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 Shadow of The Colossus

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MensagemAutor
25032013
MensagemShadow of The Colossus




Sinopse

Eu estive lá, em um lugar onde mortais jamais sequer quereriam estar, eu vi a Sombra do Colosso, e sinceramente, a emoção daquela sombra ainda faz meu sangue ferver e meu coração doer, até hoje, até hoje eu sinto como se pudesse ser impossível eu morrer depois de viver tão intensamente como vivi quando olhava para a sombra do colosso.

Gêneros: Ação, Aventura, Amizade, Fantasia, Romance



Notas iniciais

Colossus e Colossi é em latim, e significam colosso e colossos respectivamente. Toda terminação em 'us' em latim é singular e em 'i' é plural, por isto Shadow of the Coloss'us', não está no plural, ok?
O mesmo vale pro Pegasus, e pro Pegasi.


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Capítulo 1- Região Proibida

A minha história é simples, nada difícil de entender, eu sou Wander, um simples camponês, ou era um simples camponês, apaixonado, só isto, mais nada, minha jovem noiva se chamava, não, se chama, Mono, linda, aqueles cabelos negros, os olhos castanhos escuros, a pele alva. Mas ela foi morta, algum tempo atrás uma desgraça se abateu sobre a nossa vila, seca, fome, e quando veio a chuva acabou arrasando tudo, então os homens, aqueles malditos, que se julgam sábios, resolveram culpar uma pessoa por tudo aquilo, resolveram dizer que todas as coisas ruins que aconteciam era por culpa de uma pessoa com o ‘Destino Amaldiçoado’, claro que não é verdade, como poderia ser? Mas as pessoas da vila acreditaram, e mataram Mono, aqueles malditos mataram a única pessoa importante pra mim, foi assim que comecei esta aventura.

Na minha cólera pela perda de Mono eu conheci um velho, ele não mostrou o rosto, mas a voz era medonha, ele disse que havia um jeito de ressuscitar Mono, eu escutei com bastante atenção o velho.

“Escute jovem, existe numa grande cidade ao norte desta vila, um templo sagrado, neste templo há uma espada, chamada ‘Espada Ancestral’, é uma espada tão antiga quanto o próprio mundo, você deve roubá-la e ir...” _O velho parou de falar.

“E ir aonde?...” _Eu perguntei.

“Escute, meu jovem, o lugar é pior que o próprio inferno, uma vez lá dentro, é impossível sair, na verdade, entrar é tão proibido quando falar sobre aquele lugar.”

“E que lugar é esse afinal?”

“Um lugar onde você poderá ressuscitar a sua amada...”

“O quê?”

“Exatamente, lá você poderá ressuscitá-la, claro, o preço será alto, se você quiser ir, lhe ensino como, mas preste atenção, você talvez morra tentando.”

“Vamos, fale.”

“O lugar é chamado Região Proibida, claro que é proibido entrar lá, é uma península isolada ao sul, ao extremo sul do continente, se você entrar nela, sair deve ser impossível, porque lá há uma magia que impede qualquer um que queira sair.”

“Não importa, eu vou, me diga como chegar.”

“Você deve ir ao extremo sul, passando pelas planícies da lua estrela, atravessar o mar roxo, atravessar a cordilheira do pecador até chegar ao deserto da desolação, passando este deserto você vai chegar à planície dos mortos, lá verá uma cordilheira lisa, impossível de se atravessar, com uma fenda saindo muita luz, o único meio possível de e entrar. Mas lá existe uma magia tão forte como é possível ser, e você só poderá entrar usando a Espada Ancestral, além do mais, sem essa espada o ritual não poderá ser concluído.”

Eu não pensei naquele momento como aquele velho sabia tudo aquilo, mas eu sei que é tudo verdade, por isto estou indo agora até a cidade do céu, lá existe um templo, e lá está o que eu preciso para trazer de volta à vida minha amada Mono. Acompanhando-me ia meu fiel cavalo Agro, Agro é negro com as patas brancas e tem um diamante branco na testa, um lindo cavalo.

................................................................................................................................................

Chegando à cidade eu pude avistar de longe o enorme templo, então parei em uma taberna para comer algo e conseguir algumas informações, descobri que a guarda do templo trocava a cada 2 horas, portando eu teria uma chance boa de entrar sem me notarem.

Sem querer perder mais tempo, fui em direção ao templo, subindo a grande escadaria meu coração acelerou, eu sabia que o que iria fazer era inacreditável. Eu fingi que iria ao templo para rezar, logo que entrei notei várias entradas e portões, eu tinha que ser furtivo e não poderia ser notado, eu demorei 3 horas para achar a sala da espada, ela estava num altar, uma luz branca era emitida por ela, o guarda ficava sempre olhando para a única porta que dava entrada à sala, ele não piscava e nem mexia um único músculo, se tudo estivesse como ouvi e toda a guarda do templo trocasse a cada 2 horas em 12 minutos um novo guarda viria, eu teria cerca de 2 minutos sozinho na sala, isto porque a confiança dos guardas era tanta que naquele enorme corredor que levava exatos 2 minutos para ser percorrido caso se estivesse andando devagar, como eu imaginei, quando à hora da troca da guarda chegou, o guarda veio andando pelo corredor tranquilamente, enquanto o guarda que assumiria o seu lugar estava vindo de outro lugar, eu estava no meio dos dois, em uma esquina entre os dois enormes corredores, escondido atrás de uma pilastra.

Quando os dois se encontraram começaram a reclamar sobre como era chato o trabalho, ninguém nunca ia naquele corredor, então se despediram e trocaram de lugar, um foi vigiar a sala, e o outro descansar. Quando eu vi que os dois haviam se separado eu fiz o que estava planejando, comecei a correr atrás do novo guarda e quando o passei ele começou a correr atrás de mim e gritando, apenas o antigo guarda conseguiu escutá-lo, as minhas esperanças eram conseguir pegar a espada, matar os dois, pegar o uniforme de um deles, e fugir trajado de soldado.

Quando eu peguei a espada um estranho poder percorreu o meu corpo, então eu matei ambos com facilidade. Felizmente o tamanho do uniforme deles era o meu, vestindo então aquele traje deixei o templo, eu tinha certeza que só iriam notar o desaparecimento da espada em 2 horas. Eu já estaria em casa numa hora dessas.

........................................................................................................................................................

Quando cheguei com a espada e mostrei ao velho ele me explicou novamente como deveria fazer para chegar ao local, a jornada era difícil, e a recompensa talvez não se valha ao sacrifício, foi o que o velho disse, eu não entendi o que ele quis dizer, mas certamente eu conseguiria trazer a minha amada de volta.

Peguei Mono e a cobri com um pano transparente, montei em Agro e comecei a longa jornada, passei pelas planícies da lua estrela, era um lugar lindo, mas sequer tive atenção para observar aquilo, minha concentração estava somente em chegar ao meu destino. Atravessar o mar roxo levou 6 horas, por sorte o vento estava a favor do barco, então eu conseguiria chegar rápido na terra do escravo, a maior dificuldade na minha jornada foi atravessar a cordilheira do pecador, não havia contornos e eu tive que subir a montanha para chegar ao deserto da desolação, eu levei seis dias e seis noites para atravessá-lo, a fome e a sede começaram a me perturbar. Quando eu cheguei à planície dos mortos consegui um pouco de água e comida, deveria ser o suficiente para me sustentar até chegar à Região Proibida. Quando cheguei ao fim das planícies eu me deparei com a cordilheira lisa da qual o velho falou, era de fato lisa, completamente lisa, não havia como escalar, o que no mundo era aquilo?

Quando eu encontrei a fenda da qual o velho falou eu tentei atravessá-la, mas um vento forte sempre me impedia, então me lembrei do que o velho falou, só a Espada Ancestral poderia me deixar entrar, sacando então a espada e empurrando-a contra o vento que parou imediatamente e entrei. O que eu vi lá era ainda mais inacreditável do que o que havia por fora. Era uma ponte tão extensa que não se poderia ver o final, eu julguei que tinha entre dois e três quilômetros de comprimento.

Montado em Agro levei em torno de 10 minutos para atravessar a ponte, chegando ao fim dela me deparei com um portão, que se abriu com um toque, depois desci a enorme escadaria em espiral, logo em baixo há um pequeno poço. Há um arco em frente ao poço que dá acesso a um Hall com 16 enormes estátuas. No fim do Hall há um salão onde eu suponho que eram realizados rituais, e uma pequena escada com um altar no topo, me dirigindo em direção ao altar com Mono nos braços, coloquei-a gentilmente sobre o altar e retirei o pano que lhe cobria o corpo.

Ajoelhei-me em frente ao altar e rezei:

“Ela foi sacrificada por ter um destino amaldiçoado. Por favor, eu preciso que você traga de volta sua alma…”

Então uma voz estranha, uma voz masculina e feminina ao mesmo tempo, falou.

“O que tu fazes aqui, tu morrerás por tua insolência em pisares aqui.”

De repente várias sombras em formas humanas apareceram na minha frente, então eu utilizei a espada que refletiu a luz do sol e repeliu o ataque das sombras. Então a voz misteriosa falou.

“Tu viverás por hora, mas me diga, tu queres reviver a garota?”

“Sim.” _Respondi.

“Bom, tu não sabes que não há outra vida, almas perdidas não podem ser recuperadas. Esta não é a lei de vós, mortais?”

“Mas...” _Eu respondi sem conseguir completar a frase, palavra me faltavam.

“Eu disse que amas perdidas não podem ser recuperadas por mortais, mas eu posso ajudar-te a trazer-la de volta, desde que tu faças o que eu quero, não é impossível, desde que você saiba utilizar esta espada.”

“Eu faço o que for necessário.”

“Muito bem, contempla, pois, estes ídolos que estão atrás de vós, no Hall. Se tu destruíres eles para mim, lhe recompensarei dando nova vida à vossa amada.”

“Sério?”

“Sim, desde que possa destruir a todos”

“Tudo bem, farei isto.”

Disse isto sacando a espada e indo em direção ao ídolo numero um, mas ele me interrompeu dizendo.

“Estes ídolos representam Colossi, são 16 Colossus ao todo, para destruí-los tu necessitas matar o Colossus ao qual ele representa.”

“Mas por quê? Qual o significado disso?” _Perguntei.

“Eu sou Dormin, um deus, ou um demônio, tu que decidas por si mesmo o que sou eu. Eu fui amaldiçoado por vós, humanos, toda esta área que tu vês era um antigo santuário, aqui eu vivia e era adorado, humanos construíram vários templos aqui, aqui também ocorreram algumas batalhas ao longo dos séculos vários humanos tentaram matar os Colossi, nenhum nunca conseguiu, se você matar os 16 Colossi eu poderei voltar ao normal, e esta terra tornar-se-á prospera como fora outrora. Além disso, tu terás o que desejas, basta que formemos um pacto.”

“Eu aceito.”

E assim eu começo a minha grande aventura, matar um Colossus, aliás, que é isso afinal?



Notas finais do capítulo
E aí, o que acharam? Comentem.
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Luxus Sharv
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Shadow of The Colossus :: Comentários

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Re: Shadow of The Colossus
Mensagem em Qui 28 Mar 2013 - 22:39 por Lah Salvatore
Ual, confesso que fiquei impressionada, a audácia desse homem pra salvar sua amada, se todos os homens fossem assim (le suspirando), gostei muito da determinação dele, mas cá entre nós, ele é completamente doido, matou os seguranças mesmo? E falar com o ser misterioso lá no altar com aquela garra e otimismo, esse é forte mesmo, não tem medo de nada, admiro ele, parabéns Luxus, gostei muito, vou acompanhar com toda certeza!!
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Re: Shadow of The Colossus
Mensagem em Sex 29 Mar 2013 - 8:43 por Luxus Sharv
Lah Salvatore escreveu:
Ual, confesso que fiquei impressionada, a audácia desse homem pra salvar sua amada, se todos os homens fossem assim (le suspirando), gostei muito da determinação dele, mas cá entre nós, ele é completamente doido, matou os seguranças mesmo? E falar com o ser misterioso lá no altar com aquela garra e otimismo, esse é forte mesmo, não tem medo de nada, admiro ele, parabéns Luxus, gostei muito, vou acompanhar com toda certeza!!

Pensando o quê, ele foi inspirado em mim, valeu por ter lido.
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Shadow of the Colossus
Mensagem em Sex 29 Mar 2013 - 8:48 por Lah Salvatore


Pensando o quê, ele foi inspirado em mim, valeu por ter lido.[/quote]

hheheheh claro claro hhehe
Re: Shadow of The Colossus
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