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  The Unpredictable End - Capítulo 1 [+16]

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MensagemAutor
11052013
Mensagem The Unpredictable End - Capítulo 1 [+16]

[img][/img]

Gêneros:
Universo Alternativo, Fantasia, Suspense, Death Fic, Darkfic, Ação, Humor Negro,

Clique aqui para ver as Informações Iniciais:
 


– O que você fez? - Perguntava a mulher desesperada, e o garoto sem entender apenas a encarava assustado.




– Mãe, e-e-eu...- O garoto tentava dizer, sem conseguir entender o que estava acontecendo.




– Se afaste de mim seu monstro! Afaste-se da minha família! - A mulher gritava cheia de ódio e raiva enquanto encarava a criança, chorando em cima do corpo que ja á muito não tinha mais vida.




– M-ma-mãe - Ele não conseguia mais formular nenhuma palvra. Seu corpo tremia violentamente enquanto a fitava com desespero, mesmo assim, se forçava a chegar perto dela. - M-ma-ma, e-eu- soluçava enquanto tentava alcançar o braço de sua mãe desesperadamente, levando um tapa em sua face, deixando o paralizado pelo medo e a dor que sentia




– Afaste-se de mim! Saia daqui e nunca mais volte!- Gritava enquanto olhava para ele completamente irritada. - Por sua causa que tudo isso aconteceu! Desde que ele te encontrou, apenas trousse desgraça para nossa família! Por sua causa ele está morto! Saia daqui sua criança amaldiçoada! - A cada palavra que falava, sua voz aumentava e a raiva e tristeza pareciam se encorporar cada vez mais a elas.




– Eu não aguento mais isso. - Começava a chorar cada vez mais alto, sendo possivel sentir sua tristeza em toda a casa. Vendo a arma no chão, um sorriso começou a aparecer em sua face. Pegando a arma no chão, olhou novamente para o garoto, seu sorriso aumentando cada vez que a arma chegava mais perto de seu corpo. Olhando para o garoto, começou a rir. Ria como se tivesse acabado de ouvir uma piada que ninguem mais podia.




– Isso é tudo culpa sua garoto. - falava enquanto ria histericamente, deixando-o cada vez mais arrepiado e assustado. - Tudo culpa sua e desses 3. - Gragalhava cada vez mais alto. Começou a se levantar novamente, nunca deixando de olhar para o garoto. - Voce deve estar gostando disso, não? Deve estar apreciando ver as pessoas que cuidaram de voce quando ninguém mais quis, serem arruinadas! Mas voce ja deve saber exatamente o que vai acontecer agora. Afinal, você já levou muitos antes de nós.




– N-a-ão, n-a-ão. - Nao conseguia mais parar de tremer, nao conseguia mais aguentar aquela situação, mas não conseguia parar de olhar para aquilo, não queria ver a mesma situação acontecendo duas vezes na sua frente. - Nãooo - Começou a correr, tentando chegar nela antes que fosse tarde demais, mas a cada passo que dava, caia no chão, como se fosse impedido por alguma coisa de mudar o que estava para acontecer.




– Lembre se do que voce fez com a sua própria família, e carregue isso junto com sua maldição seu demônio! - Falava cada vez mais baixo, como se para reforçar suas próprias palavras, enquanto lentamente, seu dedo pressionava o gatilho. - Que seus sonhos sejam atormentados eternamente pelo o que fez. - Com um último sorriso, o inevitável aconteceu.




– Nããããããooooo - Seu lamento ecoando na escuridão junto com o eco do tiro, perdendo se no meio da tempestade que assolava a cidade. No momento que o corpo começava a tocar o chão, homens chegaram sendo atraidos pelo barulho que saia da casa, vendo a cena, foram correndo diretamente para o garoto, gritando ordens para que vasculhassem a casa, em busca de quem havia feito aquilo. Mas não havia esperança na busca deles, isso ele sabia. O culpado nao tinha fugido, ele estava ali, nos braços daqueles que o foram ajudar, a morte, ainda não havia deixado aquele lugar... Com esses pensamentos, desmaiou nos braços do homem.












– Aaaaahhhh - Acordou suando e tremendo. Havia muito tempo que tinha tido aquele sonho, tanto tempo, que já comecara a o esquecer. Mas ele sempre voltava, não importasse quanto tempo passasse, ele sempre voltava. Afinal, como poderia se livrar de um sonho, quando ele era uma memória? Já estava farto desse barulho maldito que não acabava, ficando cada vez mais irritado até que não aguentou. - Cala a boca desgraça, aaahhh merd.- Gritava, quando acabou caindo da cama e acertando a cômoda. - Aaaaaaaaa, que diabos!! Cala a boca!!- Esmurrando, literalmente, a causa de sua dor. - Droga, vou ter que comprar um outro despertador. - Dizia olhando os restos do despertador destruído.




Levantando-se da cama, espreguiçou-se, estralando alguns ossos no processo, se deparou com sua imagem no espelho. Um jovem com seus 16 anos, 1,78 de altura, seus cabelos pretos bagunçados como sempre, e seus olhos azuis que fitavam o seu reflexo. Nao tinha mudado nada, alguns ainda diriam que era a mesma criança chorona e birrenta de antes apenas crescida, mas estariam muito enganados. Apesar de sua aparência não ter mudado muito, ele não era mais o mesmo. Não possuía mais aquele brilho inocente nos seus olhos, muito menos aquele sorriso alegre e gentil de antes. Nunca mais seria o mesmo de antes, não depois do que havia passado.




– Você nunca me entendeu, apenas aceitou cuidar de mim por causa dele - Gritava enquanto fervia de raiva. Nunca iria se tornar um demônio, nunca sucumbiria a tais palavras. Enquanto ainda estava preso em seus pensamentos, foi despertado por um gato que havia entrado no quarto. Ele era branco com olhos tão azuis que alguns diriam que eles brilhavam. - O Dream, bom dia pra você tbm.- falava enquanto se arrumava.
   
- Não posso me atrasar hoje, já que é o primeiro dia de aula,(suspiro). - Disse enquanto se arrumava para sair. Vestiu uma camisa preta, um casaco preto de capuz por cima, e uma calça jeans, já que ainda não tinha o uniforme da escola. Embora já tivesse passado por essa situação diversas vezes desde que tinha que se virar sozinho, ele ainda sim estava nervoso.

  Afinal, como era novo naquela cidade, não teria nenhum amigo para lhe ajudar a se acostumar com a nova rotina e ninguém com que pudesse sair, mas apesar de tudo, aquilo era o melhor. Já tinha preocupações de mais, e elas aumentariam se tivesse que se preocupar com outras pessoas.
 
Apesar de morar sozinho e não ter ninguém que trabalhasse para pagar suas despesas, ele não precisava se preocupar com isso. Ele não entendia nem como ou porque que ele tivesse depositado um imensa quantia em sua conta, e nem conseguia imaginar o quanto ele teve que se esforçar para conseguir isso.
 
- Mesmo não estando mais aqui, você continua me ajudando. - Esboçava um sorriso cheio de tristeza e culpa, um que nunca tinha mostrado antes - Porque você me ajudou quando ninguém mais o fez? - Começava a lacrimejar enquanto diversas memórias passavam em sua mente - Porque você cuidou de mim, sabendo que sua condição apenas pioraria? - Já gritava, sem conseguir controlar suas emoções que estavam aprisionadas a tanto tempo em seu ser.

  Embora tinha jurado nunca mais chorar, as lágrimas caiam incessantemente, enquanto mais e mais lembranças dos únicos momentos felizes de sua vida teimavam em voltar. Momentos que tinha se obrigado a apagar por não se considerar merecedor da afeição de alguém. - Porque, mesmo sabendo de tudo, mesmo sabendo que tudo aquilo aconteceria, mesmo sabendo que seria melhor me deixar morrer, você me acolheu? Porque...- Seu corpo era sacudido pelos soluços e encharcado pelas lágrimas que teimavam em descer. Enquanto o tempo passava, começava a se acalmar lentamente. Após ter se acalmado completamente, ele permanecia em silêncio.




Alguns pensariam que ele apenas estaria remoendo tudo que passou até o presente momento. Mas estariam terrivelmente errados. Ao contrário de angústia e tristeza estarem estampadas em seu rosto. As únicas coisas que poderiam serem vistas seria uma raiva inimaginável e um ódio tremendo, que faria até o mais corajoso dos soldados correr para que conseguisse sobreviver. Mas esses sentimentos não eram dirigidos há mesma pessoa, eles tinham destinos diferentes. Ele não sentia raiva das pessoas que o fizeram sofrer e viver as sombras durante toda sua vida, e sim, raiva de si mesmo. Por não ter tido força o suficiente para não envolver outras pessoas em sua tristes sina. Em não ter conseguido impedir que todas aquelas pessoas morresem por sua causa. Por não ter conseguido viver sozinho como deveria, assim ninguém teria sofrido.




Já o que sobrava, era dirigido há alguém que todos temiam. Há uma existência quem mesmo sendo considerada boa e justa, tinha sido a causa de tudo que passou e que iria passar. Uma existência que mesmo sem ter a intenção, acabou o criando. Ele se vingaria por tudo que passou. Por causa do seu destino, nunca poderia viver como uma pessoa normal. Ir para a escola, se encontrar com seus amigos, ter uma namorada, ir em festas, ter filhos, envelhecer. Todas essas possibilidades haviam sido negadas a ele. Ele nunca teria uma chance de ter uma vida normal, por quê mesmo que essa chance lhe fosse conferida, ela acabaria sendo tirada pelas suas próprias mãos. Pois era seu destino, e ele sabia melhor do que ninguém, ele nunca fugiria de seu destino se não lutasse contra ele. - Não importa se eu não posso fugir disso - Enquanto falava, surgia um sorriso frio e calmo surgia em seu rosto, e embora fosse a primeira vez que ele mostrasse esse sorriso, ele se tornaria uma das coisas que seus inimigos mais temeriam. - Eu vou lutar contra isso, e contra aquele que me privou de uma vida normal. Todos que barrarem em meu caminho conheceram seu fim, não importa quem for. Pois ele sabia, não importa quão forte, fraco, corajoso, covarde, inteligente, burro, rico ou pobre, todos teram seu fim e ninguém o pode evitar. Não importa se não tiveres medo de animais ferozes com suas presas e garras que podem dilacerar animais maiores que eles, guerras que destroem tudo pela sua frente apenas deixando um rastro de mortes e ruínas aonde ocorra, doenças que matam lentamente e silenciosamente que mesmo com toda a tecnologia e conhecimentos médicos não podem ser impedidas e nem neutralizadas, apenas tornar seu doloroso processo até que o fim chegue e nada mais possa as impedir. Tudo que tem um começo tem um fim. Tudo que nasce, um dia irá perecer. Ninguém pode impedir que isso aconteça, ninguem pode destruir isso, nem mesmo deus. Afinal, como poderiamos destruir uma coisa que não criamos? Como poderíamos impedir algo que não entendemos?




Por isso ninguém poderia impedilo. Ninguém poderia o matar. No final, todos sucumbiriam a ele, e o temeriam. Pois todos temem a morte, ninguém é exessão. Nem mesmo Deus
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The Unpredictable End - Capítulo 1 [+16] :: Comentários

Re: The Unpredictable End - Capítulo 1 [+16]
Mensagem em Sab 11 Maio 2013 - 20:39 por Convidad
Eu quero o próximo para amenizar minha curiosidade.
Quero saber mais do passado, de tudo que aconteceu e principalmente o que vai acontecer. Por que era considerado um demônio? Será que ele é tão ruim assim?
Parece que vai ser tão aterrorizante (*-*)
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Violet Flower escreveu:
Eu quero o próximo para amenizar minha curiosidade.
Quero saber mais do passado, de tudo que aconteceu e principalmente o que vai acontecer. Por que era considerado um demônio? Será que ele é tão ruim assim?
Parece que vai ser tão aterrorizante (*-*)

Bem, o passado dele e tudo o que aconteceu e principalmente a razão de ele ter sido considerado um demônio vão ser mostradas pouco a pouco.

E se ele é tão ruim assim ou se ele é do bem? Isso vai ser uma coisa que vocês leitores vão ter que decidir por vocês mesmos, pois isso vai depender do seu próprio ponto de vista hehehe

Obrigado pelo rewie, fico muito feliz que tenha gostado e te espero no próximo capitulo \o
Nossa, a popularidade tá em baixa. Um demônio! o.O

Bem legal, fiquei bastante curioso para o desenrolar da história. Nem percebi o tempo passar lendo esse capítulo. Parabéns.

Até o próximo!
 

The Unpredictable End - Capítulo 1 [+16]

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