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A Devil For Me. - Capítulo Mais um dia de trabalho. [+16] por sakymichaelis Ter 29 Out 2013 - 19:57



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  Sombrio Como a Noite. - Capítulo 15 [+16]

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MensagemAutor
18072013
Mensagem Sombrio Como a Noite. - Capítulo 15 [+16]

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Tema do Desenho / Quadrinho:
Batman.

Gêneros:
Amizade, Aventura, Mistério, Romance, Suspense, Tragédia,

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Teste de Coração.

O Coringa começou a golpear Asa Noturna com o pé-de-cabra, mas o herói não sentiu tanta dor, já que o novo traje que Lucius fez para ele era muito mais resistente que seu antigo.

—Bater abaixo do pescoço não tem graça, acho que vou arrancar seu cérebro igual ao Capuzinho. –Coringa disse pronto para golpear a cabeça de Ricky.

—Por que você é assim? –Asa Noturna perguntou.

—Como é? –Coringa perguntou de volta.

—Por que você sente prazer em matar, o que você ganha com isso? –Ele perguntou.

—Ninguém nunca me perguntou isso, eu só acho divertido. –Coringa disse levantando o pé-de-cabra.

—Não é verdade Joseph, eu sei que não é. –Asa Noturna disse chamando o Coringa pelo seu verdadeiro nome.

—Do que você me chamou. –Com raiva Coringa acertou Asa Noturna na cabeça com o pé-de-cabra.

—Joseph Keer, esse é o seu verdadeiro nome, você trabalhava aqui mesmo, mas um dia foi demitido, então passou a trabalhar como comediante você passou a usar o nome Jack Napier: O Capuz Vermelho, mas você não fazia sucesso então perdeu credibilidade rapidamente. –Asa Noturna disse com dificuldade por causa da pancada.

—O velho Jack morreu, já faz muito tempo, e você é o próximo! –Coringa disse acertando Asa Noturna com mais força.

Ainda um pouco confusa Piadista acordou, ela olhou para os lados e viu que estava presa, ela olhou para baixo e viu o ácido que lhe trazia tantas lembranças ruins, e quando olhou para frente viu o Coringa espancando alguém com um pé-de-cabra, ela olhou melhor e viu que era Asa Noturna, nesse momento seu coração se encheu de alegria em saber que ele estava vivo, mas se encheu de desespero ao ver Asa Noturna sendo surrado.

—Asa Noturna! –Ela gritou tentando chamar a atenção dele.

—Piadista. –Asa Noturna disse enquanto recebia mais golpes do Coringa.

—Agora, eu vou matar esse passarinho, e garantir que esse fique morto. –Coringa disse virando Asa Noturna e se preparando para acertar a parte curvada do pé-de-cabra na nuca dele.

—Já chega! –Asa Noturna conseguiu dar uma rasteira no palhaço e derrubar o vilão.

O herói usou todo a sua força para conseguir arrebentar as cordas que o prendiam, então ele pulou até Piadista, ele se segurou na corrente e ficou com o rosto quase colado no dela.

—Você veio. –Piadista disse corada.

—Eu não podia te deixar, você é minha parceira. –Asa Noturna disse sorrindo.

Ele cortou a corrente com um batarangue e antes que eles caíssem Asa Noturna disparou seu gancho e a deixou do outro lado do complexo.

—Piadista saí daqui, eu vou bater no seu pai. –Asa Noturna disse se levantando.

—Está brincando, eu não perderia isso por nada. –Piadista disse sorrindo. —Somos parceiros afinal não somos?

—Somos. –Asa Noturna disse concordando.

—Chega de papo, eu vou explodir os dois pombinhos agora mesmo! –Coringa disse pegando sua bazuca e disparando um míssil neles.

Com suas acrobacias os dois heróis desviaram do míssil.

—Eu cuido do meu pai, vai ajudar o comissário e a repórter. –Piadista ordenou.

—Tem certeza? –Asa Noturna perguntou preocupado.

—Deixa comigo. –Piadista então foi correndo para o lado onde seu pai estava.

Asa Noturna foi até Vicky Vale, ele cortou a corrente e a levou para saída. Coringa ia atirar nele com seu revolver, mas uma carta acerta sua mão, ele vê que foi Piadista quem jogou a carta nele.

—Filhota, pimpolha, queridinha do papai, que tal me ajudar a matar o passarinho? –Coringa perguntou tentando coagir sua filha.

—Você tentou me matar! –Piadista disse lançando outra de suas cartas cortantes.

—Mas não matei. –Coringa disse com seu sorriso maquiavélico.

—Mas não ligou nem um pouco quando minha mãe morreu. –Piadista lançou outra carta, mas está o Coringa pegou ele olhou para sua filha com um olhar mais sinistro do que de costume, então esticou seu sorriso mais que nunca também e pegou seu próprio baralho.

—Filinha, escolha uma carta, qualquer carta! –Coringa começou a jogar suas cartas contra Piadista, mas a garota também jogava a suas cartas.

As cartas dos dois se chocavam e caíam no chão, até que eles ficaram sem nenhuma. Asa Noturna conseguiu tirar o comissário Blake de lá, então foi ajudar a Piadista.

—Agora chega de brincadeira. –Coringa disse sacando seu revolver. —Diga oi para Arlequina no inferno por mim.

—Fique longe dela! –Asa Noturna jogou um batarangue que arrancou a mão robótica que Coringa havia implantado no lugar da que o Impostor tinha decepado.

—Seu moleque, eu te mato! –Coringa jogou o pé-de-cabra na direção do Asa Noturna acertando o herói na cabeça e o derrubando. —Agora é sua vez!

—Vai sonhando palhaço. –Piadista partiu para cima do Coringa, ela lhe deu um chute na barriga, o palhaço então pegou uma faca e foi para cima dela, mas a garota o desarmou e lhe deu vários socos na cara.

—É só isso, você bate feito uma menina. –Coringa disse dando um soco com tanta força no rosto da garota que o nariz dela começou a sangrar.

—Parece que a morte vai ser na minha família. –Coringa tirou outro pé-de-cabra de seu terno e deu um golpe em Piadista, depois começou a golpear ela várias vezes, até ela dar um grito.

O grito da Piadista acordou Asa Noturna, ele olhou para cima e quando viu o que Coringa estava fazendo ficou furioso, ele disparou seu gancho e foi até eles, Coringa continuou espancando ela o que deixou Asa Noturna mais irritado, então o herói empurrou o palhaço, assim que se recobrou Coringa tentou atacar ele com o pé-de-cabra, mas o herói segurou a arma e tirou dele, acertou o vilão na mandíbula e jogou o pé-de-cabra no ácido, em seguida Asa Noturna jogou Coringa para baixo e o seguiu.

—Como pode fazer isso! –Asa Noturna disse dando um soco com força no rosto do Coringa. —Ela é sua filha! Como pode ser tão cruel!

Com toda a sua raiva Asa Noturna começou a espancar o Coringa, dava socos cada vez mais forte, alguns chegavam a tirar dentes da boca do vilão e a cada soco a força aumentava.

Os outros heróis entraram na fábrica e viram Asa Noturna espancando o Coringa então correram até ele e Batman o segurou.

—Já chega Asa Noturna! –Batman disse imobilizando Asa Noturna.

—Me larga Batman! –Asa Noturna ordenou e Batman o obedeceu, Ricky ainda estava com raiva, até que viu Piadista tentando andar, quando ela chegou na escada escorregou e rolou até o andar inferior.

—E aí filhota foi divertido brinca com o papai? –Coringa disse ainda com dor.

—Eu devia te matar agora. –Capuz Vermelho disse apontando sua arma para a cabeça do Coringa. —Mas o garoto já te humilhou o bastante.

—O que você quer dizer? –Coringa perguntou.

—Que o grande Coringa teve seu traseiro chutado por um garoto de dezesseis anos. –Jason disse rindo.

—Você vai voltar para o Arkham, Coringa. –Batman disse algemando o palhaço.

Asa Noturna foi correndo até Piadista ele então pegou a garota em seus braços e acariciou seus cabelos.

—Temos que levar ela para o hospital. –Asa Noturna disse ainda com ela nos braços.

—Vão na frente, eu e o Blake tenho que colocar esse saco de lixo no Arkham. –Batman disse levando o Coringa para saída.

Já na manhã seguinte, Piadista acordou em uma sala de hospital, ela se assustou primeiro, até que viu Asa Noturna com suas roupas civis com os típicos óculos dormindo em uma cadeira ao lado dela, ela pegou a mão dele e ele acordou.

—Bom dia. –Ela disse com uma voz cansada.

—Bom dia, como você está? –Asa Noturna perguntou.

—Só dói quando eu rio. –Piadista disse sorrindo. —E o Coringa?

—Ele está de volta no Arkham. –Asa Noturna respondeu.

—Eu tive medo, achei que você tivesse morrido. –Ela disse apertando forte a mão de Ricky.

—Não se preocupe eu estou aqui, para o que você precisar. –Ele disse se sentando na cama.

Os dois se aproximaram mais e mais, até que se beijaram, um beijo longo e apaixonado, e só se separam quando precisaram de ar.

—Margaret Quinzel. –Piadista disse.

—O que? –Asa Noturna perguntou confuso.

—Meu nome, é Margaret Quinzel, mas pode me chamar de Maggie. –Piadista se apresentando.

—Richard, Richard Grayson, mas pode me chamar de Ricky. –Ricky disse tirando seus óculos.

—Você é o garoto que eu ataquei na Academia Gotham. –Ela disse lembrando-se de Ricky.

—É eu me lembro, eu tava lá. –Ricky disse rindo.

—Foi sério o que você disse? Sobre eu ser bonita? –Maggie perguntou.

—Você é a garota mais bonita que eu já conheci em toda a minha vida. –Ricky disse passando a mão no rosto dela.

—Com todos os defeitos? –Ela perguntou um pouco insegura.

—Até o ultimo fio de cabelo roxo. –Ricky sorrindo.

Os dois se beijaram novamente até que Bruce chegou na sala, ele ficou apenas observando pro algum tempo.

—Você é bem apressado rapaz. –Bruce disse rindo.

—Bruce, o que você faz aqui? –Ricky perguntou.

—Eu queria falar com você, se sua namorada não se importar é claro. –Bruce disse.

—Pode ir Ricky, deve ser importante. –Maggie disse segurando a mão de Ricky.

—Tá. 

Bruce e Ricky saíram da sala e foram até uma sala reservada.

—Antes de ir atrás do Coringa, você ia me dizer quem era o outro Asa Noturna, então vamos lá diga. –Bruce ordenou.

—Bruce senta, isso vai ser um choque. –Ricky disse com peso na voz. —O outro Asa Noturna, o homem que matou o meu pai.

Antes de dizer o nome Ricky deu um suspiro como se nem ele mesmo acreditasse.

—É o Damian.

Quando ouviu o nome Bruce ficou arrasado, Damian seu filho biológico, foi quem matou Dick. Longe de lá em algum lugar em Gotham Damian e Rose estavam juntos de outra pessoa, um homem vestindo uma armadura preta cheia de facas e com uma máscara com o formato de uma coruja.

—Você demorou Willian. –Damian disse.

—Willian Cobb está morto Damian, agora existe somente Garra. –Garra disse com uma voz calma.

—Eu falhei, eu devia matar meu pai, meu irmão, e meu amor, eu já matei Dick, e Carrie também, mas o Ricky ainda está vivo. –Damian disse frustrado.

—Não se esqueça a única forma de ser parte da Corte das Corujas é se você cortar seus laços, paternos, fraternos e amorosos. –Garra disse de forma fria. —Vida longa a Corte, irmão.

—Vida longa a Corte, irmão. –Damian disse apertando a mão de Garra.

Logo abaixo deles, havia um exército de Garras, todos preparados para atacar Gotham assim que ordenado.

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