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  Ficwritter - Heart Clock - Capítulo 01 [+16]

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MensagemAutor
25062013
Mensagem Ficwritter - Heart Clock - Capítulo 01 [+16]

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Gêneros:
Amizade, Aventura, Comédia, Drama, Ecchi, Fantasia, Romance, Universo Alternativo,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 



“A garota de cabelos escuros que rodopiava, imaginando ser um pássaro livre, capaz de voar e ter sua liberdade. Seus olhos verdes escuros brilhavam e suas bochechas coradas por causa do grande esboço de um sorriso meigo e inocente. Ela olhou para a janela da vizinhança e sempre via um rapaz corresponder à animação desta. Eram amigos apenas no olhar. Pelo menos era o que ela pensava.”
“Engraçado que onde existe luz também existe escuridão. E em uma noite a garota dos traços mais doces e inocentes fora corrompida por uma pessoa que nunca foi encontrada. Os olhos verdes brilhantes se tornaram meio opacos, os cabelos soltos ficaram amarrados e o sorriso acontecia raras vezes.”
Eleonor citou ainda olhando para o vidro da janela do carro. Vendo um pouco do seu reflexo e as árvores cheias de folhas. Sentiu um hálito quente sobre seu ombro e em seguida uma voz.
— Eleonor, como sempre, seus contos são ótimos! — Luiz, seu amigo, esboçou um sorriso com a mostra de seus dentes brancos.
Bonito como sempre e um pouco alto que a garota, possuía olhos castanhos claros e cabelo liso e negro, sua pela morena como os indígenas. Ao lado dele, Laura, amiga loura deles com tendências para moda, em seguida Keyla no colo da loura, por falta de espaço no banco de trás do carro. Esta com cabelo curto e negro, e dormia com a cabeça apoiada no banco da frente onde mais dois rapazes estavam. Conhecidos dos amigos dela. Analisando o carro, percebendo assim que não estava só.
— Obrigada! — corou, encarando novamente seu reflexo, depois do sorriso gentil de Luiz. Ele mal sabia o que ela citei fora seu diário.
Eleonor sentiu a mão do Luiz tocar na dela, fazendo-a olhar para ele novamente, não respondeu ao toque e nem mesmo rejeitou, dando a oportunidade dele entrelaçar as mãos. Ela fitou as mãos unidas, ambas sem aquelas frescuras de tinta nas unhas, e esboçou um meio sorrio ao admira-las. Engraçado que não sentia tanto aquela química que antes sentia pelo Luiz, aquela vontade louca de ficar todo tempo com ele, agora só sentia ás vezes a necessidade da presença dele. O que não era nesse momento.
— Luiz, olha! — chamou Laura, até confortável pelo peso leve que carregava.
A união foi desunida, pelo fato da curiosidade que tiveram ao local apontado pelo dedo indicador da garota com corpo de modelo.
Viram uma pequena fazenda ao lado esquerda da janela do carro. Pastagem verde e bem cuidada, onde se via um pequeno gado ao longe com algumas pessoas coordenando. A casa possuía dois andares, estreita e branca com verde, muitas janelas abertas para arejar a moradia.
O carro foi estacionado e ao abrirem as portas do automóvel, a morena foi atacada por um abraço de urso da senhora Maria Ferreira, avó do Luiz, que beijou o rosto delicado da menina com carinho de mãe/avó.
— Quantas saudades, minha querida! Que bom que meu neto trouxe a namorada dele novamente!
Sua voz era doce e gentil. A garota amava como se fosse sua avó, assim retribui um sorriso gentil e dei uma olhadela ao Luiz, seu ex-namorado. Este tossiu para chamar atenção da avó, bagunçando o cabelo por não querer contar a verdade, mesmo assim disse:
— Somos apenas amigos, vó! — ele engoliu em seco, mostrando o quanto infeliz estava por contar isso. Pois, era verdade.
Ela apenas olhou para os dois, confusa, mas esboçou um sorriso com um pensamento feliz.
— Por enquanto!
Eleonor abrir a boca, surpresa com que ela disse e corada ao mesmo tempo; já Luiz, mesmo vermelho, riu com a expectativa. Assim os seis pegaram suas malas e ses alojaram na pequena fazenda.
(...)
“De noite, a criança Eleonor olhava para seu espelho do tempo da sua bisavó, mas ainda intacto e com beleza. Gostava de se ver naquele espelho e visualizar o seu quarto naquela posição, mas algo estava diferente. Uma sombra negra e sem rosto estava atrás dela. Ele era mais alto e forte. Este tampou a boca dela, antes que o grito começasse.”
— Você se lembra? — perguntou Luiz, puxando Eleonor dos seus contínuos pesadelos que escrevera no seu diário.
Ela fechou o diário rapidamente, temendo que ele tivesse lido algum trecho, pois eram suas memórias e pensamentos tão secretos que não ousava mostrar para ninguém. A morena de olhos verdes encarou os olhos claros do rapaz, que franzia o cenho, preocupado.
— Eleonor...
— Lembrar-me de que? — ela rapidamente mudou o foco, vendo que na sala de estar Laura e o motorista do carro, Pedro, estavam presentes.
— O seu espelho parece com o que está no meu quarto. Além do mais vejo imagens estranhas como no seu... muito sinistro...
Pedro ri do fingimento do amigo e Laura não gosta muito disso.
— Muito sinistro.. huuu!! — assim o rapaz - que aparenta ser mais velho - agi como uma criança, brincando com a loura.
— Para, Pedro! — ela bate no peito forte do moço, aborrecida. — Eu não curto isso!
Eleonor rir da situação, mesmo sabendo que o conto do Luiz fora verdade, era apenas uma ilusão, deixando a situação muito engraçada. Ela acompanhou.
— Ohh, Luiz, eu me lembro! — ela encostou seus lábios na orelha esquerda do rapaz, com a intenção de sussurrar, porém disse em bom som proposital. — Mas não diga isso, ou ela não irá dormir na minha casa como nos velhos tempos.
Laura engoliu em seco com os olhos arregalados. O mestiço gargalhou, fazendo seu cabelo liso ficar um pouco bagunçado e no momento de impulso sentou ao lado da amiga, segurou a sua cintura e estalou um beijo na bochecha dela.
— Com certeza, gata!
Ela enrijeceu, sem o rapaz aparentar notar, assim depois de um minuto (talvez) ela relaxou nos braços dele. Eram amigos, não? E aquele ato era de amigos, né? Ela sabia que não era, então porque o termino da relação deles?!

Xxxxxxxxxxxxx

“Por que o termino?”, pensei olhando para o caderno e em seguida para meu notebook. Eu tinha passado meus rascunhos – presentes no meu pequeno caderno – para o programa Microsoft Word do meu notebook, amigo e inimigo antigo. Já que ás vezes esse aparelho me deixa na mão.
Olhei o relógio digital da tela, assim percebendo o quão tarde estava. Eu já deveria está dormindo por causa do meu primeiro dia de aula na minha nova escola. Em uma nova cidade. Suspirei triste e olhei para meus braços limpos e brancos - por falta de sol - e então me lembrei dos meus antigos cortes fracos que fazia no ano passado.

Odiava está em uma nova escola. Só de pensar meus pelos da nuca e braços se arrepiam, porque sei que não conseguirei me socializar. A timidez e analise dos meus olhos perante as pessoas fazia aparentar ser uma garota orgulhosa demais e eu também não tinha nenhum interesse de demostrar ao contrário. As situações eram assim, mas mesmo triste eu conseguia andar pra frente e tudo graças a minhas estórias.

Minhas estórias são minhas portas de fugas, onde posso mostrar o que eu sinto, não importa se sejam minhas ideias, vontades, sentimentos ou meus mistérios, lá posso desabafar e agradar as pessoas com que sei fazer de melhor na minha vida pacata.

Suspirei novamente, olhando para meu celular ao lado do meu notebook ligado. Além de pacata, minha vida estava... como dizem, uma merda. Palavra forte (talvez), mas descreve o estado da minha vida. Imagine está em um novo estado, nova escola e o namorado que disse uma semana atrás que me amava e não importava a distancia, hoje envia uma mensagem me dando um fora e sem desculpa.

Não que me importava de um jeito sentimental demais. Eu pedi para não namorarmos mais, pelo fato da viagem, mas ele disse tanta coisa para mim e me convenceu tanto que poderíamos ficar juntos. E eu topei com um pouco de sentimento. Agora com a rejeição, acho que furiosa pelo fora eu estava, mas triste... não.

Bocejei. E antes de deitar para dormir, fui salvar meu texto e dá uma olhada no site Love Fanfic, onde possuía as estórias que eu escrevia e comentários dos meus leitores e, claro, as fics de leitura. Gostava de olhar todos os antigos comentários dos meus leitores e assim tentar melhorar elas; por causa deles e até por mim mesma.

Loguei com o nome Tali (meu pseudônimo) e assim entrei na minha conta para começar a dá algumas olhadas nos últimos comentários da última fanfic que eu terminei.


LolaStar

Como sempre vc é demais, Tali. Amo essa fanfic como amei as outras. Estou doida para a sua próxima ideia onde terá aventuras, amizade, mistérios e FANTASIA. Mas vem cá, algo que tenho que te dizer e é mt importante. Seu romance é mt fraco. Quando tem pouco, ele aparece muito superficial.
Uma dica: para escrever um bom romance e que transmita sentimento use sua vida amorosa como exemplo. Com certeza vc tem uma.

Beijos e até a próxima fic!


Mordi o lábio. Já era a décima quarta ou quinta vez que via esse comentário, mas minha vida amorosa era um desastre, pois não conseguia transmitir nenhuma carência ou carinho por um rapaz... até que com meu ex teve um pouquinho. Será por isso que ele me deixou?
— Ai, ai, ai... — resmunguei. — Infelizmente não poderei fazer o que pedi LolaStar, mas espero que mesmo assim goste da minha nova fanfic Heart Clock.

Assim desliguei meu note e me aninhei na cama a espera do sono. Provavelmente irei sonhar com alguma coisa para ter ideias futuras, assim como a minha despreparação para amanhã. O improviso tem seus privilégios.




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Ficwritter - Heart Clock - Capítulo 01 [+16] :: Comentários

Ei, gostei muito da sua fic! Até porque sou muito fã de histórias de fantasia e magia.

Eleonor com aquele jeitinho tímido e meigo. O que será que ela tem para nos mostrar? Fiquei muito curioso.

Esperando mais!
 

Ficwritter - Heart Clock - Capítulo 01 [+16]

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