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A Devil For Me. - Capítulo Mais um dia de trabalho. [+16] por sakymichaelis Ter 29 Out 2013 - 19:57



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 Hook In Love Capítulo 1

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MensagemAutor
25052013
MensagemHook In Love Capítulo 1

Tema:
Once Upon A Time

Gêneros:
Ação, Aventura, Fantasia, Mistério, Romance, Suspense,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 




Hook In Love Capítulo 1

Nascido Para Ser Pirata

Floresta Encantada

Killian Jones estava sentado na taverna, em busca de novos tripulantes, sua tripulação diminuíra de forma considerável desde sua passada pelos mares da terra do nunca, as sereias acabaram levando muitos de seus melhores homens e pior seu confronto com o temível Crocodilo, o fizeram agora adotar o mais novo apelido, Capitão Gancho.

O rum já estava acabando e nada dele identificar nenhum homem que fosse bom o suficiente para aguentar suas viagens, seus saques e roubos eram geralmente de lucro alto, mas ele gastava muito com mulheres em suas noites solitárias.

Em algumas horas um homem baixinho que usava um gorro vermelho, estava encabulado a horas observando Gancho, decidiu que iria chegar e se apresentar.

–Prazer...- o homem gaguejava e tropeçava nas palavras.

–O que deseja meu caro ? - gancho observou a estatura medíocre do homenzinho e deu um belo sorriso.

–Sei que pode parecer estranho, mas já ouvi falar de sua imponência e grandeza nos mares destes mundos e gostaria de fazer parte de sua tripulação.

–HÁ! - Gancho não segurou sua gargalhada – Mas pensa que pode então fazer parte de uma tripulação pirata?

–Não só penso, como desejo.

–Como é seu nome ?

–Me chame de Smee.

–Nome tão medíocre, quanto sua estatura.

–Posso provar que sou digno.

–Façamos assim meu bom rapaz, se me arrumar um trabalho, um trabalho bom mesmo dos grandes daqueles que vale a pena você estará a bordo do Jolly Roger.

–Mas piratas pegam trabalho?

Gancho soltou outra gargalhada intensa.

–Meu caro Smee, trabalho de piratas, eu saqueio roubo, mas também faço trabalhos aos quais outros navegantes de mundos não fazem, entende.- ele se debruçou e piscou para Smee, mostrando que esta era uma tarefa não tão fácil.

Como Smee iria arrumar um trabalho que valesse a pena e como saber se vale a pena ou não para Gancho. Sentado na taverna, Gancho continuava determinado em arrumar mais tripulantes piratas.

Gancho fora sempre solitário suas viagens sempre o faziam perder a sua tripulação em algum desastre sereias, brigas e ate os maus hábitos de um piratas que os levavam a morrer cedo.

Seu coração, este sim era mais vazio que tudo nunca sentira nada por uma mulher que não fora o prazer da carne.

A vida é de certo modo difícil e Gancho aprendeu da maneira mais difícil que podemos apreender a sobreviver com o que nos oferecem, ele fora abandonado ainda quando jovem e viveu anos de sua vida em um orfanato em um dos reinos ao qual nem mais se lembrava.

Desde pequeno ele aprendeu que havia um modo mais fácil de conseguir o que quer, ele fugiu do orfanato e ficava perto do porto dos navegantes e roubava comida e alguns objetos.

Anos se passaram e quando tinha apena 13 anos, Killian acabou se envolvendo em um desentendimento com um dos tripulantes do barco pirata comandado pelo próprio Pirata mais temido dos mares “Barba negra” e fora esta briga que mudou o rumo de sua vida:


POV Hook


Anos atrás:

–Olá Killian.

–Bom dia senhorita Michele!

–Devo esperar o garoto para a entrega da sopa?

–Não precisa, hoje devo conseguir dinheiro para uma boa refeição.

–Pobre garoto, espero que não esteja se envolvendo em situações indevidas, seria muito triste vê-lo sendo pego pelo Comodoro.

–Minha cara senhorita, Killian Jones não é pego, nunca.

Sai correndo por entre as pessoas que se esbarravam na direção dos portos, hoje era o dia que os barcos atracavam com mantimentos, e se não fossem rápidos para comprar as suas proveniências acabavam ficando sem, mas eu não eu corria por outro motivo.

Cheguei à capitania dos portos, eu amava ver os barcos, as tripulações, a forma como as mulheres se jogavam em cima dos homens, observava tudo com atenção, mas ao mesmo tempo eu estava preparado para meu objetivo.

Sempre haviam pessoas distraídas, e isso era minha brecha, eu roubava poucas migalhas eu temia ser pego, e em dias assim de porto cheio o Comodoro deixava toda a guarda atenta , e eu não queria ser pego, sabia que voltaria para o abrigo de meninos e isso não, eu viva na rua, mas mesmo assim eu preferia estar só ao viver naqueles lugares medíocres.

Eu estava com uma quantia já de algumas especiarias e objetos de ouro e prata e algumas moedas escondido em meus bolsos e roupa, mas me chamou atenção um bêbedo que estava passando, tudo nele reluzia, eu vi a oportunidade, quando me aproximei dele para tentar um saque leve a minha surpresa o homem não estava só.

Senti quando dois homens me seguraram.

–Ladrãozinho ia me roubar.

–Não senhor.

–Não sei, conheço sua laia.- o homem pigarreou e cuspiu no chão, seu hálito era puro álcool, ele se aproximou pude ver seus dentes de ouro e seu chapéu, como fui estupido e não percebi antes, piratas!

Eles me jogavam um para o outro divertindo-se ate o Comodoro se aproximar.

–Algo errado aqui senhores?

–Não vossa autoridade. - o pirata falou para o Comodoro, que mesmo assim me encarou, mas antes que ele pudesse fazer alguma observação um homem alto de grande porte, se aproximou.

–Não queremos problema, estamos de partida.

Vi quando o medo invadiu o Comodoro, e ao observar atentamente o homem em questão, identifiquei de alguns cartazes que vira espalhados pelos portos. Fiquei mudo diante da atitude das autoridades, eles tinham mais medo dos piratas do que os piratas deles.

Assim que a guarda foi dispensada o medo me invadiu como nunca senti, e estava eu nas mãos daqueles homens que me arrastaram ate o Barco deles.

–Então, o temos aqui?

Eu nada disse.

–Fale garoto ou comeram sua língua? Façamos assim, eu me apresento e você faz o mesmo, sou Barba Negra, capitão deste navio.

Suspirei, mas falei.

–Sou Killian, Killiam Jones.

–Bom nome garoto, podem solta-lo.

–Como Capitão? Ele é um ladrão.

–Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, e ele nem sabia quem eramos, então garoto gosta de roubar?

Eu relutei aquela pergunta eu não sabia como responder.

–Não!

–Há! – Barba negra deu uma gargalhada e os marujos acompanharam- não se iluda garoto, roubar não é somente um ato de desespero, vejamos olhe para este barco, temos tanto ouro que poderíamos comprar uma cidade e mesmo assim ainda somos piratas!

–Por quê?- eu me arrisquei a perguntar.

–Meu caro o óbvio, a emoção, roubar não é somente ter as posses é a adrenalina de poder conseguir, me diga se não é emocionante adquirir cada uma destas quinquilharias as quais carrega ai em sua roupa.

–Não sei senhor!

–Não abaixe a cabeça garoto, você tem que assumir, tem que sentir esta emoção, não sente?

Lembrei que eu podia sempre roubar comida, e ate mesmo alimento eu poderia conseguir de graça, mas eu preferia roubar pelo que? Sim emoção.

–Sinto.

–Garoto, nunca pensou em como é a vida de um misero navegante?

Parecia ter lido minha mente, eu queria muito era meu sonho sim estar dentro de um barco.

–Sim, sempre quis.

–Então seja bem vindo meu caro, será meu “bosun”*

Mesmo com protestos da tripulação , eu aprendi tudo que era necessário e era o braço direito de Barba negra.

(Nota: * Bosun: Um contramestre devem ser altamente qualificados em todos os assuntos de marinharia)


Anos se passaram ate que eu me tornei capaz de ser dono de meu nariz, e comprar meu próprio barco e me tornar um Capitão.



(***)


De volta a taverna:

Mesmo estas lembranças não tendo um apelo no coração de Hook que o fizesse ficar com remorso de seus atos, ele era feliz em ser pirata, era solitário abandonou Barba negra e se tornou ate mesmo mais temido do que seu mestre, Hook conheceu a forma de viajar entre os reinos e mundos diferentes e isso o levava a ser o mais poderoso dentre todos os piratas.

Um bando de homens mal vestidos entrou na taverna, Hook observou o comportamento deles, sentaram todos em duas mesas grandes e começaram a balbuciar palavras rudes, e a gritar.

–Rum, Rum queremos muito Rum.

A senhora gorda saiu dentre o balcão e os sérvio ganhando uma apalpada em sua bunda de um dos homens.

Hook vira este tipo de gente perambulando agora na floresta encantada, este reino já fora um dos mais ricos dos quais Hook passava, mas desde que o reino fora tomado das mãos da Princesa Branca de neve , al qual era o por direito dona do trono, pela Rainha Regina, o reino hoje era devastado por saqueadores e o povo vivia na miséria.

No entanto Gancho não ligava para isso, desde que seu copo fosse cheio de Hum e algum trabalho fora da lei lhe a aparecesse , ou uma oportunidade de um mar sem leis, não que elas o impedissem, estivesse disponível para seus ator de pirata, este era um bom lugar.

–O que está olhando?

–Nada, somente observando.

Um dos homens estava chegando perto de gancho, ele sabia que tipo de situação estes homens estavam atrás, gancho não era de negar Briga e nem mesmo estando sozinho, mas ele ficou aliviado assim que os poucos de seus homens chegaram eles estavam terminando de atracar o barco para se reunirem a gancho que estava somente observando o ambiente para a aquisição de pessoal.

Mas assim que seus homens entraram na taverna os homens se sentiram intimidados, e não precisou de muito.

–Estão atrás de brigas rapazes?

–Não mesmo- gancho falou- mas não recuso uma quando convidado.

–pois sinta- se a vontade.

Foi neste instante que o homem puxou uma espada, mas gancho era mais rápido e veloz, e mesmo tendo somente uma das mãos , e um gancho, ele era ágil.

Logo cada um de seus homens estava a brigar com um, e gancho se desviva ade cada golpe ate que conseguiu desarmar o homem a espada voou longe, enquanto a de gancho estava a milímetros do pescoço dele.

Todos parar neste instante aquele parecia ser um tipo de líder daquele bando.

–meu caro, podemos fazer assim, mande seus companheiros abaixarem suas espadas e eu poupo um de seus membros.

O Homem deu um sinal com sua mão, mas não retirou o olhar que estava fixo em gancho.

–muito bem, agora uma pergunta, quem de vocês esta disposta a deixar esta terra sem vida e se unir a tripulação do Jolly Roger, ser comandado pelo Capitão gancho.

Ele ergueu suas mãos ao alto e o homem aos seus pés custava acreditar no ouvia.

–Você é o Capitão gancho? Mil perdões, eu lhe imploro – o Homem estava agora se ajoelhando aos pés de Gancho.- deixe-nos unir a sua tripulação esta terra não da mais nada nem para saqueadores como nós.

Foi quando o homem baixinho de mais cedo chegou e entrou na taverna Smee, não estava só, ao seu lado era visível que era uma mulher, mas usava uma capa que tinha um capuz que cobria sua face.

–Senhor Gancho.

–Smee meu caro amigo.

–Achei um ótimo trabalho e este vale a pena.

Gancho observou que a vestimenta da mulher deveria ser da realeza e serviços de um pirata a realeza costumam certamente ser lucrativos e interessantes, ele nem necessitava saber do que se tratava, Smee fez seu trabalho e agora ele tinha homens suficientes para uma jornada, mesmo que o baixinho não desse conta do trabalho ele poderia ser útil em algo.

–Bem vindo a tripulação Smee, junte-se a todos e bebam, bebam muito.

Gancho deixou todos bebendo e fora para fora em companhia da mulher misteriosa.

Assim que estavam mais afastados da taverna ela retirou seu capuz.

Aquele rosto não era estranho, ele olhou atentamente.

–Gancho, creio que possamos negociar.

–O que podemos negociar, minha senhora?

–Eu estou em busca de uma pessoa.

–Vejo que é da realeza, isso não é fácil?

–Não quando quem se procura esta em outra dimensão ou reino.

–E sabe que eu faço este tipo de viajem?

–Sim, sei que tem tratos de troca de tesouros e relíquias com os gigantes em troca dos feijões mágicos e sei que pode abrir portais no mar e viaja entre mundos, por isso você é a pessoa certa para achar que eu busco?

–Quem é que busca e quem é você?

–Eu busco uma criança, mas não a achara uma criança e sim um adulto já, pois creio que o mundo ou reino que ela esta ser mais difícil ainda.

–Não tem um caminho?

–Não nem mapa encantado, nem bússola, nada essa pessoa esta perdida entre este reino onde não se tem magia e por isso é difícil acha-lo

–Mas se é tão difícil e terei que viajar entre vários reinos ate encontrar

–Exatamente há um caminho, vai ter que passar por reinos específicos sem pular nenhum e sem pular o tempo, a hora exata assim chagará a este ultimo reino sem magia, isso levara muito tempo.

–Isso lhe custará.. Perdoe-me qual é seu nome?

–Cora, somente Cora, e não preocupe-se com pagamento, pela manhã em seu barco estará a primeira parte do pagamento, depois da entrega terá o dobro e um desejo realizado.

–Um desejo?- analisei e lembrei-me de onde ouvira este nome e conhecia este rosto era Cora a Feiticeira, mãe da rainha Regina e sim um desejo realizado por ela era valioso.

–Fechado, parto assim que o pagamento for feito e saber como é esta pessoa que procuro.

–Gancho, nem mesmo eu sei quem é, essa pessoa esta em um mundo sem magia longe de meus alcances, mas você saberá quem é.

Ela entregou a ganho um pequeno objeto infantil que brilhava.

–O que é isso?

–Isso é um brinquedo da criança, ele vai ficar apagado, mas assim que entrar no mundo sem magia e este brinquedo acender é que esta perto da pessoa que procura.
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