tempo que temos para vermos a melhor forma de começar nosso trabalho sobre as tábuas.
Felipe, sem jeito, sentou-se.

– Desculpe – disse Carnby –, mas como assim “nosso trabalho sobre as tábuas”?
Felipe e Aline olharam de uma vez para o detetive.

– Hã... Esse é o nosso objetivo, certo? – disse Aline.

– Escutem – suspirou Carnby olhando para os dois –, não quero iludi-los. A minha ida à ilha é exclusivamente para investigar a morte de Charles Fiske, que morreu justamente por causa dessas pedras Abkanis.

– Tábuas manuscritas – corrigiu Felipe. Porém vendo que não teve a atenção de Carnby, se voltou para algumas anotações que ele retirara da mochila.

Aline se mostrou desapontada, o que deixou o clima um pouco desagradável. Houve um tempo de silêncio embaraçoso. Felipe olhou por cima dos óculos para os dois e, percebendo a frustração, resolveu mediá-los.

– Hã... Eu acredito que mesmo sendo objetivos diferentes, Carnby, nossa missão está interligada. Você diz que procura o assassino de seu amigo, que também investigava as tábuas Abkanis, e nós fomos contratados para conseguir as traduções delas. Só nos resta trabalharmos juntos.

Carnby, se arrependendo da forma como se expôs, baixou os ombros.

– Sei que estão indo a trabalho, mas há algo de errado naquela ilha, e não podemos confiar nas pessoas que moram lá, quero dizer, houve um assassinato lá. Por isso, para a segurança de vocês, quando chegarmos à ilha, aconselho a ficarem perto de mim.

– Escute, Carnby – disse Aline. – Eu entendo a sua preocupação, mas conheço a reputação do professor Morton e sei que ele não teve nada a ver com isso.
– Pra mim ele é só mais um suspeito – acrescentou Carnby no momento em que o piloto entrou na cabine.

– Boa tarde, senhores e senhorita. E então, todos prontos?

– Eu estou – se adiantou Felipe. – Não vejo a hora de conhecer o professor Morton e estudar as tábuas Abkanis.

– Quanto tempo até chegarmos à Ilha das Sombras, senhor...? – disse Carnby eficaz.

– Stewart – disse o piloto –, Robert Stewart. Bom, com o tempo do jeito que está – Stewart apontou para o lado de fora –, cerca de duas horas.

Eles olharam pelas janelas, começara a chover.

– Então vamos – disse Carnby. – Não temos tempo a perder.

Stewart iniciou as operações necessárias e às 16h00 em ponto eles decolaram rumo à Ilha das Sombras.

Eles permaneceram um tempo em silêncio durante a viagem. Aline não conseguia esconder a excitação, porém certa apreensão; e à medida que eles se aproximavam da ilha, ela mostrava-se mais ansiosa e inquieta, o que fez Carnby presumir que havia algo além de estudo para ela, sobretudo quando se falava do professor Obed Morton. Já Felipe estava visivelmente entusiasmado com toda aquela aventura, comentando vez e outra algo sobre a ilha, as tábuas Abkanis, ou o professor Morton. Carnby permanecia, como sempre, concentrado e meditando.

– Será que eu posso ver essa revista? – disse Carnby a Felipe, se referindo à revista Science que ficou visível em sua mochila aberta. Trazia na capa o professor Obed Morton.

– Oh, certamente – Felipe pegou a revista e a entregou a Carnby.

A capa trazia o professor Morton com o título: Obed Morton e a Linguagem Abkanis. Carnby a folheou e começou a ler a matéria.

A apresentação do professor Morton provocou grandes admirações dos especialistas presentes na audiência.
Obed Morton, especialista mundialmente famoso na história dos Índios Americanos, devotou-se por muitos anos a pesquisar todos os dados disponíveis sobre uma tribo, os Abkanis, da qual não há nenhum traço de ancestrais vivos. Até hoje o professor Morton manteve sua pesquisa em absoluto segredo. Tudo o que sabemos sobre esta pesquisa, é que recebeu um considerável apoio financeiro do Instituto de Etnologia de Boston, assim como usou uma fatia significante da fortuna herdada de sua legendária família.
Sua atividade de pesquisa foi monumental e lavaria muito tempo para serem detalhadas as hipóteses e evidências demonstradas por Obed Morton. A verdade do argumento etno-linguístico é que, em torno de 12.000 Antes de Cristo, a Tribo Abkanis criou um sistema de escrita altamente desenvolvido através da combinação de símbolos sugestivos.
Este descobrimento incrível mudou não somente nosso conhecimento sobre a cultura Indígena Norte Americana, mas também o que sabemos sobre as origens das línguas e escritas. Diversos especialistas do assunto, presentes à essa histórica conferência, expressaram-se imediatamente contra as teorias do professor.
Por nossa parte, declaramos simplesmente que um trabalho desta proporção vai além do alcance de um só homem. E isso é exatamente o que o professor Morton afirma.


– Interessante – concluiu Carnby e Felipe lançou-lhe um olhar de aprovação, orgulhoso por ser um admirador do professor Morton.

Uma hora e quarenta havia se passado. A chuva agora caía mais forte durante o crepúsculo, estalidos podiam ser ouvidos no teto e na lateral do hidroavião. Houve mais um longo tempo de silêncio até que finalmente Stewart disse:

– Chegamos: Ilha das Sombras logo à frente.

Eles olharam pelas janelas e avistaram uma ilha com várias regiões íngremes e robustas pedras espalhadas por todos os lados. A leste havia um vasto conjunto de rochas e um campo circundando um lago. A oeste havia uma capela bem arcaica e algumas construções que não dava para identificar o que eram de longe, às escuras. Muito à frente, ao norte, havia uma mansão, a mansão dos Morton, sobremaneira grande, a julgar por suas várias janelas e por sua amplitude vista de cima.

Eles contemplavam a vista panorâmica da ilha quando algo caiu sobre teto do hidroavião com um baque alto e abafado fazendo com que eles se desequilibrassem nos assentos.

– O que foi isso? – disse Felipe, os olhos arregalados, que ficaram ainda maiores através dos óculos.

– Stewart, o que aconteceu? – indagou Carnby.

– Parece que atingimos alguma coisa – disse Stewart olhando o painel de cima a baixo que agora apitava em sinal de alerta.

– Ou alguma coisa nos atingiu – completou Aline que olhava pela janela procurando alguma coisa, mas não achou nada além de escuridão.

Carnby olhou para cima. A pancada fora tão forte que amassara o teto em duas partes. Ele fixou os olhos para tentar desvendar o que teria sido, mas não teve muito tempo para isso. Do mesmo lugar onde o teto fora amassado, um rastro de novas marcas foi surgindo à frente com um ruído de ferro se contorcendo, como se alguma coisa estivesse caminhando sobre o teto e deixando suas pegadas, indo em direção à cabine do piloto. As luzes que ficavam no teto se espatifavam conforme novas marcas iam aparecendo, e não demorou para que os efeitos da destruição aparecessem. O hidroavião tombou, fazendo a bolsa de Aline cair e se arrastar indo parar aos pés de um Carnby que estava lutando para se manter em pé. Felipe se desequilibrara e fora parar no chão, estatelado.

Gradualmente o hidroavião caía, deixando um rastro de fumaça negra causado pelo esforço do motor. Pela janela via-se a mansão se esconder por trás dos rochedos. Carnby e Aline se seguraram o mais firme que puderam. Felipe, que se recuperara da queda, se prendeu à sua pesada mochila e fez o mesmo. Pânico tomou conta deles, sobretudo de Aline, que estava pálida e trêmula.

– Os controles não respondem – gritou Stewart da cabine. – Vou tentar fazer um pouso forçado. Segurem-se!

Stewart conduzia o hidroavião com muita dificuldade por toda a ilha para tentar achar um local onde pudesse fazer o pouso. Porém seu trabalho foi interrompido por mais um ruído, mas desta vez não fora no teto. Alguma coisa irrompeu pelo pára-brisa do hidroavião atingindo Stewart deixando-o inconsciente e sumiu novamente logo depois. Imediatamente o hidroavião voltou a tombar.

– Carnby, o que aconteceu? – exclamou Aline que estava ajudando Felipe a guardar os documentos que tinham se espalhado.

Carnby não conseguiu ver nada mais do que um vulto invadindo a cabine, mas ele teve a impressão de ter visto alguma coisa com garras atingir Stewart. Para não assustá-los ainda mais, ele resolveu não responder àquela pergunta e, esforçando-se, pegou três pára-quedas: vestiu um e deu os outros dois a Felipe e a Aline.

– Temos que pular! – exclamou Carnby sacando seu revólver por precaução.

– O quê?! – disse Aline verificando a altura, parecendo não considerar a idéia. Porém mesmo assim, vestiu o pára-quedas.

Felipe nem ao menos conseguia responder, somente fazia que não com a cabeça.

– Não temos escolha, nos encontramos na mansão, ok? – dito isso, Carnby empurrou Aline porta abaixo.

Ouviu-se o grito de Aline ecoar do lado de fora. Felipe olhou incrédulo para Carnby.

– Anda logo, pula! – disse Carnby a Felipe, encorajando-o. – Siga para a mansão.
O avião ganhava mais velocidade conforme tombava.

Felipe tomou coragem, prendeu a mochila a frente do corpo, vestiu o pára-quedas, respirou fundo e pulou. Mais um grito pelos ares, porém mais desesperado.

Carnby deu mais uma olhada para a cabine a procura da origem de todos aqueles estragos e não achou nada mais do que um Stewart desacordado. Se lamentando em deixar o piloto para o que seria a sua morte certa, e não tendo alternativa, pulou.










Última edição por Cris Varella em Qui 11 Jul 2013 - 20:10, editado 7 vez(es)
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Alone in the Dark e A Ilha das Sombras - Capítulo 01 - Uma Chegada Não Muito Agradável [+16] :: Comentários

Fiquei constrangida ao começa a ler sua história. A ortografia, gramática, os detalhes, o conteúdo em si... É tudo tão fabuloso.
Uma ilha que envolve tantos mistérios e que já começa a hipnotizar desde o primeiro capítulo.
Criatura muito suspeita a que atingiu o hidroavião e Carnby não tinha muitas opções a não ser pular ou morrer. Ele fez uma boa escolha ao tentar salvar a si e aos demais.
Camille Heiss escreveu:
Fiquei constrangida ao começa a ler sua história. A ortografia, gramática, os detalhes, o conteúdo em si... É tudo tão fabuloso.
Uma ilha que envolve tantos mistérios e que já começa a hipnotizar desde o primeiro capítulo.
Criatura muito suspeita a que atingiu o hidroavião e Carnby não tinha muitas opções a não ser pular ou morrer. Ele fez uma boa escolha ao tentar salvar a si e aos demais.

Obrigado pelos elogios. Vi que você gosta de fantasia, então vai gostar quando chegar no capítulo 7, quando começar a batalha entre deuses.

Até mais!
eu havia comentado Cris. Sumiu. Vou de novo. Fiquei com medo. Passei as mãos na canela três vezes por conta daquela coisa. Não consegui ler no escuro. Excelente texto. Bjs
naylah13 escreveu:
eu havia comentado Cris. Sumiu. Vou de novo. Fiquei com medo. Passei as mãos na canela três vezes por conta daquela coisa. Não consegui ler no escuro. Excelente texto. Bjs

Eu sei, é que deu um problema e eu tive que repostar. Espero que leia até o final... =D
OMG q horror, ele deixou o piloto p tras T-T
Bela-Isa escreveu:
OMG q horror, ele deixou o piloto p tras T-T

Era isso ou morrer junto com ele, rs. ;)
Bora comentar de novo rsrs

Minhas visões sobre Carnby
Pessoinha seca rsrs. Deve estar sofrendo muito pela perda do amigo ou será que ele é assim mesmo? Só o tempo (e leitura) irá dizer.
Aline... Não sei se posso dizer algo sobre ela ainda. É alguém que não consigo sentir.
Já Felipe encantou meu coração desde o começo com seu jeito nerd.
Não sei muito sobre Alone In The Dark, mas sei que é bem intenso e com monstros horrendos. Aposto que é um desses que apareceu no hidroavião rs

Sem comentários para a desenvoltura do Cris...
Não vou fazer isso rsrs
Só tenho elogios a fazer quanto à escrita, ao enredo e descrição.
E não é porque é meu namorado não rsrs. É porque eu aprendo com o que escreve.
Vamos ao próximo.
 

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