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  Alone in the Dark e A Ilha das Sombras - Capítulo 03 - Os Guerreiros da Luz [+16]

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MensagemAutor
19052013
Mensagem Alone in the Dark e A Ilha das Sombras - Capítulo 03 - Os Guerreiros da Luz [+16]




Tema:
Alone in the Dark

Gêneros:
Ação, Aventura, Fantasia, Mistério, Suspense, Terror

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 



Felipe


Definitivamente aquele homem estava brincando comigo. Os índios Abkanis, segundo o que eu sabia, desapareceram por volta de 1800. Como pode ele ser um Abkanis? Se bem que seus traços lembravam mesmo um índio, porém isso seria um ultraje.
Decidi expor os fatos para ver o que ele iria dizer.
– Como o senhor pode ser um Abkanis visto que eles estão extintos há mais de duzentos anos?
– E como você pode ter certeza disso?
Confesso que fiquei sem resposta. O estudo dos índios Abkanis era muito escasso. Não havia sequer livros contando sua história ou seus costumes. Eu, como historiador, soube de sua existência através de mestres de academias e em convenções na Europa. Todas elas eram inspiradas pelos estudos do próprio professor Obed Morton, através de audiências que ele ministrava ao redor do mundo. Porém nenhuma dessas fontes pôde precisar a longevidade indígena. E o professor Morton parecia manter certo segredo quanto a isso.
A minha vinda para cá, além de ser para ajudar Aline, é claro, foi para ter com o professor Morton, a fim de compartilhar seus conhecimentos.
– Se é assim mesmo de jeito que o senhor fala, por que não houve evidências de sua existência ao longo desses anos?
– Nossa civilização não vivia como as demais, nunca viveu. Nossa existência tinha um propósito, todos éramos missionários. Por muitos anos vivemos no limite entre o Mundo das Trevas e esse Mundo. Criamos uma cidade debaixo da terra e guardávamos o Portal e o protegíamos da invasão de criaturas das trevas. Mas nossa civilização foi enfraquecendo, morrendo, até que, após minha morte, ela erradicará.
– Eu não acredito! Eu vim para cá com o simples desejo de saber mais informações sobre os Abkanis e acabo encontrando um, vivo! Mas, espere um pouco – foi então que comecei a digerir o que Edenshaw acabara de falar. – Criaturas das trevas? Como assim?
– Você não se perguntou o que era aquilo que te atacou lá fora? Acha que pode existir uma criatura como aquela em seu mundo?
Engoli em seco. Ele tinha razão! Aquilo só podia ser mesmo de outro mundo, principalmente por causa do jeito que desapareceu.
– Desculpe, mas então seu povo falhou com sua missão – quando terminei de falar foi que percebi que fui rude ao comentar isso, mas o homem não se ofendeu.
– Não falhamos. Quando os meus ancestrais viram que não teriam mais força para continuar com seu soldo, eles selaram magicamente o Portal e soterraram nossa cidade. Alguns, quer dizer, a maioria resolveu morrer na cidade a subir ao mundo ganancioso onde homens matam uns aos outros. Porém alguns subiram e viveram suas vidas, isolados, praticamente mendigando. Eu, afortunadamente, recebi a misericórdia de um bom homem, Jeremy Morton, que me trouxe para a mansão e eu o servi durante toda a sua vida. Desde então eu sirvo a família Morton. Mas devo dizer que a aparição daquele cão não veio do Portal.
– Então, de onde veio?
– Está acontecendo uma conexão entre esse Mundo e o Mundo das Trevas devido ao alinhamento dos planetas. No momento, as criaturas são vistas somente nesta ilha, que é um dos locais onde há a passagem para o submundo. Mas se não fizermos nada, logo Allan irá liberar o mal em todo o mundo e não haverá esperança para a humanidade.
– Quem é Allan? – perguntei fascinado com a história, e, ao mesmo tempo, apreensivo. Percebi mais uma vez o homem entristecer ao mencionar esse nome.
– Allan Morton, irmão gêmeo de Obed. Ele se corrompeu em sua arrogância e prepotência. Eu cometi um erro ao revelar os segredos de meus ancestrais. Eu achava que seu coração era como o de seu avô, Jeremy, pois suas habilidades em física eram impressionantes. Mas ele me manipulou, me enganou e me usou para conseguir seu propósito. Realizou, em segredo, experiências macabras para fundir o DNA de criaturas das trevas com o dos seres humanos.
– Que isso! Parece que esse Allan é mesmo diabólico. Mas, eu não entendo uma coisa. O senhor disse que as criaturas não estão vindo do portal, então que perigo corremos? O que Allan pode fazer?
– Allan, de alguma forma, consegue controlar as criaturas das trevas. Creio que ele tenha sido ensinado por um bruxo muito poderoso. E quando os planetas se alinharem ele pretende realizar o Ritual de Abertura do Portal, liberando assim as criaturas sob seu comando.
– Devemos fazer alguma coisa: chamar a polícia, sei lá!
– A polícia não seria suficiente. Além do mais, o que diríamos a eles? Acho que não iriam acreditar nessa história. E mesmo que acreditassem, não haveria tempo: o ritual será realizado hoje, aos planetas se alinharem.
– Então, o que devemos fazer?
– Só há um jeito de acabar com isso de uma vez por todas. Precisamos reunir as sete estatuetas dos sete deuses da luz. Só assim poderei realizar um ritual Abkanis que meus antepassados me ensinaram para poder destruir o coração das trevas. Temos que realizar o ritual antes das 23h59, caso contrário, o mundo sucumbirá.
– E como são essas estatuetas e onde estão?
– Cada um dos sete deuses tem um animal sagrado que o acompanha, as estatuetas representam esses animais. O grande problema é que as estatuetas estão em lugares distintos e precisaremos de ajuda para conseguir reunir todas elas a tempo. Com quem mesmo você disse que veio?
Carnby e Aline! Por um momento eu me esqueci completamente deles.
– Vim com mais duas pessoas, Carnby e Aline, mas não sei se estão bem. Combinamos de nos encontrarmos aqui na mansão, pois pulamos de pára-quedas e acabamos caindo em lugares distintos.
– Hum... – Edenshaw ficou pensativo. – Então devemos encontrá-los logo, pois correm bastante perigo: tanto pelas criaturas quanto por Allan, que está em constante busca por novas cobaias para as suas experiências.
O velho índio me guiou pela mansão até um corredor que ligava a outro cômodo. Seguimos adiante até chegarmos a uma entrada que parecia levar a um porão, ou andar subterrâneo da mansão.
– Devemos evitar os cômodos principais, pois são onde Allan trafega com mais freqüência.
Chegamos ao andar subterrâneo: era um lugar onde havia muitas coisas velhas, caixas e barris vazios. Mais à frente havia mais uma passagem que levava à galeria de esgoto, e à esquerda uma passagem mediada por um portão gradeado. Edenshaw puxou um molho de chaves do bolso e separou uma em especial para abrir o portão. Mais uma escada. Subimos e adentramos na sala de fumantes.
O cômodo era deveras espaçoso, para uma sala de fumantes. Tinha uma mesinha no centro, rodeada por confortáveis poltronas. As paredes ostentavam enormes quadros de pinturas artísticas e de homens que logo supus serem membros da família.
– Sinto a presença de seus amigos – disse Edenshaw, fechando os olhos parecendo estar viajando mentalmente. – Nós, Abkanis, podemos sentir seres de bom coração. São chamados seres da luz; e vocês têm muita luz. Agora sei que os profetas de nosso povo estavam certos. Eles diziam que no momento em que o mal tentasse se levantar, Guerreiros da Luz viriam em nosso auxílio.
– E o senhor acha que somos esses guerreiros? – perguntei, me agradando com o elogio, se é que era um elogio.
– Não tenha dúvida. Você prontamente se ofereceu para ajudar, eu nada poderia fazer se você negasse. Os Guerreiros da Luz estão sempre dispostos a fazer o bem.
Depois dessas palavras, eu me senti obrigado a conseguir, custasse o que custasse, ajudar o bom índio. Afinal, se falhássemos nessa demanda, todo o mundo iria pagar – iríamos sucumbir. Só restava saber se Carnby e Aline também concordariam em nos ajudar. Mas, pelo o que pouco conheci dos dois, sem dúvida eles não hesitariam.
O destino do mundo então estava em nossas mãos, nas mãos dos Guerreiros da Luz.
– O senhor diz que sente os dois; sabe então dizer se eles estão bem?
– Se o que quer saber é se estão vivos, sim, estão.
– E onde estão?
– Próximos – disse Edenshaw, que estava mexendo em uma gaveta da estante que ficava no canto da sala, a procura de algo. – Aqui está. Tome, pegue isso – ele me deu um revólver já municiado e um saco com algumas balas. – A arma que lhe dei está carregada com balas de magnésio da Itália: eles fazem bom efeito contra as criaturas das trevas.
– Obrigado.
– Agora vamos, precisamos achar logo seus amigos.
Prendi o revólver na cintura e segui Edenshaw. Saímos pela porta e seguimos por um longo corredor, até alcançarmos mais uma porta no final. Estávamos agora em uma passagem com três portas: uma ao lado direito, uma ao lado esquerdo, e logo à frente mais uma.
– Esta porta – disse Edenshaw, apontando para a porta dupla da direita – leva à biblioteca. Nela há duas das sete estatuetas, escondidas em uma passagem. Porém eu não tenho a chave dessa porta – disse isso e seguiu adiante para a porta da frente, que também era dupla. Ele a abriu e entramos no lobby da mansão.

* * *

Aline

Meu coração estava acelerado. Esse lugar é macabro ou, pelo menos, Allan Morton é. Eu tinha que descobrir quais eram as intenções de Allan. O que eles queriam dizer com cobaias? Seria esse lugar um manto de experiências bizarras?
Entrei no quarto a fim de procurar alguma pista sobre Allan. Revirei as gavetas, a estante, e cada canto do cômodo. Até que, na gaveta do criado-mudo, encontrei o diário de Allan. Perfeito!
Sentei na cama, abri rapidamente o diário e comecei a ler:

13 de Janeiro de 1973.

Hoje eu tenho dez anos e mamãe caiu do cavalo. Ela diz que viu uma sombra enorme pulando na frente dela, e por isso o Sultão empinou. O papai trouxe um médico do continente. Ele falou que mamãe nunca mais vai ver e nem andar. Como será ser cego? Eu tento fechar os meus olhos, mas não é a mesma coisa, porque eu sei que posso abri-los de novo.
Meu avô Jeremy construiu uma nova máquina. Não é como as outras; ela não faz muita coisa. Mas é muito engraçada. Você pode fazer fotos que se movem com ela. Ele me disse de novo para nunca chegar perto do Portal. Quando eu contei para ele que Obed e eu descobrimos o Portal quando brincávamos nas ruínas do forte, ele ficou muito bravo. Eu sei que o avô Jeremy pode abrir o Portal. Quem sabe um dia ele me mostra como.

21 de Junho de 1973

Meu avô Jeremy morreu hoje de manhã. O meu pai não parece muito triste. O avô Jeremy nunca me contou como abrir o Portal. Quando eu perguntei, ele me disse que se eu quisesse de verdade, encontraria um jeito. Meu pai nos proibiu de ir ao forte. Ele até mudou a combinação do cadeado do portão da cerca da ponte. Se ele soubesse! Que meu pai tem medo das criaturas das trevas, tenho certeza disso! Ele é um covarde! Ele não confia nas armas que o meu avô Jeremy construiu. Ele disse que nós vamos embora da ilha, e que já é hora de termos uma vida normal. Eu acho que minha mãe concorda.
Eu não quero ir embora daqui. O mundo dos homens me revolta com toda aquela leviandade. As suas preocupações são tão banais. O homem é tão vaidoso! O vovô me deixou uma carta e uma foto nossa em frente do portão. Eu nem me lembro quando ela foi tirada. Tem um número escrito atrás. Mas eu não posso fazer nada com ele. Não é o código do painel de controle.
Por que todos têm tanto medo das sombras da noite? Eu sei que um dia vou aprender a língua delas. Eu sei que um dia vou entrar no Mundo das Trevas. E então, ninguém, mas ninguém mesmo, vai me dizer o que eu posso fazer ou não, ou o que é bom e o que é mau.

18 de Abril de 1992

Hoje é um grande dia... A construção do meu laboratório está quase terminada. Eu realmente preciso abrir novos horizontes para minha pesquisa. Obed está aterrorizado, mas o que aquele pálido reflexo de homem pode entender?
Os lordes da escuridão estão comigo: cavando a galeria subterrânea que leva ao túnel da capela de sacrifícios, eu descobri outra maneira de chegar ao Portal.
Então, eu não terei que limpar o caminho do avô Jeremy que o idiota do meu pai tornou inacessível. Logo que eu puser minhas mãos naquela tradução... Eu estou tão impaciente! Eu espero que Edenshaw não comece a me dizer como eu devo me comportar. Eu nunca entendi seus verdadeiros motivos. Meu avô Jeremy tinha grande estima por ele.
Mas eu sei que ele está do outro lado da sombra, e que, quando chegar o momento, ele fará de tudo para tentar impedir meu sucesso. Eu sei que quando chegar a hora, vou ter que neutralizá-lo também.

2 de Março de 1995

Eu acabei de reler algumas páginas da minha agenda e vi como sempre estive certo. Meu pai jamais deveria ter se intrometido entre nós e nosso destino. Mas, no fim, ele foi muito mais útil para mim do que nunca pôde imaginar. Fiz grandes progressos com a tradução das tábuas: um novo mundo irá abrir-se à minha frente.
Pouco me importa que Obed tire vantagens de minhas realizações para ganhar pontos na alta sociedade. Um dia meu irmão encontrará uma esposa e terá alguns filhos, e então? Então ele retornará à Ilha das Sombras para cumprir seu destino. Eu não me dou ao luxo de perder esse tempo. Nós vivemos em grande perigo. Mas, e daí? A família Morton vive com o perigo há mais de um século! Nós controlamos e nós dominamos. Obed é um covarde manhoso, igual aos demais.
Meu avô Jeremy deixou-me muitas instruções, mas eu ainda não entendo por que ele nunca me confiou o segredo do Portal. Sem dúvida, ele achava que eu não merecia... Eu ainda preciso de matérias primas. As que eu usei para minhas experiências iniciais estão apodrecendo. Não foi o suficiente conservá-los em formol. As tempestades também estão muito frequentes. Obed encontrou alguém que poderá me abastecer.
Eu progredi muito desde minha última tentativa. Oh, pai, eu nunca imaginei que um dia você estivesse tão perto da divindade. A fusão perfeita está ao alcance das minhas mãos.

8 de Julho de 2000

Eu estava mexendo nas coisas de Obed e encontrei provas definitivas que ele não só me traiu, como também toda a história da família Morton! A carta que Lamb lhe escreveu não deixa sombra de dúvida. Mais matéria prima, mas desta vez, fresca!


– Meu Deus! Preciso achar logo Carnby e Felipe!
Levantei e mais uma vez tentei abrir a porta, mas ainda estava trancada. Comecei a entrar em desespero. Até onde eu sabia, eu não sofria de claustrofobia. Mas a sensação de estar ali presa começou e me enlouquecer. Ainda mais sabendo que havia um maníaco a solta e criaturas das trevas rondando a mansão, pondo em risco meus amigos. Meus amigos... O sentimento por Carnby e Felipe aumentara em meio àquela apreensão. Parecia que nos conhecíamos há anos.
Pensei em bater na porta e gritar por socorro. Mas depois achei que não seria prudente, pois Allan poderia ouvir e vir me calar. E também eu não conhecia todos que moravam na mansão e suas intenções. Não tinha alternativa a não ser esperar por Carnby ou Felipe ou, quem sabe, alguma outra boa pessoa da mansão vir me socorrer.










Última edição por Cris Varella em Sab 22 Jun 2013 - 11:19, editado 3 vez(es)
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Alone in the Dark e A Ilha das Sombras - Capítulo 03 - Os Guerreiros da Luz [+16] :: Comentários

Então Edenshaw tem certa culpa no que está acontecendo por confiar demais em Allan.
Mas ao menos está do lado certo para tentar apaziguar a situação.

O diário foi uma boa forma para mostrar do que Allan é capaz.
Camille Heiss escreveu:
Então Edenshaw tem certa culpa no que está acontecendo por confiar demais em Allan.
Mas ao menos está do lado certo para tentar apaziguar a situação.

O diário foi uma boa forma para mostrar do que Allan é capaz.

Edenshaw não podia esperar essa atitude de Allan. Afinal, tanto ele quanto o irmão eram a família dele, de certa forma. Mas Allan acabou obcecado pelo poder, então Edenshaw começou a "lutar contra".
A extinção de todo um povo para o bem da humanidade. Louvável essa atitude.
Além dos conhecimentos que Edenshaw lhe deu, Allan ainda contou com a ajuda de um bruxo?
Agora começa a correria em busca das estatuetas.

Deu para perceber que desde cedo a mente de Allan já era perversa. Já com pensamentos maldosos e o jeito como falou de seus familiares demonstra que ele é cruel. Entretanto a verdade está na cabeça de cada um e, talvez, para ele essa seria uma realidade adequada... Viajando aqui rs
 

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