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  O Guardião - Capítulo 19 - Recém Criados...Grávida? - Capítulo 19 [+16]

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MensagemAutor
21052013
Mensagem O Guardião - Capítulo 19 - Recém Criados...Grávida? - Capítulo 19 [+16]

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Gêneros:
Drama, Romance, Suspense,

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No Capítulo Anterior:




–Tudo bem.Já vi que sou voto vencido por aqui mesmo.




Continuamos animadamente com a conversa.Nessie sempre nos fazendo rir, isso sem falar que me ameaçou caso eu deixasse a Bella sofrendo mais uma vez.Carlisle interferiu nesse assunto dizendo que tudo havia sido culpa dele, e que isso nunca se repetiria jamais.Fiquei muito feliz por meu pai ter gostado de Bella, eu já sabia que isso iria acontecer, mas ver com meus próprios olhos foi muito melhor.Nos despedimos dele e seguimos cada um para o seu quarto.Combinei com Alice de caçarmos juntos assim que Bella e Nessie tivessem dormindo, o que não demorou muito.Deixei Bella no nosso quarto e sai em direção a sala.Alice estava lá.Sentada no sofá fitando o vazio.Isso indicava que estava tendo uma visão e com certeza eu logo saberia do que se tratava.Foquei em seus pensamentos e vi horrorizado o destino que nos espera.Um pequeno grupo de vampiros esta vindo á Forks para pegar Bella.Vampiros liderados por nada mais nada menos que um dos melhores no que faz.Jasper Whitlock, um dos melhores em treinamento.




–Isso não é bom... –sussurrei tirando Alice de seu estado de transe.




–Não se preocupe irmão, não deixaremos nada de mal acontecer com a Bella.




–Tem razão, não deixaremos!-nem que precise dar minha vida pra que ela fique segura.




Bella POV*




Ha muito tempo em que eu não pensava estar tão feliz assim. Tive aminha primeira vez com Edward, foi tão maravilhoso, tão perfeito..




Mas alguma coisa estava errada, eu sentia isso.




Alice estava alheia a tudo o que acontecia em minha volta, mas para Edward isso não era necessário, e isso tudo era culpa minha.




– Bella?




A voz suave de Edward surgiu atrás de mim. Eu me virei e o vi disparando com leveza pela escada da varanda, o cabelo esvoaçando. Ele me tomou nos braços num só movimento e me beijou.




Esse beijo me assustou. Havia tensão demais, foi muito brusca a pressão de seus lábios nos meus – como se ele estivesse com medo de não termos mais tempo para nós dois.




Ele pôs as mãos em meu rosto e esperou até que eu o olhasse.




– Não vou deixar que nada lhe aconteça, eu prometo Bella.




Uma ruga de preocupação e agonia tomava conta de seu rosto, franzi o cenho e perguntei, já temendo a sua resposta.




– O que esta acontecendo Edward?




– Recém-criados estão vindo atrás de você.




Respirei fundo, tentando controlar meus batimentos cardíacos, todos os momentos de alegria foram substituídos por uma agonia, pois eu sabia que ele iria se machucar, e a culpa era minha.




Somente minha.




– Bella! Bella! A culpa não é sua, não é, você me ouviu.




Sua voz não estava controlada e isso deixava claro que eu não podia acreditar nele.




– É claro que é minha Edward,se não tivéssemos começado com isso, nada disso estaria acontecendo com a gente, você estaria em Volterra com seu pai, eu e a minha irmã teríamos uma vida normal, como qualquer outro ser humano, tudo estaria normal.




Ele pegou meu rosto e o puxou para mais perto do seu, seu olhar era agonizante, tentei desviar, mas eu simplesmente não conseguia.




– A minha vida não estaria normal Bella, porque você não estaria nela, você ainda não entendeu. Você é o meu mundo, a minha vida. Eu amo você entendeu?




Abaixei a cabeça, envergonhada demais para sequer poder olhar em seus olhos novamente, depois de toda essa declaração como eu poderia ter uma única virgula sequer de duvida de que ele me amava?




Eu era hipócrita mesmo.




Lagrimas e mais lagrimas saíam de meus olhos, eu não conseguia simplesmente me controlar, era algo inevitável.




Meses depois..




Nessie começou a tagarelar e de repente senti outro forte enjoo seguido por outra pontada na barriga. Soltei uma exclamação de dor, curvando-me para frente. Aquilo já estava se tornando ridículo. Nessie veio ao meu socorro.




— Tudo o.k, Bella? — perguntou preocupada. Fiz que sim com a cabeça e disse que essas dores e tonturas já estavam meio frequentes. Isto fez com que seu rosto ficasse meio pálido. — Bella, o seu período... está regular, certo?




— O que? — Eu estava meio lerda por causa da dor.




— Você está menstruando normalmente? — perguntou sem paciência.




Pensei por um segundo.




— É claro que sim. — respondi antes que ela percebesse minha hesitação. Dentro de meu âmago, comecei a sentir um pavor tão grande que inundou meu corpo inteiro. Permaneci mentindo como se ela tivesse ficado maluca. — Que ideia... Acho que eu tenho um remédio na mala... Você pega um pouco de água para mim?




Assim que ela saiu do quarto, comecei a me desesperar. Eu tremia tanto que meus dedos mal conseguiram digitar o número do celular de Edward. Respirava rápido demais e minha barriga doía agora que eu estava prestando mais atenção à ela.




Ele atendeu no primeiro toque.




— Oi, meu amor. — disse com a voz carinhosa. — Eu já estava...




— Edward, eu preciso que você venha para cá agora, por favor. — Falei já a beira das lágrimas com tanto medo que quase não era capaz de suportar. — Por favor, por favor.




— Já estou indo. — respondeu com a voz urgente e preocupada — O que aconteceu? Você está bem? Está machucada? Fizeram alguma coisa com você?Agora tudo fazia sentido. A tontura, o enjoo, a fome... Mas e essas dores? Eram normais?




Tive vontade de me bater. É claro que não eram normais, eu estava grávida de um vampiro!Coloquei a mão em meu ventre enquanto Edward exigia desesperadamente respostas do outro lado da linha. Mal consegui ouví-lo. Senti que algo se movia bem devagar e delicadamente lá dentro. Se eu não estivesse prestando bastante atenção, nem notaria. Ao mesmo tempo que minha barriga parecia um pouquinho maior, mais estufada.




Grávida. Eu estava grávida.




— Aqui sua água. — Nessie disse colocando o copo na minha mão e fiz força para segurá-lo enquanto Edward ainda chamava meu nome no celular. Olhei para Nessie e desliguei o telefone na mesma hora, forçando um sorriso.




— Nessi, hãn... — tentei pensar numa desculpa — Pode ser depois? Quero passar um tempo com o Edward. Sabe como é... Por causa do pedido dele e tudo mais.




Ela pareceu entender e vendo que eu estava pálida demais, me aconselhou a tomar logo o remédio antes de ir embora. Edward chegou assim que ela colocou os pés para fora de casa. Entrou no meu quarto como um raio.




— Bella, pelo amor de Deus, não me deixe preocupado desta forma. — me repreendeu. Parecia muito mais assustado do que zangado. — Eu quase tive um ataque cardíaco e olha que isso não é uma coisa muito fácil pra um cara como eu.




Fiquei olhando para ele com o rosto ainda pálido e sentada na cama, sem saber o que dizer. Ele suspirou e se ajoelhou na minha frente.




— O que foi? — sussurrou pegando minha mão e beijando a aliança suavemente. Peguei sua mão na minha e sentindo o coração bater forte como um motor dentro do peito, eu a pressionei contra meu ventre com força.




Seu olhar confuso se tornou um máscara profunda de dor quando sentiu as pequenas cutucadas em minha barriga. A compreensão se apoderou de seu rosto quando ele fitou meus olhos.




Foi o que bastou.




— Alice, agora não. — rosnou enquanto terminava de fazer as malas. — Você viu o quê?




Ele olhou para mim novamente e pareceu furioso por eu ainda estar parada no mesmo lugar. Apoiou o celular no ombro e me encarou.




— Já sabemos. Nós estamos voltando. Carlisle está aí?




— Ah! — pressionei os lábios um contra o outro para não gritar de dor. A pontada veio forte no ventre e me senti ainda mais enjoada. Passou depois de alguns segundos. Agora eu ainda sentia as pequenas cutucadas. — Por favor, não faz isso comigo de novo. — pedi como se o cutucador pudesse me escutar. Mas pelo visto, escutou, porque os movimentos pararam um pouquinho. Estranhamente, senti vontade de sorrir. — Obrigada.




— O que você está fazendo? — Alguém perguntou com a voz sobressaltada.




Edward me encarou como se eu estivesse matando criancinhas e não esperando uma.




— Vamos para o aeroporto. — disse abrindo a porta e colocando as malas na frente de casa. — Eu já chamei um táxi então por favor não demore para se arrumar.




— É só um minuto. — sussurrei indo subir as escadas. A mão dele segurou meu braço quando passei perto da porta. Ele demorou um pouco para conseguir falar. Depois suas mãos puxaram meu corpo com força para o dele, abraçando-me.




— Desculpa. — murmurou. Sua voz estava deplorável. Depois me olhou como se estivesse quase chorando. — Isso é tudo culpa minha. Eu sabia que não deveria... Eu... Vou concertar isso, Bella. Você vai ficar bem. Vai ficar tudo bem. Não vou deixar que você sinta mais dor. Me desculpe...




Não sabia exatamente o que ele queria dizer com aquilo, mas deixei que ele falasse o que queria. Continuei a abraçá-lo até ouvir seu suspiro.




— Agora vai. — pediu com a voz um pouco mais macia, dando um beijo na minha testa. — Vá se arrumar para podermos ir.




Penteei o cabelo e o deixei solto pelas costas. Joguei um pouco de água no rosto e percebi que minhas mãos tremiam. Eu não estava sentindo dor, só um pequeno incômodo. Franzi a testa vendo que meus dedos pareciam ter vida própria, de tanto que se mexiam sem o meu comando para isso.




Quando chegamos no aeroporto, o meu coração parecia doer mais do que qualquer chute no ventre. Edward mal conseguia olhar para mim, sempre apressado e atarefado demais para notar minha presença.




Para mim, segundos se passaram até entrarmos no avião. Parecia que tudo estava acontecendo rápido demais. A pressa de Edward estava me deixando nervosa e ansiosa e eu sabia que aquilo não era bom para a gravidez. Quando o avião começou a decolar, Edward respirou fundo e fechou os olhos por um momento.




Olhei o céu azul brilhante pela janelinha do avião, sabendo que um outro céu chuvoso e cinza me aguardava. Me senti um pouco depressiva.




Minutos depois, Edward segurou hesitante a minha trêmula mão.




— Está sentindo dor? — sussurrou para mim. Fiz que não com a cabeça. — Você está tremendo tanto...




— Acho que estou nervosa. — Admiti percebendo que minha voz estava um tanto mais fraca.




— Não precisa ficar assim. — Ele disse numa voz firme e rígida. — Isso vai acabar logo. Não vou deixar que nada te machuque mais.




— E o que você vai fazer? — Perguntei. Por um momento, achei até graça. O que ele poderia fazer? Dizer para o bebê parar de me chutar?




— Vai ficar tudo bem. — me prometeu. — Carlisle não vai deixar que você sinta dor nenhuma. Vai ser bem rápido, Bella, eu juro. Você não vai sentir nada.




Lutei para tentar entender o que ele estava falando. Como assim Carlisle não me deixará sentir dor? Que história é essa de “vai ser rápido”? Será que ele estava falando do parto? Eu duvidava que não fosse sentir nada na hora do bebê nascer. Mas se eu parasse para refletir um pouco...




A dor não importava. Eu iria ter um filho com o homem que eu iria me casar, com a pessoa que eu amava. Não havia nada de errado aqui.




Comecei a me sentir um pouco mais confortável.




Não era nada de bizarro nem de desesperador. Edward já havia concordado em me transformar. Podia fazer aquilo depois que a criança nascesse. Com certeza, ela seria imortal também. Imaginei a mim mesma, ninando um filho no colo. Nunca havia pensado em ser mãe, era verdade. Mas ser mãe de um filho de Edward... Construir a família que nós tanto queríamos... Era um sonho, definitivamente.




Enquanto olhava o céu pela pequena janela, tentava imaginar se Edward preferia que fosse menina ou menino. Eu queria que fosse um garotinho, igualzinho ao pai. Será que ele pareceria com Edward humano ou com Edward vampiro? Por que, é claro, ele não deveria ser nem um pouco parecido comigo. Isso estragaria meu pobre neném.




Pensei em perguntar o que ele queria, um filho ou uma filha. Mas Edward ainda estava preocupado demais com a dor que, — na cabeça dele — eu estava sentindo. Eu perguntaria quando estivéssemos em casa. Assim, Carlisle me examinaria, diria exatamente como agir, o que comer e fazer durante a gestação, e Edward se daria conta de que eu não estava sentindo nada além de uma doce e perfeita alegria.




Já devia ter imaginado que iriam tirar meu filho, mas não aponto disso.




— Vocês querem matar o bebê, é isso mesmo que eu estou ouvindo? — gritei à beira das lágrimas. — Será que vocês ficaram loucos? Matar uma criança? O meu filho!? De verdade, o que há de errado com vocês?




Edward finalmente abriu a boca para falar. Primeiro senti alívio, pensando que ele fosse defender nosso filho. Mas as palavras dele foram como uma facada afundando lenta e profundamente no meu coração.




— Não é um bebê, Bella. — disse tentando controlar a raiva — Essa coisa vai tirar toda a vida de você. Não pode levar essa gravidez até o fim.




— Eu vou levar essa gravidez até o fim, Edward. — Afirmei chorando e com vontade de bater em todos os membros daquela família de monstros que um dia quis fazer parte. — É do nosso filho que você está falando. Aliás, você se dá conta do que está falando? Não estou mais te reconhecendo!




Eu disse que não deixaria nada de ruim acontecer a você! — Gritou.




— E você também disse que me provaria o amor que sente por mim! — Gritei de volta — É assim que você vai me provar? Matando o meu filho? O nosso filho?




Ele ficou sem fala depois disso. Me encarou com os olhos nervosos. Eu sabia que ele estava sofrendo. Dava para notar. Em outra ocasião, eu teria cruzado a sala e abraçado seu corpo rígido, dizendo que eu estava ali. Que eu o amava.




Mas aquele não era o Edward que eu amava. Eu não sabia mais quem ele era.




— Não posso deixar você morrer. — sussurrou depois de alguns segundos de choque. Sua voz não estava mais furiosa. Parecia suplicante. Eu sabia que tinha tocado num ponto fraco dele. Edward sempre fora tão cuidadoso para que eu percebesse que seu amor por mim estava sempre em primeiro lugar. Eu sabia que doía nele eu duvidar disso. — Por favor, Bella. Por favor.




— Não me peça isso. — implorei sem me importar com as lágrimas que desciam como uma cascata quente por meu rosto. — Isso não, Edward. O meu filho não. — Depois olhei para cada vampiro que estava sentado ali, tão perto de mim. — No meu filho ninguém toca. Não cabe a nenhum de vocês colocar esse assunto em debate, como se vocês estivessem tratando de uma reforma na casa. A decisão é minha. Única e exclusivamente minha.




Ele parou na frente do filho que havia salvado da morte há tantas décadas atrás. Olhou-o fixamente, ciente de toda a dor que estava estampada em seu rosto imortal. Os olhos de Edward encaravam a mim, com medo, angústia e tristeza. Pude notar o arrependimento em seu rosto. Arrependimento por todas as coisas, julgadas ruins por ele, que havia feito a mim.
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