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  Sombrio Como a Noite. - Capítulo 04 [+16]

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MensagemAutor
27062013
Mensagem Sombrio Como a Noite. - Capítulo 04 [+16]

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Tema do Desenho / Quadrinho:
Batman.

Gêneros:
Ação, Amizade, Aventura, Mistério, Tragédia,

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O Mais Terrível Inimigo?

Passaram-se três meses desde a morte de Dick, Tim assumiu seu lugar como o novo Batman, e a pedido de seu marido Stephanie parou de agir como Batgirl e passou a ajudar Bruce, Barbara e Selena, Damian abandonou a equipe e saiu de Gotham, enquanto a Ricky, o rapaz não conseguiu superar a morte de seu pai, e sua personalidade se tornou sombria e solitária.
Em uma noite sombria e silenciosa, na Batcaverna, Bruce via reportagens de vários roubos e assassinatos que haviam acontecido em várias divisões das Empresas Wayne, por algum motivo todos esses crimes tinham uma semelhança que Bruce não conseguia compreender, mas que o incomodava muito, interrompendo a concentração do homem as portas da Batcaverna se abrem revelando Tim Drake que desceu para colocar o Batroupa para patrulhar a cidade.
—Você ainda está vendo essa noticias chefe? –Tim perguntou preocupado com a obsessão de Bruce com aquilo.
—Esses roubos e assassinatos, todos eles tem alguma relação Tim, eu não sei qual, mas de alguma forma todos tem. –Bruce disse nervoso.
—Olha Bruce, eu não sei bem o que te dizer, é verdade eu nunca vi um ladrão como esse, ágil, esperto, ele entra sem ser detectado e quando é detectado todos que ficam no seu caminho sofrem uma morte horrível. –Tim disse resumindo o que sabia desse misterioso bandido. —O que ele roubou até agora?
—Muita tecnologia que eu planejava usar para incrementar nosso arsenal. –Bruce revelou ficando ainda mais preocupado.
Um silêncio se manteve na caverna por algum tempo, mas foi cortado pelo som de um alarme, quando Bruce viu de onde vinha o sinal, viu que pertencia ao Museu de Antiguidades de Gotham, quando viu a câmera o homem de idade se assustou quando visualizou Coringa e sua família atacando o museu, mas a imagem desapareceu quando Arlequina atirou na câmera com seu revolver.
—Como eles escaparam do Arkham? –Tim perguntou enquanto colocava a Batroupa mais rápido que podia.
—Não faço idéia, mas você tem que ir para lá logo, é noite de exposição, milhares de pessoas estão naquele museu, vai ser um banquete para o Coringa. –Bruce ordenou enquanto mapeava o caminho mais rápido para o museu. —Tim, concordei que você trabalhasse sozinho, mas tem certeza de que não quer ajuda?
—Olha Bruce... –Tim tentou dizer, mas antes foi interrompido por Bruce.
—Eu estou preocupado, porque se você morrer... quem ira proteger Gotham? –Bruce perguntou não querendo mostrar que sua real preocupação era com a vida de seu filho.
—Não se preocupe chefe eu vou ficar bem. –Tim disse colocando seu capuz e entrando no batmóvel.
Em seguida Batman pisou no acelerador com toda a sua força, o Batmóvel lançou um alto ronco de seu motor e disparou para fora da caverna, rapidamente o herói se direcionou para Gotham para deter a ameaça dos palhaços. Enquanto isso, Ricky estava em seu quarto observando o álbum de fotografias vendo as fotos de seu pai, da época em que era o Robin, o baile de formatura onde tinha Barbara como acompanhante, o casamento deles, como um estalo o garoto se debruçou sobre as fotos que começou a chorar, ele ficou assim por muito tempo, mas logo parou quando ouviu alguém batendo na porta, era Barbara que queria conversar com o garoto, ela tentara várias vezes fazer Richard desabafar com ela sobre o que houve, mas ele nunca falava nada apenas a encarava com um olhar cortante.
—O que foi? –O garoto perguntou enquanto enxugava suas lágrimas.
—Querido sou eu, quer conversar? –Barbara perguntou erguendo sua voz.
—Não mãe, obrigado. –Ricky disse lançando um falso agradecimento a sua mãe, não que ele quisesse deixar ela preocupada, mas Barbara teve que ir a um psiquiatra depois da morte do marido, então o garoto não queria fazer nada que pudesse causar um problema de saúde em sua mãe.
—Se precisar de algo, é só pedir, certo. –Barbara disse com o rosto entristecido.
—Certo. –Ricky disse para tentar tranquilizá-la.
Batman finalmente chegou ao museu, o herói saltou para fora do batmóvel e correu para dentro do museu, preocupado com as pessoas que estavam lá ele nem se incomodou de abrir a porta, simplesmente a arrombou, quando parou para analisar sua situação aconteceu uma reviravolta, Coringa e Arlequina apontavam seus revolveres para dois inocentes enquanto a Piadista estava amarrando outras pessoas.
—Larguem eles, e talvez eu não machuque vocês, muito. –Batman disse com uma voz ameaçadora e intimidadora.
—Ora, ora, Batsy deixe eu ver as extáticas, você está a metros de mim, eu e minha querida Arlequina estamos na galeria superior com dois reféns, enquanto nossa querida filha amarrou todos os outros com dinamites que detonarão quando eu apertar esse botão. –Coringa disse mostrando o dispositivo para o Homem Morcego. —E então morcegão, é rápido o suficiente para me parar.
—É o que nós vamos ver! –Batman exclamou lançando um batarangue contra Coringa, que não teve tempo para pensar, pois foi pego pelo apetrecho, em seguida o herói disparou seu batgancho na mão de Arlequina fazendo a mulher soltar sua arma, depois lançou bombas de fumaça na direção da Piadista deixando a garota sem direção. —Parece que você terá que rever suas extáticas palhaço.
—Bem eu ainda tenho isso Batman! –Coringa exclamou com uma voz maníaca erguendo o detonador das bombas. —E então velho amigo, que tentar a sorte.
—Eu não acredito em sorte. –Batman comentou se mantendo sério.
—Pois devia, porque você vai precisar. –Arlequina disse se intrometendo na conversa.
—Eu já te disse que não gosto quando você interrompe meu grande momento! —Coringa exclamou dando um forte tapa no rosto de Arlequina. —Oh, eu quase me esqueci, a melhor parte é que as bombas não vão apenas matar você e essas pessoas, também vai espalhar uma quantidade estupendamente alta do meu Veneno Coringa. 
—Seu doente, isso vai matar esse bairro todo! –Batman exclamou indignado com o plano do Coringa.
—Esse bairro e parte dos mais próximos, morcego. –Coringa acrescentou mostrando seu largo sorriso. —E então o que vai ser.
—Isso! –Alguém desconhecido disse.
Quando Coringa olhou de onde veio aquela voz viu vários batrangues voando em sua direção, só que diferente dos do Batman esses se fincaram no chão como facas.
—O que é isso, você contratou um novo Robin? –Coringa perguntou surpreso ao ver os batarangues.
—Eu sou muito mais que o Robin e também muito mais que o Batman. —Falou um homem misterioso que apareceu no alto de uma janela, ele usava um uniforme negro, com o símbolo de um pássaro vermelho no peito, ele carregava em suas costas dois bastões de escrima e em seu rosto usava um tipo de óculos negros e sua boca e nariz eram cobertos por uma máscara também negra, sua voz não podia ser reconhecida por algum dispositivo que provavelmente estava na máscara, e ele possuía cabelos castanhos que iam até seu pescoço. —Eu sou Asa Noturna.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, há! –Coringa gargalhou após Asa Noturna ter se apresentado, porém ele não demonstrou qualquer reação quanto ao deboche do palhaço. —Você iria me convencer se me dissesse que era o Robin ou a Batgirl, ha, ha, ha, ha!
—Sem graça, agora você morre palhaço. –Asa Noturna disse com uma voz quase que de um robô e lançou um de seus batarangues.
—Hoje não. –Coringa disse puxando Arlequina e a colocando entre ele e o batarangue.
O batarangue acertou as costas de Arlequina e ainda pior a acertou diretamente no coração, a mulher olhou para o seu amado confusa, Batman ficou sem qualquer reação quando viu o que Asa Noturna havia feito, quando Piadista viu sua mãe morta a garota desabou em tristeza.
—Eu achei que você... me amava. –Arlequina disse enquanto a vida deixava seu corpo.
—Por favor, você é tão dispensável quanto aquela garota. –Coringa disse jogando o corpo já morto de Arlequina para o lado. —Vamos detonar!
Coringa ameaçou acionar o detonador, mas outros batrangue lançado rapidamente por Asa Noturna cortou a mão do vilão.
—Haaaaaaahhhhhhh! –Coringa gritou enquanto sua mão caia ao lado de Arlequina, tudo o que ele viu foi o sangue jorrando para fora do lugar onde ficava sua mão. —Essa não era a mão falsa!
Rapidamente a polícia começou a cercar o museu, o Coringa entrou em desespero e resolveu fugir.
—Vou me mandar. –Coringa disse correndo pelos fundos do museu.
—Asa Noturna, você está preso! –Batman exclamou apontando para a janela onde o vilão estava.
Batman viu Piadista na galeria de cima abraçando o corpo gelado de sua mãe, em seguida ele disparou seu batgancho e foi até ela.
—Piadista, eu sinto muito. –Batman disse se aproximando.
—Se afaste! –A garota exclamou apontando um revolver parar o herói. —Se afaste!
Ela disparou e o acertou no braço, o herói saltou para trás, antes que ele reagisse à garota saiu correndo deixando sua mãe para trás, Batman percebeu que ela havia deixado seu revolver, uma faca, e várias cartas de baralho caídas no chão.
 —Não acho que ela causará mais problemas. –Batman disse para si mesmo.
—Batman você está bem? –Perguntou um policial que entrou com tudo no museu seguido de seu esquadrão.
—Estou. –Batman disse saltando da galeria superior e usando sua capa para planar. —A Arlequina está morta, ensaque o corpo e leve para o necrotério em Arkham.
—O que houve? –O policial perguntou.
—Eu não faço idéia. –Batman disse saindo do museu e indo na direção de seu batmóvel.
Batman voltou para a Batcaverna, onde Stephanie o esperava, Tim retirou o uniforme e se sentou em na mesa da ala médica da Batcaverna, Barbara pegou o precisou, ela abriu um pequeno corte no lugar onde a bala havia entrado e a retirou com uma pinça.
—Obrigado. –Tim disse ainda sentido uma dormência em seu braço e dando um beijo nos lábios de Steph. —Bruce você viu aquele cara?
—Sim Tim eu vi. –Bruce disse vendo uma imagem filmada pela câmera no capuz, ele olhou com um grande desgosto para esse “novo” Asa Noturna. —Quem é ele Bruce? –Selena perguntou ficando ao lado de seu marido.
—Não sei, eu nunca o vi. –Bruce revelou com uma voz pesada. —Não pode ser o...
—Não é ele Bruce, esse cara, ele é brutal, sanguinário, o jeito que ele atacou o Coringa, ele também não mostrou qualquer emoção ao matar Arlequina. –Tim disse praticamente assustado com o comportamento do vilão.
—Além disso, eu sei que o Dick está bem enterrado ao lado dos meus pais. –Bruce disse como tristeza em sua voz.
—Eu não vou perdoar esse cara, não vou perdoar ele por roubar a identidade do Dick, temos que pegar esse Asa Noturna. –Barbara disse com grande irritação.
—Quem é Asa Noturna? –Ricky perguntou aparecendo do nada na Batcaverna.
—Como você entrou aqui? –Bruce perguntou espantado.
—Minhas digitais ainda estão memorizadas no batcomputador lembra. –Ricky disse com um pouco de deboche.
—Ricky, Asa Noturna era a antiga identidade de vigilante do seu pai. –Tim disse revelando parte do passado de Dick, todos olharam para ele já que nem Dick havia falado sobre seu passado como Asa Noturna. —Chegou a hora dele saber.
Depois que tudo foi explicado Ricky ficou tão indignado quanto sua mãe ao descobrir que alguém havia roubado a identidade de seu pai o deixou com muita raiva.
—Quer dizer que tem um criminoso usando a identidade do meu pai e matando gente sem mais nem menos! –Ricky exclamou com raiva.
—Não é só isso, para conseguir aquela tecnologia ele matou vários funcionários das Empresas Wayne. –Bruce disse relacionando Asa Noturna com os roubos que ocorreram nos arsenais das Empresas Wayne.
—E o que vocês vão fazer? –Ricky perguntou esperando que eles tomassem uma providência.
—Não sabemos quem ele é ou de onde veio, nossa única opção agora é tentar encontrá-lo e levá-lo a justiça. –Tim explicou colocando seu capuz novamente. —Vou voltar para a patrulha.
—Tome cuidado. –Stephanie disse beijando Tim.
Tim deu a partida no Batmóvel e voltou para Gotham pra procurar Asa Noturna, enquanto isso Bruce pega um pen drive de seu bolso que queria entregar para Ricky.
—Selena se importa de ir preparar o jantar? –Bruce perguntou para sua esposa.
Selena olhou para Bruce por alguns segundos e rapidamente percebeu o que ele queria.
—Claro, garotas se importam de me ajudar? –Selena perguntou querendo tirar Barbara e Stephanie da Batcaverna.
—Claro. –As duas disseram juntas.
Ricky seguiu elas, mas Bruce o impediu.
—Ricky fique, eu quero falar com você. –Bruce disse de costas para Ricky.
—O que foi? –Ricky perguntou também de costas para Bruce.
—Sabe por que eu e Selena te treinamos por todos esses anos? –Bruce perguntou fechando seus olhos.
—Queriam que eu soubesse me defender caso precisasse... não é. –Ricky disse fazendo uma pausa demonstrando dúvida.
—Bem, não é só por isso. –Bruce disse se levantando e se virando para Ricky. —Seus pais jamais quiseram que você fizesse parte do “negocio da família”, mas Dick sabia que um dia você seria preciso, por isso ele pediu que eu te treinasse, ele queria que você fosse o Asa Noturna.
—O que? –Ricky perguntou surpreso com aquela revelação.
—Pegue isso. –Bruce disse jogando o pen drive para Ricky.
—O que é? –Ricky perguntou pegando o pen drive e o olhando de perto.
—Nesse pen drive está codificada toda a informação que seu pai quis que eu passasse para você, o lugar onde ele guardou seu equipamento, uniforme, veículos, esse é o legado que seu pai deixou para você. –Bruce disse revelando as verdadeiras intenções de Dick para com seu filho. —Agora a decisão é sua.
Bruce subiu as escadas e foi de volta para a mansão, enquanto Ricky ficou pensando no que fazer, até perceber que Bruce havia deixado o batcomputador ligado, o mais rápido que pode Ricky colocou o pen drive na entrada USB do computador e começou a quebrar os códigos de segurança, ele rapidamente percebeu que aqueles códigos só ele poderia quebrar graças aos ensinamentos do tecnologia e criptografia que havia aprendido com sua mãe, depois de quebrar os códigos descobriu que a localização do esconderijo de seu pai era em Bludhaven, quando olhou para o lado viu que Bruce também havia deixado as chaves de uma das batmotos, ele deu a partida e seguiu para a cidade vizinha de Gotham.
  Ricky levou três horas para chegar até Bludhaven, e mais vinte minutos para encontrar o lugar onde seu pai havia deixado o legado do Asa Noturna, era uma velho armazém que ficava próximo ao cais.
—Eu esperava algo mais moderno. –Ricky comentou descendo da moto e parando na porta.
Antes que ele tentasse abrir a porta algum tipo de leitor apareceu em sua frente e analisou o seu corpo e em seguida um painel com a forma de uma mão saiu da parede.
—Agora sim me impressionou. –Ricky disse mostrando um leve sorriso.
O garoto colocou sua mão no painel que analisou suas digitais.
—Reconhecido, Richard Grayson Gordon Junior. –Uma voz de computador disse após as leituras, me seguida o chão abaixo de Ricky começou a descer como um elevador.
Quando Ricky chegou até o subterrâneo ficou boquiaberto com o que viu, era similar a Batcaverna, havia mostruários com uniformes do Asa Noturna, mas algo que Ricky não deixou escapar foi ver que um dos mostruários estava quebrado e sem o uniforme, o lugar possuía vários equipamentos similares aos do Batman e um computador bem avançado.
—Tá legal, agora sim me impressionou. –Ricky disse vendo o antigo esconderijo de seu pai. —Eu vou fazer você se orgulhar pai.
Ricky segurou o colar que ganhou de seu pai e deu seu primeiro passo para começar com sua nova vida como o herói Asa Noturna.


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