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A Devil For Me. - Capítulo Mais um dia de trabalho. [+16] por sakymichaelis Ter 29 Out 2013 - 19:57



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  Academia Internacional - Capítulo Prólogo [+16]

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MensagemAutor
08062013
Mensagem Academia Internacional - Capítulo Prólogo [+16]



Gêneros:
Ação, Amizade, Humor Negro,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 


Diz então aquele que conhece o mundo:




“O mundo é cheio de mistérios, locais secretos, poucos sabem que Extraterrestres de fato existem, poucos sabem que ao todo o mundo tem seis dimensões paralelas, poucos realmente sabem que destino não existe, e outros tantos, vivem a sua vida cotidiana sem ligar para isso, “que se exploda o resto, o que importa no mundo sou eu”, é o que sempre dizem, afinal, são humanos, a eles cabe o benefício da dúvida, e a vida da ignorância por eles é alimentada, há tanto tempo, creio que desde que surgiram em algum lugar no mundo, e do mesmo modo que extinguiram os mamutes e os Neandertais, um dia acabarão sendo extintos por seus próprios descendentes, que surgirão em algum ponto da história, mais fortes, mais ágeis, assim será o fim da espécie humana, e então, aqueles que verem seus castelinhos de areia desmoronarem, chorarão, e alto, e amaldiçoarão o destino, que lhes foi confiado por Deus, e por isto amaldiçoarão ao próprio Deus, e acelerarão a própria destruição. Como são otários esses humanos, quando não encontram razão lógica, culpam aquilo que lhes é mais conveniente, Deus e o destino, e foi assim que a sorte e o azar foram inventados.




Guerras, Guerras Santas, mortes, destruição, e eles julgam que Deus quer isto, como podem ser tão medíocres, a ponto de tal ato de insanidade. Criticam, cospem no fogo e simplesmente se aborrecem ao ver que saliva não apaga chama que arde na fogueira, e assim surgem mais guerras, ideais que são destruídos, vontades de dominar aquilo que de forma alguma é do ser humano, o mundo.




Eu tenho muitas histórias para contar, histórias de humanos que foram parar em mundos paralelos, a sujeira embaixo do carpete que vem sendo escondida a muito, e a grande onda da política mundial, vai forte como um tsunami, mas um dia alcançará a costa, e destruíra tudo.”.








Mas o que ele sabe? Pena dele. O mundo não é difícil, não é complicado, os humanos que fazem questão de complicar ele. E se me perguntar o que é que tem a ver este pensamento forçado sobre a humanidade com a história que eu vou contar, eu digo como Saladino: “Tudo, nada”.








Um empresário nutriu um sonho, fundar a escola perfeita, mas como ela seria? O que ela seria? E por que ter uma escola perfeita se alunos são imperfeitos? Foram feitas para ele essas perguntas, tal qual foi a sua resposta: “Por que eu quero!”.




E assim foi fundada a Academia Internacional.




Reunindo alunos de 15 países, e mais de 200 tipos de atividades, a escola construída em uma ilha artificial móvel não é um sonho só de ricos e cristãos, mas também de todos os tipos de pessoa, tanto em credo como em nível social, pois foi formada uma coalizão entre várias nações.




Alunos de 15 anos acima vão apara a ilha, lá treinam suas habilidades enquanto aprendem como estudantes normais, e assim tornam-se os humanos que o mundo precisa para se tornar um lugar melhor.




Intrigas, amores, ódios, choques de culturas e religiões, tudo é possível na Academia Internacional.








EUA




Federação Russa




Brasil




China




Japão




Reino Unido




França




Itália




Alemanha




Índia




Austrália




África do Sul




Taiwan




Coréia




Espanha




Canadá




Estes países fazem parte da coalizão, e mantêm juntos cerca de seis mil alunos na Academia, onde os esportes, as belas artes, e as lutas são louvados da mesma maneira, isto é uma escola perfeita, mas a ideia de perfeição não é assim, afinal, brigas e discussões acontecem até em igreja, imagine em uma escola, com três mil alunos ou mais.




...




E lá vão eles, sentar-se nas grandes fileiras do salão principal do prédio central. Tratava-se de três filas, primeiros; segundos e terceiros anos, todos os alunos ali, para escutar o discurso do presidente do Conselho Estudantil, considerado o mais poderoso lutador da escola.




“Boa tarde a todos! Muitos já devem saber meu nome, sou Ernest Rutherford, lutador das Artes Marciais Estilo Vale-tudo. Sou australiano naturalizado brasileiro. Espero que todos possamos nos dar bem, mas, devo dizer a todos mais uma vez, principalmente aos novatos. Esta escola não é como nos animes japoneses que vocês assistem comendo pipoca, e não é seu todinho gelado que você bebe quando não tem nada pra fazer. Aqui seu objetivo é ser o melhor, o melhor que você puder ser. Se é pobre ou rico, negro ou branco, artista ou esportista, você tem que romper seus próprios limites, e é pra isto que você está aqui, para ser o melhor que você pode ser. Não queremos saber que de nós é o melhor, o mais inteligente, o mais poderoso, o melhor esportistas ou artista, estamos aqui para sermos melhores que éramos antes de conhecermos esta escola, e este é nosso grande objetivo. Aos alunos novatos deixo as minhas boas-vindas, pessoalmente sinto-me honrado por ser vosso presidente, desejo a todos uma boa tarde e boas-”. _Foi inesperadamente interrompido.








De repente uma voz de um dos novatos pergunta:




“É você que é o mais forte da escola?”




“Pelo ranque geral; sim.” _Disse Ernest.




“Que bom que é, eu sou Niels Bohr, alemão, praticante de MMA, lhe desafio”.




“Hum, que interessante, vai ser ótimo para que os novatos aprendam como seus veteranos são fortes, pode vir”.




Ao ouvir isto Niels saiu de sua fila e foi caminhando tranquilamente até o grande palco, como se tivesse certeza de que ganharia.




“Eu vou derrotar você, seu, seu, caipira.”




“Ha-ha-ha-ha-ha, pode vir então, estou esperando.”




Niels então foi correndo em direção de Ernest, que sequer se moveu, estava parado, sorrindo, esperando ansiosamente o ataque de seu inimigo.




Niels preparou um ataque com a mão e acertou no rosto de Ernest, e logo após deu um chute atrás do joelho e quando ele abaixou em função do chute uma cotovelada na nuca, que certamente seria fatal.




Niels saiu sorridente, como que se sentindo o maioral, mas teve uma surpresa maior quando viu que o presidente levantou sem um ferimento sequer.




“Pois é, você me surpreendeu, amassou minha roupa...” _Disse o tranquilo Ernest. “Você vai pagar por isso moleque!” _ Que não é tão tranquilo assim.




“Você quer mais?” _Disse Niels que já foi estalando os dedos.




“Não, acabou o show”. _Disse Ernest.




“O q-?” _Foi a única coisa que Niels conseguiu dizer, Ernest lhe dera um peteleco na testa que o fizera voar os trinta metros que separava o palco da sua cadeira na fila do primeiro ano, e Niels acabou sentado na sua cadeira, sem encostar-se a ninguém.








Vendo os olhares de espantos de todos os alunos, até mesmo os do terceiro ano, Rutherford tratou logo de concertar a situação.




“Muito bem pessoal, vamos ter algumas apresentações no palco hoje, desculpem pelo ocorrido, por favor, aproveitem a festa de boas-vindas do novo ano escola, comam e bebam e se divirtam.”




“Você foi bem cruel com ele...” _Disse Giovanna.




“Você acha, meu amor?” _Foi até ela e lhe deu um beijo. “Vamos aproveitar a festa, que amanhã teremos um grande trabalho.”




“Acho sim, não precisava humilhar o rapaz.” _Respondeu Giovanna que abraçou Ernest.




“Tsc. Você vai defender ele é?”




“Não precisa ficar com ciúmes.”




“Eu não estou com-“. _Foi interrompido.




“Está sim.”




“Não estou.”




“Está.”




“Tudo bem, só um pouquinho.”




“Tehe, pois sabe que não precisa, mas eu fiquei com pena do garoto, que humilhante, 30 metros com um peteleco, isto realmente era desnecessário.”




“Mas eu não machuquei ele.”




“Bom, tem razão.”




“Vamos pro salão?”




“Por favor.”




Giovanna e Ernest foram para o salão, onde os alunos festejavam o novo ano na escola, como diria Ernest, “festejamos por que amanhã teremos que estudar”, e bom, talvez seja este mesmo o motivo.




No salão com capacidade para três mil dos seis mil alunos da escola, as iguarias eram de todos os países, de várias culturas. Comidas orientais com ingredientes e temperos excêntricos, comidas ocidentais com abuso nos temperos e carnes nobres.




O festival de boas-vindas, como é chamado, é talvez a única vez no ano que ninguém tem preconceito naquela escola, talvez seja a única vez no ano que os brasileiros não implicam com os ‘olhos puxados’ dos japoneses, e que os ingleses brancos não implicam com os africanos negros. O resto dos dias do ano não passa de uma batalha silenciosa que envolve pelo menos 600 alunos da escola, e pelo menos sete alunos de grande renome na instituição. Trata-se de uma guerra interna pelo poder, que será explicada mais tarde.




A escola contava no dia do festival com 2400 dos 6000 alunos matriculados, o que acontecia é que os 3600 alunos restantes chegariam à escola nos sete dias seguintes, o início das aulas se daria no dia 12/02/2015, ou seja, doze dias após o festival.




A maioria dos alunos novatos chegaria aos quatro dias seguintes, enquanto a maioria dos alunos que estavam na escola era dos segundos e terceiros anos. Alguns, como Ernest e Giovanna, passaram as férias de verão/inverno na escola, outros, como Niels, chegaram mais cedo das férias, por esta razão, posteriormente a maioria dos alunos faltosos no festival de boas-vindas se lamentou por não ver o grande Ernest Rutherford em ação.












CONTINUA...





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Academia Internacional - Capítulo Prólogo [+16] :: Comentários

Adorei esse primeiro capitulo... foi engraçado, interessante e muito intrigante. Quero sabe como serão as aulas, conflitos e tudo mais que irá acontecer com os alunos.
Irei acompanhar ^^
 

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