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  A Filha da Senadora - Capítulo Primeiro Capítulo [+16+16]

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MensagemAutor
16062013
Mensagem A Filha da Senadora - Capítulo Primeiro Capítulo [+16+16]



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Gêneros:
Romance, Angst, Drama,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 


Em pensar que ela poderia estar sentada à frente de uma lareira, tomando uma xícara de chocolate quente, ao invés de estar ali, se expondo aquele frio apenas para fazer as vontades da mãe… Era verdade que Laureen precisava reconhecer os valores por trás de Suzanna Evans para estar ali, naquele coquetel em que se reunia a maior parte dos Senadores Democratas que haviam sido eleitos na ultima eleição, inclusive Suzanna, que fora eleita com suma em todo o Estado de Nova York, desmentindo o fato de que 
ela ficava sempre na cola do marido, pai de suas filhas e ex-governador do Estado de Nova York.
De qualquer forma, aquilo acabava com as defesas de Laureen: por ser a filha mais velha do casal, precisava fazer um bom casamento, de preferencia um que fosse indicado pela mãe, que se tornaria ainda melhor se fosse com Robert Warner, um dos sectários democratas que há pouquíssimo tempo havia sido indicado à Secretário de Estado dos Estados Unidos da América, mas que, um dia, menos de quatro anos antes, ocupara o mesmo cargo de Suzanna.
Warner era um homem de sucesso perante seus eleitores, mas tinha uma má fama junto aos correligionários, mesmo que mal tivesse chegado à casa dos quarenta anos: por não ser casado, era tido como irresponsável. E era com isso que ambas as partes obtinham vantagem: se Warner se cassasse com a filha mais velha dos Evans, sua má fama junto aos seus colegas acabaria e ele, com uma maior facilidade, seria indicado à Presidência da República para as próximas eleições; enquanto isso, Suzanna Evans ganharia, enquanto senadora, uma maior participação na Presidência; já Laureen não sabia o que receberia em troca com aquilo.
O Secretário não era de todo mal, mas não atraia de forma alguma aos olhares de Laureen: os cabelos dele caiam lisos até metade do pescoço e tinham a cor castanha; os olhos eram de um azul tão belo quanto o céu sem nuvens; a cútis branca era quase de tom marfim. O caráter, entretanto, não era o dos melhores, igualmente não atraentes a moçoila loura: a fama de bom moço imperava sobre as fofocas de que o rapaz era um completo viciado em sexo e do último rompimento dele de uma noiva übermodel como aquele com quem estiveram nos últimos três anos.
 
Laureen conhecia sujeitos como aquele com a palma da sua mão: eram homens da mesma espécie de Warner que diziam obscenidades dela e que ansiavam leva-la para a cama, mas só havia duas pessoas na vida de Laureen que condiziam atenção dela, estas imagens masculinas, sexualmente falando: o primo Brandon e o Senador Democrata do Estado de Nova Jersey, Martino Accetti.
Brandon era, para Laureen, uma pessoa inteiramente especial: por ser o único primo da sua idade, aquele sujeito era o seu melhor amigo homem – ainda que Daphne Rieu por muitas vezes quisesse soar como homem e fizesse Laureen desconfiar da opção sexual da amiga –, mas era algo muito maior que isso – o seu primeiro amor, algo que ia além da paixonite adolescente. 
A coisa mudava quase que por totalmente quando se falava em Martino Accetti: o que Laureen o nutria não parava basicamente de uma admiração, mesmo porque nela ainda havia algo que era capaz de intitular como moral – o sujeito era casado há certo tempo com uma mulher muitíssimo bonita, de origem holandesa, cujo nome era Felicity. Além disso, parecia que o sangue franco-americano de Laureen não parecia bater com o sangue italiano dos Accetti.
Laureen não tinha sorte par ao amor. Isso estava claro e como ouvira diversas vezes da avó, tinha o dedo podre para algumas coisas, se bem não valesse generalizar.
Novamente, Laureen tremulou, desta vez ao sentir o frio que partia do jardim de inverno, de onde um trio de correligionários saiu, e isso o fez se abraçar. Aquela ação, entretanto, não foi melhor que po- 
de esperar de si: a tosse veio em seguida, devido a sua crise asmática, conhecida desde os dois anos de idade, que voltaria a fazer seu chiar.
Ao mesmo tempo, se assustou quando o copo de conhaque – uma das poucas bebidas quentes daquele coquetel – lhe foi retirada das mãos e num agarrar, em que unhas femininas lhe feriam o braço, enquanto braço, enquanto era arrastada até o centro do salão, onde as conversas se entrelaçavam umas com as outras. Não precisou olhar para saber que não era nenhuma das suas irmãs, mas a mãe, que disse impaciente:
— O que é que a senhorita está fazendo que ainda não foi se falar com o Senhor Secretário, Laureen Evans? Quanto mais eu invisto em você, mais me parece que está disposta a me deixar magoada.
— Mamãe — Laureen inferiu com sua voz soando insultada. — Eu já disse que eu não…
— Nem se dê o trabalho de completar, Laureen Evans, Apenas vá até ele, lance um gracejo e caia fora… que ele cairá nos seus encantos. A não ser que você queira ficar para tia, é isso que eu consigo pensar.
Laureen se segurou para não bufar, para não soar mal educada a sua mãe, mas a verdade era que a garota estava muitíssimo irritada para tentar parecer uma garota perfeita, para soar como os olhos de toda a família Evans, tal Brianna e Beatrice, as gêmeas univitelinas faziam, soando bondosas com seus namorados que a pouco adentraram o mundo da política. Ao invés disso, fingiu o seu melhor sorriso.
A garota sequer precisou se aproximar do sujeito indicado pela mãe quando se viu sozinha: o homem fez questão de lhe aparecer, com um sorriso nos lábios e uma aparência quase geek – não sabia se aquilo era possível mesmo com pessoas próximas dos quarenta anos, mas se era, Robert Warner era uma pessoa que se adequava perfeitamente a esse quesito. E mais isso só tornava Warner um sujeito ainda menos suportável.
Quando ficou a frente da garota, ele disse:
— Menina Laureen, que prazer em vê-la.
O sorriso falso que partiu dela foi quase deplorável, mas isso não o tornou impossibilitado de continuar:
— Fico feliz por vê-la novamente. Os compromissos me tomam por completo nos últimos tempos, o que torna quase impossível de irmos aos mesmos eventos, ainda mais agora que você está morando em Boston. Está gostando de fazer Direito?
— Sim.
— É só isso que me falas? — ele disse, pegando duas taças de champanhe que uma garçonete ofereceu. — Não faz mal — continuou, estendendo-a uma das bebidas, o que foi bem aceito. — Eu não mordo, se quer saber. Aliás, fico feliz por saber que está se formando em Direito, toda a sua família o é, afinal. Eu também o sou, em Yale, como meu pai, contudo.
Uma coisa que Laureen não prezava em uma pessoa era quando esta lhe fazia uma aproximação forçada e, ainda por cima, puxava assuntos que julgava desnecessários. Saber que Warner era formado em Direito em Yale não lhe acrescentava nada, não a tornava uma pessoa melhor.
— Tem ideia de em que se especializará? — perguntou ele. — Ou entrará para a carreira política, como seus pais?
— Fugirei disso antes que a cobrança me chegue, para algum lugar do Alasca em que eles jamais me encontrarão… — respondeu Laureen, após sorver o liquido borbulhante de sua taça de cristal. — Não me vejo trabalhando com política, portanto, me especializarei em Direito Criminal.
O sujeito deu um sorriso largo, mas mais parecia que tinha dúbias intenções para com a garota. Isso se confirmou quase perfeitamente quando ele se aproximou dele para lhe dizer ao ouvido:
— Isso é uma pena, Laureen. Amaria se tivesse você lado a lado trabalhando para os Democratas.
Laureen estava acostumada com o jeito de Warner: quando ele dizia uma coisa àquele porte, infelizmente o que ele queria dizer era que as suas intenções eram duplas, mas a que ali imperava era o desejo dele para leva-la para a cama.
Ela o empurrou, buscando ser cuidadosa com ele ainda assim:
— Não sou uma garota a esse porte, Warner. Para tanto, você pode buscar uma prostituta.
Ela se afastou dele com a mesma leveza com a qual o empurrou, tornando a se dirigir para o local em que ficara a maior parte do coquetel, incomodada com o ambiente. E de lá pode notar uma discussão que se iniciava pelo casal Accetti – briga de marido e mulher – enquanto eles estavam sentados em um banco de jardim de inverno. O clima não parecia o dos melhores, ainda que eles fossem um bom casal, e pela leve leitura labial que fez de Felicity, soube que ela reclamava da falta de atenção do marido.
Nesse momento, os olhos de Martino encontraram os de Laureen, demonstrando-a que nada que a esposa lhe falasse estaria sendo absorvido. O sorriso que encheu os lábios do rapaz só pareceu confirmar as suspeitas da loura. Não houve reciprocidade da parte dela: ela queria evitar qualquer contato que os aproximasse.
Martino era proveniente de uma grande família italiana – um caso clássico de todas as famílias descendentes daquele país –, que era radicada no país desde a Segunda Guerra Mundial, quando foram obrigados a sair do local de nascença. Eles não apoiavam o Fascismo, nem apoiava a ascensão do governante do país àquela época, Benito Mussolini. Mas a família tinha duas opções: podiam ser recebidos no Brasil pelo Presidente Vargas e acabar nas fazendas de café do país – tentando refazer a riqueza que possuíam há pouco unificado – ou viajarem até os Estados Unidos e tentar continuar com os trabalhos que antes exerciam na Itália. Eles se deram muito melhor ao escolher a segunda opção.
Entretanto, havia boatos: diziam que a riqueza da família Accetti era mais condizente a negócios ilegais que estabeleceram assim que conseguiram centralizar um bom dinheiro em mãos, abrindo cassinos em Nova Jersey, o que era uma coisa que Laureen não conseguia acreditar, por achar esta uma noção muito preconceituosa sobre qualquer família italiana e ela acreditava ainda menos nisso porque Martino parecia honesto demais para tanto.
O sorriso de Martino cumprimentou Laureen ligeiramente quando passou ao seu lado com a esposa, mas não houve troca de palavras. O clima pareceu continuar péssimo entre os dois, porque Felicity sequer fingiu um sorriso simpático. Laureen não pareceu se importar, tampouco: logo, ela estava acompanhada de seu pai, Arthur, que anunciara a sua presença ao tocar-lhe levemente o ombro – um jeito muito habitual de se demonstrar a alguém –, cobrindo-a com o próprio sobretudo que algumas horas antes ele havia deixado na entrada, como se adivinhasse que ela estava com certo frio apenas por estar com aquele vestido que ia até os joelhos, de mangas longas, com um bom decote e na cor lilás. Como sempre, ele era muito atencioso, sua voz sempre soando dócil:
— Este vestidinho é tão mirradinho, minha filha. Daqui a pouco você está roxa de frio.
— Um Marchesa, pai.
— E o que importa a marca, Laureen, minha filha. E se você não gosta mesmo dessas cerimônias, não tem porque se vestir como essas meninas da sua idade que vem acompanhando os pais.
— Definitivamente, eu não presto para a política.
— Quer ir para casa?
Laureen deu um sorriso leve ao pai, parecendo ganhar certo vigor. Sentia-se incrivelmente conhecida por seu pai que sabia que ela detestava aquele lugar cheio de “amigos”.
Ele guiou-a até o estacionamento, onde os diversos motoristas e seguranças das autoridades conversavam, levando-a até o carro. O motorista da família era o único a não se envolver nas conversas, o que só tornou seu contato com Arthur ainda mais breve:
— Leve-a para casa e depois volte. Posso precisar de você depois.
— Sim, senhor.
Laureen se sentia sufocada com o fato de ter que ser levada para casa por um motorista: sentia  sua liberdade se esvair como água ali em Washington D.C., afinal a casa que sua família estava vivendo desde dezembro passado não era muito longe do lugar que estava acontecendo àquela festa, o que a possibilitava facilmente de ir a pé, mas como Arthur era superprotetor, ele simplesmente preferia que a filha fosse segura até a residência.
A falta de liberdade era comum na politica: Laureen havia sido educada em um internato católico até os quatorze anos e o mesmo aconteceu com as irmãs gêmeas. O mesmo acontecia com um montante de filhas da politica em diversas partes do país, inclusive com os filhos do atual presidente, Harriet e Douglas, que estavam no terceiro ano de Arquitetura e Economia em Cambridge e os dois eram a imagem da perfeição perante os alpinistas sociais, mas ao mesmo tempo eram aqueles que mais facilmente se intrometiam em brigas. Para alguns, eles eram simplesmente carta fora do baralho, para outros, eles eram indicados como os herdeiros mais alçados de toda costa leste estadunidense. Para Laureen, eles simplesmente não existiam…
A loura não tinha amigos que tinham a mesma proveniência que ela, ainda que fosse muitíssimo conhecida nos Campi de Harvard e não apenas por conta da família que tinha. Sua melhor amiga e escudeira fiel era Daphne Rieu, que me acompanhava desde a época do internato. Ela era filha de um grande ourives francesa e de um dramaturgo norte-americano, mas como ambos viviam viajando, os Evans acabaram a adotando como se fosse, realmente, parte de sua família.
Como nos últimos anos, Daphne passava as datas comemorativas junto aos Evans e, daquela vez, estava passando os quinze dias de férias de inverno com eles novamente. E ao que parecia, ela estava muito desagradada com o ambiente da cidade, sempre cheia de seguranças e nenhum shopping para as compras – quase diárias – dela. Ao contrário de Laureen, ela nunca fora a Washington District of Columbia antes.
— Este lugar é terrível — Daphne disse, assim que Laureen entrou na sala de TV, onde ela deixou a bolsa sobre o sofá em que Daphne estava sentada, passando os canais da TV incessantemente. — Não tem um shopping legal ou uma casa de shows: eu preferia ter ficado em Boston.
— Se quiser, você pode ir à Albany — Laureen revelou, revirando os olhos.
Ás vezes, Daphne era a imagem pura da futilidade, sendo tão fútil quanto à prima de Laureen, a jovem Cecily O’Donnell. Parecia que as compras sempre as revigoravam e, na verdade, algumas vezes, Laureen acabava compactuando com elas e, aliás, se não fosse por Daphne, ela jamais teria conseguido aquele Marchesa para aquele coquetel. Contudo, a loura não estava com humor para os comentários consumistas de Daphne àquela noite.
— Qual é o problema? — Daphne perguntou preocupada, enquanto Laureen subia as escadarias em direção a seu quarto. — Você certamente encontrou Robert Warner nesse coquetel e o que quer que tenha acontecido ali, mexeu contigo.
— O fato é que você não foi comigo para que eu pudesse escapar dele, então deu nisso. Isso me azedou, é simples.
— Tudo bem, amiga, me desculpe, mas política não é para mim, ainda menos do que é para você, que além de ter pais que trabalham com isso, certamente se casará com um político. E eu agradeço se você me devolver esse vestido ainda hoje — Daphne disse enquanto se sentava na ponta da cama da amiga, apontando para a roupa que Laureen vestia.
— Me deixe tomar meu banho que amanhã de manhã eu o deixo no cabide de seu quarto, arrumadinho, trazido da lavanderia, pronto para você usar.
— Oh, não, eu não posso usar o Marchesa que você usou — afirmou. — Vão falar que ele não é mais exclusivo. Eu terei que comprar outro para ir à premiação de meu pai, mas não importa…
— Será que dá para você pode me deixar me arrumar para dormir?
— Tudo bem, irritadinha — Daphne respondeu se erguendo da cama da amiga, cacheando a ponta de seu cabelo ruivo e liso —, eu entendo que você esteja com TPM. Vá se arrumar para dormir que eu também o farei: preciso tirar meu sono de beleza — continuou, indo em direção à porta, fechando a porta assim que saiu do cômodo.
Laureen pôde suspirar aliviada quando viu a amiga sair, sentindo-se um pouco liberta para fazer as coisas sem ser controlada por ninguém: tomar um banho demorado na banheira, por exemplo, era uma dessas coisas, principalmente para esquecer as coisas que haviam acontecido naquela noite; além disso, se ela pudesse completar aquela sentença com muitas horas de sono relaxante naquela cama kingsize seria ótimo… ótimo para esquecer aquele dia detestável. 










































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A Filha da Senadora - Capítulo Primeiro Capítulo [+16+16] :: Comentários

Bom dia ou boa tarde ou boa noite (depende o horário que veja)
Sou nova no site e me debati logo com esse capitulo no site. Sinceramente, amei a narrativa que descreve sem ser enjoativa, além de ser interessante (mesmo que eu não goste tanto assim de politica)... com certeza irei ler a continuação.
Ganhou uma leitora ^^ Beijos!
Emanuelle Sandra escreveu:
Bom dia ou boa tarde ou boa noite (depende o horário que veja)
Sou nova no site e me debati logo com esse capitulo no site. Sinceramente, amei a narrativa que descreve sem ser enjoativa, além de ser interessante (mesmo que eu não goste tanto assim de politica)... com certeza irei ler a continuação.
Ganhou uma leitora ^^ Beijos!
Olá, Emanuelle!
Que bom que você gostou e também comentou. :bounce: Isso me deixa muito feliz! Os próximos capítulos já estão prontos e eu colocarei eles aqui em breve.
 

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